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Opinião da Ne: 'All Kinds of Wrong' de Aurora June

 

Era uma vez um ARC (advanced copyright) que se tornou um dos meus romances preferidos de Junho e até do primeiro semestre deste ano. Confesso que a capa não me cativou mas não consegui resistir a uma autora com o nome da minha filha, tal como não consegui resistir a tropes tão tentadoras como GirlNextDoor ou EnemiesToLovers.

Este romance tem tudo o que podemos pedir para uma leitura que tanto tem de sexy como de angustiante.

As personagens são lindas e completas, a tensão sexual é palpÔvel, cenas eróticas na medida certa, twists em abundância, um protagonista masculino muito sexy e cheio de contras, uma protagonista feminina terra a terra com um coração de ouro e cheio de prós. Tal como Charlie, também eu adoro listas e se fizesse uma de prós e contras All Kinds of Wrong teria um lado completamente vazio, porque aqui não hÔ contras nenhuns.

Aurora Jane sabe o que sĆ£o preliminares literĆ”rios e a importĆ¢ncia que eles tĆŖm para tornar tudo muito mais intenso. Ɖ um romance cheio de clichĆ©s, mas adorei que ele me surpreendesse constantemente.

Connor é perfeito por ser tão imperfeito, mas não consegui deixar de me sentir atraída por ele e pelo seu Passado. Adorei acompanhar a sua evolução e partiu-me o coração assisti-lo a cometer erros. Charlie por sua vez é o oposto de Connor e por isso encaixaram perfeitamente. Também ela tem Passado, e que surpresa ele foi, e a autora soube apresentar-nos uma personagem super realista com o seu quotidiano e a sua patologia.

Para além de Charlie e Connor também me apaixonei por Liv (quero uma melhor amiga assim) e torço por um segundo livro sobre Liv e Luc (começo a perceber um padrão de casais com a mesma inicial no nome). Adorei Luc, adorei Andrew, adorei Ben e até adorei o Dr. Fielman! Não dÔ para não gostar de ninguém e todo o livro é recheado de momentos tão bons!

Como podem ver adorei cada pÔgina deste romance e foi pegar e nunca mais largar. Mesmo na última pÔgina não consegui fechar o ebook porque estava à espera que milagrosamente aparecem mais pÔginas.

Aurora Jane excita-nos, amolece-nos o coração, faz-nos sofrer, mas no final de tudo faz-nos rir e ser muito felizes, porque All Kinds of Wrongs é um romance que enche corações e se não encher é porque não tem coração!

Adorei o privilégio de ler este livro avançado e estou ansiosa por saber o que toda a gente vai achar quando ler e se se vão apaixonar como eu.

 šŸ‡¬šŸ‡§

Once upon time, there was an ARC (Advanced Reader’s Copy) that quickly became one of my favourite novels of June – perhaps even of the first half of this year. I admit that I didn’t particularly care for the cover, but I couldn’t resist an author sharing my daughter’s name – the same way I couldn’t resist tropes as tempting as Girl Next Door or Enemies to Lovers.

This novel has everything you could want from a book that is as sexy as is heart-breaking.

The characters are delightful and complex, you could cut the sexual tension with a knife, it has just the right amount of erotic scenes, and plot twists aplenty, a male protagonist that is both sexy and complicated, and a female protagonist who is down-to-earth, has a heart of gold and full of positivity. Like Charlie, I also love making lists, and if I had to write one for
All Kinds of Wrong, the “Con” section would be completely empty – because I can’t find any.

Aurora Janeunderstands literary foreplay, and how important they are to make the reading much more intense. Sure, this novel makes liberal use of clichƩs, but, somehow, it managed to surprise me at every turn.

Connor is perfect in his imperfection, and I couldn’t stop myself from being drawn to him and his Past. I loved to follow his development and growth, and my heart would break whenever he made a mistake. Charlie, on the other hand is the total opposite of Connor, and that makes them fit perfectly. She also has a Past (and what a surprise it turns out to be) – but the author manages to give us a character that is very realist, in both her daily life and pathology.

On top of Charlie and Conner, I also completely fell in love with Liv – I want a best friend like her – which made me pray for a second book that focuses on Live and Luc (I’m seeing a pattern here, with couples sharing the first letter in their names). I loved Luc, I loved Andrew, I loved Ben and I even loved Dr. Fieldman. It’s impossible not to love all the characters – and the book is filled with amazing moments.

In case it wasn’t obvious, I loved every single page of this novel, and once I picked it up, I couldn’t put it down. Even after the story was over, I couldn’t close my ebook – instead, I kept turning pages, in hope that some more would miraculously appear.

Aurora Jane knows how to thrill, how to melt your heart, how to make you suffer, but also how to make you happy – because All Kinds of Wrongsis a novel that will fill your heart with joy (and if it doesn’t, it’s probably because you don’t have a heart to begin with).

I am ever so grateful for the privilege of reading this Advanced Copy, and eager to see others reading it, and see if they, too, will fall in love with it as much as I did.

I’m a romantic girl. Small town vibes. I wear flowery dresses and illustrate underwear.
So when I meet my new neighbor, I’m nice to him, but he’s rude and arrogant. In less than two minutes, I want to strangle him already.
Except… he’s really hot. The dark, mysterious type, you know?
And we’re always meeting in the hallway.
And the walls are very thin.
And he looks at me like he wants to eat me.
The problem is, he’s broken and I don’t know if I’m enough to fix him up.
I mean, I’m probably the wrongest person for that.

Opinião da Ne: "All Kinds of Wrong" de Aurora June

 

Era uma vez um ARC (advanced copyright) que se tornou um dos meus romances preferidos de Junho e até do primeiro semestre deste ano. Confesso que a capa não me cativou mas não consegui resistir a uma autora com o nome da minha filha, tal como não consegui resistir a tropes tão tentadoras como GirlNextDoor ou EnemiesToLovers.

Este romance tem tudo o que podemos pedir para uma leitura que tanto tem de sexy como de angustiante.

As personagens são lindas e completas, a tensão sexual é palpÔvel, cenas eróticas na medida certa, twists em abundância, um protagonista masculino muito sexy e cheio de contras, uma protagonista feminina terra a terra com um coração de ouro e cheio de prós. Tal como Charlie, também eu adoro listas e se fizesse uma de prós e contras All Kinds of Wrong teria um lado completamente vazio, porque aqui não hÔ contras nenhuns.

Aurora Jane sabe o que sĆ£o preliminares literĆ”rios e a importĆ¢ncia que eles tĆŖm para tornar tudo muito mais intenso. Ɖ um romance cheio de clichĆ©s, mas adorei que ele me surpreendesse constantemente.

Connor é perfeito por ser tão imperfeito, mas não consegui deixar de me sentir atraída por ele e pelo seu Passado. Adorei acompanhar a sua evolução e partiu-me o coração assisti-lo a cometer erros. Charlie por sua vez é o oposto de Connor e por isso encaixaram perfeitamente. Também ela tem Passado, e que surpresa ele foi, e a autora soube apresentar-nos uma personagem super realista com o seu quotidiano e a sua patologia.

Para além de Charlie e Connor também me apaixonei por Liv (quero uma melhor amiga assim) e torço por um segundo livro sobre Liv e Luc (começo a perceber um padrão de casais com a mesma inicial no nome). Adorei Luc, adorei Andrew, adorei Ben e até adorei o Dr. Fielman! Não dÔ para não gostar de ninguém e todo o livro é recheado de momentos tão bons!

Como podem ver adorei cada pÔgina deste romance e foi pegar e nunca mais largar. Mesmo na última pÔgina não consegui fechar o ebook porque estava à espera que milagrosamente aparecem mais pÔginas.

Aurora Jane excita-nos, amolece-nos o coração, faz-nos sofrer, mas no final de tudo faz-nos rir e ser muito felizes, porque All Kinds of Wrongs é um romance que enche corações e se não encher é porque não tem coração!

Adorei o privilégio de ler este livro avançado e estou ansiosa por saber o que toda a gente vai achar quando ler e se se vão apaixonar como eu.

 šŸ‡¬šŸ‡§

Once upon time, there was an ARC (Advanced Reader’s Copy) that quickly became one of my favourite novels of June – perhaps even of the first half of this year. I admit that I didn’t particularly care for the cover, but I couldn’t resist an author sharing my daughter’s name – the same way I couldn’t resist tropes as tempting as Girl Next Door or Enemies to Lovers.

This novel has everything you could want from a book that is as sexy as is heart-breaking.

The characters are delightful and complex, you could cut the sexual tension with a knife, it has just the right amount of erotic scenes, and plot twists aplenty, a male protagonist that is both sexy and complicated, and a female protagonist who is down-to-earth, has a heart of gold and full of positivity. Like Charlie, I also love making lists, and if I had to write one for
All Kinds of Wrong, the “Con” section would be completely empty – because I can’t find any.

Aurora Janeunderstands literary foreplay, and how important they are to make the reading much more intense. Sure, this novel makes liberal use of clichƩs, but, somehow, it managed to surprise me at every turn.

Connor is perfect in his imperfection, and I couldn’t stop myself from being drawn to him and his Past. I loved to follow his development and growth, and my heart would break whenever he made a mistake. Charlie, on the other hand is the total opposite of Connor, and that makes them fit perfectly. She also has a Past (and what a surprise it turns out to be) – but the author manages to give us a character that is very realist, in both her daily life and pathology.

On top of Charlie and Conner, I also completely fell in love with Liv – I want a best friend like her – which made me pray for a second book that focuses on Live and Luc (I’m seeing a pattern here, with couples sharing the first letter in their names). I loved Luc, I loved Andrew, I loved Ben and I even loved Dr. Fieldman. It’s impossible not to love all the characters – and the book is filled with amazing moments.

In case it wasn’t obvious, I loved every single page of this novel, and once I picked it up, I couldn’t put it down. Even after the story was over, I couldn’t close my ebook – instead, I kept turning pages, in hope that some more would miraculously appear.

Aurora Jane knows how to thrill, how to melt your heart, how to make you suffer, but also how to make you happy – because All Kinds of Wrongsis a novel that will fill your heart with joy (and if it doesn’t, it’s probably because you don’t have a heart to begin with).

I am ever so grateful for the privilege of reading this Advanced Copy, and eager to see others reading it, and see if they, too, will fall in love with it as much as I did.

I’m a romantic girl. Small town vibes. I wear flowery dresses and illustrate underwear.
So when I meet my new neighbor, I’m nice to him, but he’s rude and arrogant. In less than two minutes, I want to strangle him already.
Except… he’s really hot. The dark, mysterious type, you know?
And we’re always meeting in the hallway.
And the walls are very thin.
And he looks at me like he wants to eat me.
The problem is, he’s broken and I don’t know if I’m enough to fix him up.
I mean, I’m probably the wrongest person for that.

Opinião da Ne: 'Twisted Games (Twisted #2)' de Ana Huang

 

'To all the girls who said fuck Prince Charming, give me a scarred knight.'

Neste segundo livro da série Twisted a leitura foi um pouco menos viciante, principalmente no meio. Tem mais cenas eróticas do que o Twisted Love, mas curiosamente não me atraíram muito por se desviarem do erótico habitual.

O drama familiar de Bridget Ć© algo fraquinho e a meu ver a autora deveria se ter mantido apenas pelo drama do Presente e dela vir a ser rainha  e nĆ£o se poder casar com a plebe. Mas quando se vira para se sentir culpada pela morte da mĆ£e, do pai e a quase morte do avĆ“ acaba por parecer muito exagerado.

O contrÔrio acontece com Rhys, que dado o seu Passado na guerra poderia ter desenvolvido mais os seus traumas, mas gostei que ele não desenvolvesse indecisões sobre vir a ser da realeza se ficasse com Bridget.

TambĆ©m achei que faltaram muito mais cenas com as quatro amigas, por isso quando finalmente hĆ” uma cena, incluindo Alex, delirei completamente.  Essa cena e a cena em que Bridget confronta certa personagem/personalidade foram as melhores.

O meio foi algo monótono, mas o final foi de longe melhor e compensou o resto. Principalmente porque encontramos aqueles ovinhos da PÔscoa para os próximos livros. A vontade de ler o seguinte é enorme!

Adorei Andreas. Ɖ daqueles personagens que surgem e nem damos nada por elas, mas depois atĆ© nos surpreende e neste caso atĆ© me fez rir e deu-me vontade de saber mais sobre ele. Talvez um spin-off?

Neste volume foi onde notei mais a diferenƧa de idades, pelo que me lembro Ʃ quase 10 anos, o que ainda Ʃ bastante e me fez imaginar a princesa bastante jovem. No Twisted Love hƔ alguma diferenƧa e aconteceu o mesmo.

Agora tenho que ir ali pegar e devorar o próximo: a história de Josh e Jules!

Estóico, taciturno e arrogante, o guarda-costas de elite Rhys Larsen tem duas regras: 
1) Proteja seus clientes a todo custo 
2) Não se envolva emocionalmente. Sempre. Ele nunca foi tentado a quebrar essas regras... até ela. Bridget von Ascheberg. Uma princesa com uma veia teimosa que combina com a sua e um fogo oculto que reduz suas regras a cinzas. Ela não é nada que ele esperava e tudo que ele nunca soube que precisava. Dia após dia, centímetro por centímetro, ela quebra suas defesas até que ele se depara com uma verdade que ele não pode mais negar: ele jurou protegê-la, mas tudo o que ele quer é arruinÔ-la. Leve ela. Porque ela é dele. Sua princesa. Seu fruto proibido. Todas as suas fantasias depravadas.
*** 
Real, obstinada e presa pelas correntes do dever, a princesa Bridget sonha com a liberdade de viver e amar como quiser. Mas quando seu irmão abdica, ela de repente se depara com a perspectiva de um casamento sem amor e politicamente conveniente e um trono que ela nunca quis. E enquanto ela navega pelos meandros - e traições - de seu novo papel, ela também deve esconder seu desejo por um homem que ela não pode ter. Seu guarda-costas. Seu protetor. Sua ruína final. Inesperado e proibido, o amor deles é um amor que pode destruir um reino... e condenar os dois.

Opinião da Ne: "Twisted Games (Twisted #2)" de Ana Huang

 

"To all the girls who said fuck Prince Charming, give me a scarred knight."

Neste segundo livro da série Twisted a leitura foi um pouco menos viciante, principalmente no meio. Tem mais cenas eróticas do que o Twisted Love, mas curiosamente não me atraíram muito por se desviarem do erótico habitual.

O drama familiar de Bridget Ć© algo fraquinho e a meu ver a autora deveria se ter mantido apenas pelo drama do Presente e dela vir a ser rainha  e nĆ£o se poder casar com a plebe. Mas quando se vira para se sentir culpada pela morte da mĆ£e, do pai e a quase morte do avĆ“ acaba por parecer muito exagerado.

O contrÔrio acontece com Rhys, que dado o seu Passado na guerra poderia ter desenvolvido mais os seus traumas, mas gostei que ele não desenvolvesse indecisões sobre vir a ser da realeza se ficasse com Bridget.

TambĆ©m achei que faltaram muito mais cenas com as quatro amigas, por isso quando finalmente hĆ” uma cena, incluindo Alex, delirei completamente.  Essa cena e a cena em que Bridget confronta certa personagem/personalidade foram as melhores.

O meio foi algo monótono, mas o final foi de longe melhor e compensou o resto. Principalmente porque encontramos aqueles ovinhos da PÔscoa para os próximos livros. A vontade de ler o seguinte é enorme!

Adorei Andreas. Ɖ daqueles personagens que surgem e nem damos nada por elas, mas depois atĆ© nos surpreende e neste caso atĆ© me fez rir e deu-me vontade de saber mais sobre ele. Talvez um spin-off?

Neste volume foi onde notei mais a diferenƧa de idades, pelo que me lembro Ʃ quase 10 anos, o que ainda Ʃ bastante e me fez imaginar a princesa bastante jovem. No Twisted Love hƔ alguma diferenƧa e aconteceu o mesmo.

Agora tenho que ir ali pegar e devorar o próximo: a história de Josh e Jules!

Estóico, taciturno e arrogante, o guarda-costas de elite Rhys Larsen tem duas regras: 
1) Proteja seus clientes a todo custo 
2) Não se envolva emocionalmente. Sempre. Ele nunca foi tentado a quebrar essas regras... até ela. Bridget von Ascheberg. Uma princesa com uma veia teimosa que combina com a sua e um fogo oculto que reduz suas regras a cinzas. Ela não é nada que ele esperava e tudo que ele nunca soube que precisava. Dia após dia, centímetro por centímetro, ela quebra suas defesas até que ele se depara com uma verdade que ele não pode mais negar: ele jurou protegê-la, mas tudo o que ele quer é arruinÔ-la. Leve ela. Porque ela é dele. Sua princesa. Seu fruto proibido. Todas as suas fantasias depravadas.
*** 
Real, obstinada e presa pelas correntes do dever, a princesa Bridget sonha com a liberdade de viver e amar como quiser. Mas quando seu irmão abdica, ela de repente se depara com a perspectiva de um casamento sem amor e politicamente conveniente e um trono que ela nunca quis. E enquanto ela navega pelos meandros - e traições - de seu novo papel, ela também deve esconder seu desejo por um homem que ela não pode ter. Seu guarda-costas. Seu protetor. Sua ruína final. Inesperado e proibido, o amor deles é um amor que pode destruir um reino... e condenar os dois.

Opinião da Ne: 'Serpent & Dove (Serpent & Dove #1)' de Shelby Mahurin


Serpent and Dove Ć© o primeiro de uma trilogia de fantasia que hĆ” mais de um ano que estava ansiosa para ler. A promessa de um bom romance com muita quĆ­mica, aventura e magia sempre foi para mim a receita perfeita.

Infelizmente até a meio não temos grandes acontecimentos. A química é muito pouca e acabei por ficar um pouco (muito) desiludida, jÔ que estava à espera de algo do género do From Blood and Ash que tem perigo, aventura, mas no meio disso tudo tem um slow burn cheio de química e com surpresas finais.

Aqui também temos um slow burn quase indoseÔvel, em que Reid é extremamente púdico e sempre super corado, o que para mim teve zero de atracção ou conexão. Por seu lado Lou é uma lufada de ar fresco e a única personagem (ok, Coco também) que anima a história e esta leitura. A dinâmica entre as duas amigas óptima!

Lou é aquela protagonista cheia de coragem e que sofre o livro todo, jÔ para não falar no seu passado que nos vai sendo dado em pequenos flashbacks.

Gostei do conceito de magia de Shelby Mahurin em que leva o conceito de causa-efeito a outro nƭvel. TambƩm nos apresenta diferentes tipos de magia e bruxas (branca, vermelha, etc), a rivalidade entre elas e humanos, o que aumentou ainda mais o interesse nesta vertente.

Também gostei das descrições do humanos enfeitiçados, o que deu um toque mais dark à história mas anulando ainda mais o romance.

Em Serpent and Dove, ou traduzido A Serpente e a Pomba, temos uma espécie de Inquisição e muita religião, mas como a maior parte é contada pelo POV de Lou acabamos por ver aos olhos hereges (iguais aos meus) mesmo quando ela vai à missa.

Nos últimos 25% do livro acontece a maior parte da acção, o que finalmente me fez ficar entusiasmada com a leitura. De qualquer forma as mudanças de atitude de Reid acabam por ser muito abruptas, estando num momento super convencido que odiar e matar bruxas é lei e de repente decide que ama uma e não a quer matar - o que acaba por ser estranho e algo falso. Esta alteração era esperada mais no inicio e o romance partir daí, mas eles acabam por ser inimigos mais tempo do que me agradou. De qualquer forma, os acontecimentos na catedral, na floresta, no castelo, são bons tal como todos os segredos que nos vão sendo revelados, a ligação entre personagens inesperadas e as últimas reviravoltas na história.

Continuo a ter altas expectativas que o segundo serÔ melhor e espero que a autora aproveite não só os protagonistas como as personagens secundÔrias.

Também gostei do facto de haver um vilão e muitos personagens de moral duvidosa. Gostei do duplo POV, acho que é sempre um ingrediente de sucesso garantido.

Coco é sem dúvida uma óptima personagem, tal como Ansel. O nome deste personagem dÔ-me vontade de ir rever o filme de Ansel e Gretel e acabo por os imaginar um pouco assim; tal como também me dÔ vontade de ir reler as cenas da Manon da saga Trono de Vidro.

No geral, é um bom romance fantÔstico, mas a espera e as expectativas foi longa e altas, respectivamente. Além disso comecei a ler em inglês e depois intercalei com brasileiro, o que pode ter contribuído para quebrar aquela ligação inicial que depois faz com que não largue, mas agora chego à conclusão que foi mesmo a história e o romance que não resultaram para mim. Prefiro protagonistas fortes e seguros de si.

Gostei mas estava à espera de mais. Culpo principalmente Reid que é demasiado dependente, com fraca personalidade, ruivo, e passa-lhe despercebida muita coisa (QI baixo?). A química é zero no inicio e de repente temos ali um capítulo que ela aparece e depois outro mais picante. E depois jÔ estão apaixonados loucamente. Sei que me estou a repetir, mas este primeiro volume não foi nada do que estava à espera. Vou ver se o próximo melhora.

Juntos como um só, para amar, honrar ou queimar. PÔssaro e serpente é o primeiro livro de uma trilogia deslumbrante que une bruxaria, fantasia, perigos e um amor proibido. A pré-venda acompanha um lindo pingente de serpente e um marcador de pÔginas. HÔ dois anos, Louise le Blanc precisou fugir de seu clã e se escondeu na cidade de Cesarina, deixando para trÔs toda a magia e vivendo de tudo que pudesse roubar. No entanto, a cidade é cheia de perigos e mistérios para alguém como ela. Na região, caçadores da Igreja caminham pela cidade, venerados como verdadeiros homens santos. E o arcebispo, o rigoroso patriarca da Igreja, parece ser violento. LÔ, bruxas como Lou são temidas, caçadas... e, então, queimadas.

Reid Diggory vive sua vida com base em um versĆ­culo: nĆ£o permitirĆ”s que uma bruxa viva. FanĆ”tico caƧador de bruxas para a igreja, Reid dedicou toda sua vida erradicando o ocultismo e fazendo com que o arcebispo da cidade, seu pai, ficasse orgulhoso de suas aƧƵes. Mas quando chega o momento e a oportunidade de capturar uma bruxa, um ladrĆ£o o engana e seu alvo consegue escapar. Com a intenção de levĆ”-la a julgamento, Reid acredita que ela nĆ£o escaparĆ” novamente. Mas quando Lou dĆ” um golpe perverso e o engana outra vez, em um escĆ¢ndalo pĆŗblico, os dois sĆ£o forƧados a uma situação inimaginĆ”vel: o casamento. O casamento com um caƧador poderia proporcionar uma proteção verdadeira Ć s bruxas – se Lou conseguisse convencĆŖ-lo de que nĆ£o Ć© uma. No entanto, Ć  medida que o tempo passa, seu segredo se torna cada vez mais difĆ­cil de ser mantido escondido. Apesar do perigo que Reid representa Ć  sua sobrevivĆŖncia, complexos sentimentos de Lou por Reid comeƧam, lentamente, a nascer.

Incapaz de mudar o que realmente Ć©, Lou precisarĆ” fazer uma escolha.

Opinião da Ne: "Serpent & Dove (Serpent & Dove #1)" de Shelby Mahurin


Serpent and Dove Ć© o primeiro de uma trilogia de fantasia que hĆ” mais de um ano que estava ansiosa para ler. A promessa de um bom romance com muita quĆ­mica, aventura e magia sempre foi para mim a receita perfeita.

Infelizmente até a meio não temos grandes acontecimentos. A química é muito pouca e acabei por ficar um pouco (muito) desiludida, jÔ que estava à espera de algo do género do From Blood and Ash que tem perigo, aventura, mas no meio disso tudo tem um slow burn cheio de química e com surpresas finais.

Aqui também temos um slow burn quase indoseÔvel, em que Reid é extremamente púdico e sempre super corado, o que para mim teve zero de atracção ou conexão. Por seu lado Lou é uma lufada de ar fresco e a única personagem (ok, Coco também) que anima a história e esta leitura. A dinâmica entre as duas amigas óptima!

Lou é aquela protagonista cheia de coragem e que sofre o livro todo, jÔ para não falar no seu passado que nos vai sendo dado em pequenos flashbacks.

Gostei do conceito de magia de Shelby Mahurin em que leva o conceito de causa-efeito a outro nƭvel. TambƩm nos apresenta diferentes tipos de magia e bruxas (branca, vermelha, etc), a rivalidade entre elas e humanos, o que aumentou ainda mais o interesse nesta vertente.

Também gostei das descrições do humanos enfeitiçados, o que deu um toque mais dark à história mas anulando ainda mais o romance.

Em Serpent and Dove, ou traduzido A Serpente e a Pomba, temos uma espécie de Inquisição e muita religião, mas como a maior parte é contada pelo POV de Lou acabamos por ver aos olhos hereges (iguais aos meus) mesmo quando ela vai à missa.

Nos últimos 25% do livro acontece a maior parte da acção, o que finalmente me fez ficar entusiasmada com a leitura. De qualquer forma as mudanças de atitude de Reid acabam por ser muito abruptas, estando num momento super convencido que odiar e matar bruxas é lei e de repente decide que ama uma e não a quer matar - o que acaba por ser estranho e algo falso. Esta alteração era esperada mais no inicio e o romance partir daí, mas eles acabam por ser inimigos mais tempo do que me agradou. De qualquer forma, os acontecimentos na catedral, na floresta, no castelo, são bons tal como todos os segredos que nos vão sendo revelados, a ligação entre personagens inesperadas e as últimas reviravoltas na história.

Continuo a ter altas expectativas que o segundo serÔ melhor e espero que a autora aproveite não só os protagonistas como as personagens secundÔrias.

Também gostei do facto de haver um vilão e muitos personagens de moral duvidosa. Gostei do duplo POV, acho que é sempre um ingrediente de sucesso garantido.

Coco é sem dúvida uma óptima personagem, tal como Ansel. O nome deste personagem dÔ-me vontade de ir rever o filme de Ansel e Gretel e acabo por os imaginar um pouco assim; tal como também me dÔ vontade de ir reler as cenas da Manon da saga Trono de Vidro.

No geral, é um bom romance fantÔstico, mas a espera e as expectativas foi longa e altas, respectivamente. Além disso comecei a ler em inglês e depois intercalei com brasileiro, o que pode ter contribuído para quebrar aquela ligação inicial que depois faz com que não largue, mas agora chego à conclusão que foi mesmo a história e o romance que não resultaram para mim. Prefiro protagonistas fortes e seguros de si.

Gostei mas estava à espera de mais. Culpo principalmente Reid que é demasiado dependente, com fraca personalidade, ruivo, e passa-lhe despercebida muita coisa (QI baixo?). A química é zero no inicio e de repente temos ali um capítulo que ela aparece e depois outro mais picante. E depois jÔ estão apaixonados loucamente. Sei que me estou a repetir, mas este primeiro volume não foi nada do que estava à espera. Vou ver se o próximo melhora.

Juntos como um só, para amar, honrar ou queimar. PÔssaro e serpente é o primeiro livro de uma trilogia deslumbrante que une bruxaria, fantasia, perigos e um amor proibido. A pré-venda acompanha um lindo pingente de serpente e um marcador de pÔginas. HÔ dois anos, Louise le Blanc precisou fugir de seu clã e se escondeu na cidade de Cesarina, deixando para trÔs toda a magia e vivendo de tudo que pudesse roubar. No entanto, a cidade é cheia de perigos e mistérios para alguém como ela. Na região, caçadores da Igreja caminham pela cidade, venerados como verdadeiros homens santos. E o arcebispo, o rigoroso patriarca da Igreja, parece ser violento. LÔ, bruxas como Lou são temidas, caçadas... e, então, queimadas.

Reid Diggory vive sua vida com base em um versĆ­culo: nĆ£o permitirĆ”s que uma bruxa viva. FanĆ”tico caƧador de bruxas para a igreja, Reid dedicou toda sua vida erradicando o ocultismo e fazendo com que o arcebispo da cidade, seu pai, ficasse orgulhoso de suas aƧƵes. Mas quando chega o momento e a oportunidade de capturar uma bruxa, um ladrĆ£o o engana e seu alvo consegue escapar. Com a intenção de levĆ”-la a julgamento, Reid acredita que ela nĆ£o escaparĆ” novamente. Mas quando Lou dĆ” um golpe perverso e o engana outra vez, em um escĆ¢ndalo pĆŗblico, os dois sĆ£o forƧados a uma situação inimaginĆ”vel: o casamento. O casamento com um caƧador poderia proporcionar uma proteção verdadeira Ć s bruxas – se Lou conseguisse convencĆŖ-lo de que nĆ£o Ć© uma. No entanto, Ć  medida que o tempo passa, seu segredo se torna cada vez mais difĆ­cil de ser mantido escondido. Apesar do perigo que Reid representa Ć  sua sobrevivĆŖncia, complexos sentimentos de Lou por Reid comeƧam, lentamente, a nascer.

Incapaz de mudar o que realmente Ć©, Lou precisarĆ” fazer uma escolha.

Opinião da Ne: 'Culpa Minha (Culpados #1)' de Mercedes Ron

Culpa Minha é o primeiro da trilogia desta escritora espanhola que ganhou seguidores naquela aplicação agora muito em voga chamada Wattpad. Sinceramente ainda não estou convencida que seja uma boa estratégia da parte das editoras, mas escritores são escritores e histórias são histórias.

Primeiro que tudo quero também agradecer a cedência do exemplar da parte da Editorial Presença que nos tem aturado e nos tem apoiado tanto. IncansÔveis! Estão nos nossos corações para sempre.

Em relação a este lanƧamento, podem contar com um livro novo adulto cheio de clichĆŖs e trigger warnings e tropes, mas nĆ£o vai ser só isso. Com um inicio daqueles de revirar olhos e um prólogo igual ao meu do Finalmente Agosto (ou quase), a leitura vai prosseguir de forma viciante pela promessa de momentos mais interessantes e muito sexys. Sexy Ć© o nome do meio do protagonista masculino, Nick ou Nicholas, que vai ter atributos muito evidenciados ao longo de todo o livro. Cada tshirt e calƧas que veste a protagonista tem que dizer quĆ£o bem lhe fica - e quem se estĆ” a queixar? NinguĆ©m! 

O facto de ser um romance com muitas actividades, como festas nocturnas, corridas ilegais, lutas, volei, cenas familiares, vai fazer com que tenha uma linha temporal bem preenchida e por isso uma leitura bastante fluida e rƔpida.

A cerca de 75% começa a parte do drama, que faz parte claro, e começamos também a perceber que a actividade boa acabou hÔ algum tempo e não vamos ter mais. E que os mesmo quatro personagens estão num loop de discotecas e de mesmos vicios e cenÔrios. Além de que o nosso casal nem ata nem desata e o sentimento de diminuição de entusiasmo começa a aparecer. Neste ponto acho que Mercedes Ron teria ganho mais se continuasse no registo das corridas e/ou lutas ilegais, que foi o que me suscitou mais interesse jÔ que não é uma temÔtica que encontre muito nos romances que leio. Assim a acção centrou-se apenas nas drogas e Ôlcool e auto-destruição de certa personagem.

Posso tambĆ©m acrescentar que Noah comeƧa a contradizer-se e os seus segredos e trauma acabam por passar a hora de serem revelados. Em relação a estes a minha suspeita confirmou-se, apesar do medo do escuro ter-me suscitado suspeitas de algo ainda pior, mas como ela reagia bem aos avanƧos de Nicholas risquei essa hipótese. 

Os nomes dos protagonistas serem começados por N e mais masculinos que unisexo também me fez alguma confusão no inicio para identificar quem era quem.

Em relação a Jenna e Lion, são personagens que a certa altura estão ali a fazer número, o que também desmotivou um pouco a leitura. Acredito que o foco seria sempre em Noah e Nicholas, mas estes dois amigos estavam a ter grande contributo e de repente deixaram de o ter. O contrÔrio aconteceu com Maddie (jÔ não tenho a certeza se é este o nome da personagem), que foi uma óptima adição ao 'elenco'.

No geral é um romance jovem adulto cheio de adrenalina, com temÔticas e trigger warnings que nos tocam no coração e aumentam imenso a empatia pelas personagens, tal como o grau de ansiedade durante a leitura. O final é super entusiasmante, mas dÔ um toque final ao livro, por isso ainda nem fui ler a sinopse do seguinte jÔ que a meu ver podia terminar por aqui.

Tropes: bad-boy-good-girl, double-pov, enemies-to-lovers, forced-proximity, found-family, opostos-atraem-se, slow-burn, touch-her-and-you-die, who-did-this-to-you

Nicholas Leister foi criado para complicar a minha vida. Alto, olhos azuis, cabelo preto... Parece lindo, nĆ£o Ć©? Pois, mas se vos disser que representa tudo, mas mesmo tudo aquilo de que fujo desde que me lembro de existir… Se calhar, jĆ” nĆ£o parece tĆ£o lindo assim…
Perigo. Foi esta a primeira coisa em que pensei quando o conheci e descobri que ele mantƩm uma vida dupla escondida do pai milionƔrio. Como Ʃ que acabei por me apaixonar? FƔcil: com aqueles olhos, ele virou o meu mundo de cabeƧa para baixo.

Opinião da Ne: "Culpa Minha (Culpados #1)" de Mercedes Ron

Culpa Minha é o primeiro da trilogia desta escritora espanhola que ganhou seguidores naquela aplicação agora muito em voga chamada Wattpad. Sinceramente ainda não estou convencida que seja uma boa estratégia da parte das editoras, mas escritores são escritores e histórias são histórias.

Primeiro que tudo quero também agradecer a cedência do exemplar da parte da Editorial Presença que nos tem aturado e nos tem apoiado tanto. IncansÔveis! Estão nos nossos corações para sempre.

Em relação a este lanƧamento, podem contar com um livro novo adulto cheio de clichĆŖs e trigger warnings e tropes, mas nĆ£o vai ser só isso. Com um inicio daqueles de revirar olhos e um prólogo igual ao meu do Finalmente Agosto (ou quase), a leitura vai prosseguir de forma viciante pela promessa de momentos mais interessantes e muito sexys. Sexy Ć© o nome do meio do protagonista masculino, Nick ou Nicholas, que vai ter atributos muito evidenciados ao longo de todo o livro. Cada tshirt e calƧas que veste a protagonista tem que dizer quĆ£o bem lhe fica - e quem se estĆ” a queixar? NinguĆ©m! 

O facto de ser um romance com muitas actividades, como festas nocturnas, corridas ilegais, lutas, volei, cenas familiares, vai fazer com que tenha uma linha temporal bem preenchida e por isso uma leitura bastante fluida e rƔpida.

A cerca de 75% começa a parte do drama, que faz parte claro, e começamos também a perceber que a actividade boa acabou hÔ algum tempo e não vamos ter mais. E que os mesmo quatro personagens estão num loop de discotecas e de mesmos vicios e cenÔrios. Além de que o nosso casal nem ata nem desata e o sentimento de diminuição de entusiasmo começa a aparecer. Neste ponto acho que Mercedes Ron teria ganho mais se continuasse no registo das corridas e/ou lutas ilegais, que foi o que me suscitou mais interesse jÔ que não é uma temÔtica que encontre muito nos romances que leio. Assim a acção centrou-se apenas nas drogas e Ôlcool e auto-destruição de certa personagem.

Posso tambĆ©m acrescentar que Noah comeƧa a contradizer-se e os seus segredos e trauma acabam por passar a hora de serem revelados. Em relação a estes a minha suspeita confirmou-se, apesar do medo do escuro ter-me suscitado suspeitas de algo ainda pior, mas como ela reagia bem aos avanƧos de Nicholas risquei essa hipótese. 

Os nomes dos protagonistas serem começados por N e mais masculinos que unisexo também me fez alguma confusão no inicio para identificar quem era quem.

Em relação a Jenna e Lion, são personagens que a certa altura estão ali a fazer número, o que também desmotivou um pouco a leitura. Acredito que o foco seria sempre em Noah e Nicholas, mas estes dois amigos estavam a ter grande contributo e de repente deixaram de o ter. O contrÔrio aconteceu com Maddie (jÔ não tenho a certeza se é este o nome da personagem), que foi uma óptima adição ao "elenco".

No geral é um romance jovem adulto cheio de adrenalina, com temÔticas e trigger warnings que nos tocam no coração e aumentam imenso a empatia pelas personagens, tal como o grau de ansiedade durante a leitura. O final é super entusiasmante, mas dÔ um toque final ao livro, por isso ainda nem fui ler a sinopse do seguinte jÔ que a meu ver podia terminar por aqui.

Tropes: bad-boy-good-girl, double-pov, enemies-to-lovers, forced-proximity, found-family, opostos-atraem-se, slow-burn, touch-her-and-you-die, who-did-this-to-you

Nicholas Leister foi criado para complicar a minha vida. Alto, olhos azuis, cabelo preto... Parece lindo, nĆ£o Ć©? Pois, mas se vos disser que representa tudo, mas mesmo tudo aquilo de que fujo desde que me lembro de existir… Se calhar, jĆ” nĆ£o parece tĆ£o lindo assim…
Perigo. Foi esta a primeira coisa em que pensei quando o conheci e descobri que ele mantƩm uma vida dupla escondida do pai milionƔrio. Como Ʃ que acabei por me apaixonar? FƔcil: com aqueles olhos, ele virou o meu mundo de cabeƧa para baixo.

Opinião da Ne: 'Os Seis de Atlas (The Atlas #1) de Olivie Blake

Primeiro que tudo obrigada Ć  Planeta pela cedĆŖncia do exemplar e por nos ter dado a honra da exclusividade em mostrar a capa portuguesa. Foi super divertido! Obrigada mesmo.

Com esta capa linda e sprayed edges amarelas e não douradas, que foram as mais faladas de todo o bookstragam, temos um livro com uma história bastante complexa. Foi lida em conjunto com mais umas meninas e ainda hoje hÔ quem não tenha terminado.

Não consigo deixar de comparar este tipo de história com A Vida Invisível de Addie Larue de V.E. Schwab, jÔ que é um livro que ou se adora ou se detesta. Curiosamente fiquei-me pelas três estrelas e pelo 'não adorei mas também não detestei' e sem dúvida que quero ler o seguinte.

Vamos então começar pelo que não gostei assim tanto:

Os saltos temporais - principalmente em cenas que prometiam boa acção e entretenimento ou mais interacção entre os seis. Em vez de Olivie Blake esticar-se tanto nas divagações astrofísicas ou filosóficas, podia ter investido em mais dinâmica entre personagens. Mais acção e menos estudo.

A autora perde-se imenso em conversas teóricas entre Callum e Parisa (os telepatas) e às vezes até pensamentos e monólogos de um só personagem. Pessoalmente senti-me mais atraída pelos físicos e suas experiências. E nestes textos mais longos apenas me consegui concentrar nos que se dirigiam à física teórica.

A tudo isto hÔ quem chame palha, porque dificilmente contribui para a linha de acção que a autora nos promete na sinopse - ou seja, que para esta escola são escolhidos seis pessoas talentosas, com magias e talentos respectivos e únicos, mas que no final só podem ficar cinco.

No inicio, ou nos primeiros 25%, o pior Ć© conseguirmos perceber quem Ć© quem. O segredo serĆ” fazer uma cĆ”bula em que encontram um pormenor caracterĆ­stico e que vos vai fazer identificar mais facilmente esse personagem. As ilustraƧƵes que tanta gente gostam sĆ£o engraƧadas mas acabam por confundir mais pois estĆ£o no inicio de cada capĆ­tulo e nĆ£o correspondem ao POV seguinte. Portanto nĆ£o se deixem enganar e usem-nas para fazer um jogo em que a meio do livro jĆ” conseguem identificar o personagem de cada ilustração. 

Mas deixem-me ajudar:

Libby - uma dos seis escolhidos. Ɖ fisica e consegue mover objectos (um pouco mais mais terĆ£o que ler)

Nico - outro dos seis. Ɖ quase alma gĆ©mea de Libby, mas sĆ£o super competitivos e odeiam-se tanto que no fundo acho que se adoram. Complementam-se em termos de dons, mas curiosamente vĆ£o seguir trajectos divergentes.

Callum - empƔtico, um dos seis, para mim um dos vilƵes mais puros

Tristan - personagem mais misterioso e que contribui bastante para a acção

Parisa - telepata muito forte com moral duvidosa. uma das personagens que mais evoluiu e mais interessantes para mim

Dalton - professor e braço direito de Atlas que também contribui muito para a história

Atlas - imagino-o como um Dumbledore

Guideon - colega de quarto do Nick que tem a sua própria história paralela

Ezra - namorado de Libby

A questão dos personagens foi algo que me agradou pela positiva, jÔ que não se cinge apenas aos sete principais, mas inclui personagens secundÔrios tanto ou mais interessantes e que deixam abertas muitas portas para futuros desenvolvimentos. Seria interessante a autora cruzar tudo no próximo volume, em vez de depois criar spin-offs.

A certo ponto a história tem uma reviravolta que diminuiu ainda mais o meu interesse pela leitura, em vez do oposto. A minha personagem preferida manteve-se constante, mas a autora insistiu em tornÔ-la menos do que era. Apenas pelo seu futuro e de alguns dos seis é que quero ler o seguinte volume.

Curiosamente, acabei por gostar muito mais de personagens como Parisa e Tristan e, definitivamente, a minha cena preferida inclui estes dois.

Atlas, por sua vez, desiludiu-me no final, mas Dalton ainda ficou ali no limbo. Olivia Blake sabe construir muito bem as psiques dos seus personagens e é aqui que ela ganha na sua originalidade e não na pouca magia que inclui no livro. Tenho pena porque esperava algo mais mÔgico e fantÔstico, mas não deixou de ser surpreendente, pela positiva e pela negativa, jÔ que nos apanha desprevenidos mais que uma vez quando estamos quase a adormecer nas suas dissertações.

Um dos livros com a maior percentagem de personagens moralmente duvidosos que não lia desde Six of Crows de Leigh Bardugo.

Segredos. Traição. Sedução.
Bem-vindos Ć  Sociedade de Alexandria.
A cada dez anos, os seis mÔgicos mais talentosos do mundo são escolhidos para competir por um dos cinco lugares disponíveis na exclusiva Sociedade de Alexandria. A mais importante sociedade secreta do mundo, guardiã do conhecimento perdido das maiores civilizações da Antiguidade. Este ano, a competição é mais feroz do que nunca. Os candidatos são: Libby Rhodes e Nico de Varona, inimigos inseparÔveis, físicos, que controlam a matéria com a sua mente.
Reina Mori, uma naturalista que consegue intuir os segredos da própria vida. Parisa Kamali, uma telepata capaz de atravessar as profundezas do subconsciente e ver os segredos mais profundos da mente. Callum Nova, herdeiro de um império de meios de comunicação de magia, e um empÔtico capaz de manipular os desejos de uma pessoa. E Tristan Caine, cujos poderes são um mistério até para ele próprio.
Depois de recrutados pelo misterioso Atlas Blakely, viajam para a sede da Sociedade, em Londres, onde têm um ano para estudar e inovar dentro das vÔrias Ôreas esotéricas. Os eleitos terão pela frente uma vida de poder, conhecimento, riqueza e prestígio. Mas a que custo?

Opinião da Ne: "Os Seis de Atlas (The Atlas #1) de Olivie Blake

Primeiro que tudo obrigada Ć  Planeta pela cedĆŖncia do exemplar e por nos ter dado a honra da exclusividade em mostrar a capa portuguesa. Foi super divertido! Obrigada mesmo.

Com esta capa linda e sprayed edges amarelas e não douradas, que foram as mais faladas de todo o bookstragam, temos um livro com uma história bastante complexa. Foi lida em conjunto com mais umas meninas e ainda hoje hÔ quem não tenha terminado.

Não consigo deixar de comparar este tipo de história com A Vida Invisível de Addie Larue de V.E. Schwab, jÔ que é um livro que ou se adora ou se detesta. Curiosamente fiquei-me pelas três estrelas e pelo "não adorei mas também não detestei" e sem dúvida que quero ler o seguinte.

Vamos então começar pelo que não gostei assim tanto:

Os saltos temporais - principalmente em cenas que prometiam boa acção e entretenimento ou mais interacção entre os seis. Em vez de Olivie Blake esticar-se tanto nas divagações astrofísicas ou filosóficas, podia ter investido em mais dinâmica entre personagens. Mais acção e menos estudo.

A autora perde-se imenso em conversas teóricas entre Callum e Parisa (os telepatas) e às vezes até pensamentos e monólogos de um só personagem. Pessoalmente senti-me mais atraída pelos físicos e suas experiências. E nestes textos mais longos apenas me consegui concentrar nos que se dirigiam à física teórica.

A tudo isto hÔ quem chame palha, porque dificilmente contribui para a linha de acção que a autora nos promete na sinopse - ou seja, que para esta escola são escolhidos seis pessoas talentosas, com magias e talentos respectivos e únicos, mas que no final só podem ficar cinco.

No inicio, ou nos primeiros 25%, o pior Ć© conseguirmos perceber quem Ć© quem. O segredo serĆ” fazer uma cĆ”bula em que encontram um pormenor caracterĆ­stico e que vos vai fazer identificar mais facilmente esse personagem. As ilustraƧƵes que tanta gente gostam sĆ£o engraƧadas mas acabam por confundir mais pois estĆ£o no inicio de cada capĆ­tulo e nĆ£o correspondem ao POV seguinte. Portanto nĆ£o se deixem enganar e usem-nas para fazer um jogo em que a meio do livro jĆ” conseguem identificar o personagem de cada ilustração. 

Mas deixem-me ajudar:

Libby - uma dos seis escolhidos. Ɖ fisica e consegue mover objectos (um pouco mais mais terĆ£o que ler)

Nico - outro dos seis. Ɖ quase alma gĆ©mea de Libby, mas sĆ£o super competitivos e odeiam-se tanto que no fundo acho que se adoram. Complementam-se em termos de dons, mas curiosamente vĆ£o seguir trajectos divergentes.

Callum - empƔtico, um dos seis, para mim um dos vilƵes mais puros

Tristan - personagem mais misterioso e que contribui bastante para a acção

Parisa - telepata muito forte com moral duvidosa. uma das personagens que mais evoluiu e mais interessantes para mim

Dalton - professor e braço direito de Atlas que também contribui muito para a história

Atlas - imagino-o como um Dumbledore

Guideon - colega de quarto do Nick que tem a sua própria história paralela

Ezra - namorado de Libby

A questão dos personagens foi algo que me agradou pela positiva, jÔ que não se cinge apenas aos sete principais, mas inclui personagens secundÔrios tanto ou mais interessantes e que deixam abertas muitas portas para futuros desenvolvimentos. Seria interessante a autora cruzar tudo no próximo volume, em vez de depois criar spin-offs.

A certo ponto a história tem uma reviravolta que diminuiu ainda mais o meu interesse pela leitura, em vez do oposto. A minha personagem preferida manteve-se constante, mas a autora insistiu em tornÔ-la menos do que era. Apenas pelo seu futuro e de alguns dos seis é que quero ler o seguinte volume.

Curiosamente, acabei por gostar muito mais de personagens como Parisa e Tristan e, definitivamente, a minha cena preferida inclui estes dois.

Atlas, por sua vez, desiludiu-me no final, mas Dalton ainda ficou ali no limbo. Olivia Blake sabe construir muito bem as psiques dos seus personagens e é aqui que ela ganha na sua originalidade e não na pouca magia que inclui no livro. Tenho pena porque esperava algo mais mÔgico e fantÔstico, mas não deixou de ser surpreendente, pela positiva e pela negativa, jÔ que nos apanha desprevenidos mais que uma vez quando estamos quase a adormecer nas suas dissertações.

Um dos livros com a maior percentagem de personagens moralmente duvidosos que não lia desde Six of Crows de Leigh Bardugo.

Segredos. Traição. Sedução.
Bem-vindos Ć  Sociedade de Alexandria.
A cada dez anos, os seis mÔgicos mais talentosos do mundo são escolhidos para competir por um dos cinco lugares disponíveis na exclusiva Sociedade de Alexandria. A mais importante sociedade secreta do mundo, guardiã do conhecimento perdido das maiores civilizações da Antiguidade. Este ano, a competição é mais feroz do que nunca. Os candidatos são: Libby Rhodes e Nico de Varona, inimigos inseparÔveis, físicos, que controlam a matéria com a sua mente.
Reina Mori, uma naturalista que consegue intuir os segredos da própria vida. Parisa Kamali, uma telepata capaz de atravessar as profundezas do subconsciente e ver os segredos mais profundos da mente. Callum Nova, herdeiro de um império de meios de comunicação de magia, e um empÔtico capaz de manipular os desejos de uma pessoa. E Tristan Caine, cujos poderes são um mistério até para ele próprio.
Depois de recrutados pelo misterioso Atlas Blakely, viajam para a sede da Sociedade, em Londres, onde têm um ano para estudar e inovar dentro das vÔrias Ôreas esotéricas. Os eleitos terão pela frente uma vida de poder, conhecimento, riqueza e prestígio. Mas a que custo?

Opinião da Ne: 'Spy x Family, vol. 1' de Tatsuya Endo

 

Esta foi a minha estreia com manga e por isso jÔ podem imaginar o meu espanto quando os livros chegaram cÔ a casa. Como comprei logo três percebi que não era defeito de impressão e que era assim mesmo. Além disso a editora mete uma pÔgina a explicar no inicio (fim) do livro. O que têm a saber sobre manga é que o livro é lido de trÔs para a frente e do canto superior direito para a esquerda. Estranha-se mas depois entranha-se, não se preocupem. O pior é mesmo habituar-nos a agarrar no livro daquela forma.

Gostei muito das personagens e da história, tal como da arte. Apenas acho que certas expressões e sentimentos são demasiado dramÔticas (ou teatrais) e acabam por ser exageradas, tal como as descrições sonoras.

As cenas de acção mais violenta estão um pouco confusas, não tendo pormenores evidentes, por isso neste aspecto acho que o autor/ilustrador falhou um pouco.

A minha personagem preferida, e a da maior parte dos leitores, é a Anya, mas também me fez confusão ser um nome tão pouco japonês. Parece-me mais da Europa do Leste. Preferia nomes mais japoneses jÔ que é um manga.

Sei que jƔ hƔ sƩrie, mas primeiro quero ler os outros dois traduzidos nesta sƩrie que jƔ vai em 10 livros.

Numa missão em que tem que se infiltrar numa escola particular, 'Crepúsculo' precisa de uma esposa e de um filho.
O que ele desconhece, Ʃ que a esposa que escolheu Ʃ uma assassina e a crianƧa que adotou Ʃ uma telepata!

 

Opinião da Ne: "Spy x Family, vol. 1" de Tatsuya Endo

 

Esta foi a minha estreia com manga e por isso jÔ podem imaginar o meu espanto quando os livros chegaram cÔ a casa. Como comprei logo três percebi que não era defeito de impressão e que era assim mesmo. Além disso a editora mete uma pÔgina a explicar no inicio (fim) do livro. O que têm a saber sobre manga é que o livro é lido de trÔs para a frente e do canto superior direito para a esquerda. Estranha-se mas depois entranha-se, não se preocupem. O pior é mesmo habituar-nos a agarrar no livro daquela forma.

Gostei muito das personagens e da história, tal como da arte. Apenas acho que certas expressões e sentimentos são demasiado dramÔticas (ou teatrais) e acabam por ser exageradas, tal como as descrições sonoras.

As cenas de acção mais violenta estão um pouco confusas, não tendo pormenores evidentes, por isso neste aspecto acho que o autor/ilustrador falhou um pouco.

A minha personagem preferida, e a da maior parte dos leitores, é a Anya, mas também me fez confusão ser um nome tão pouco japonês. Parece-me mais da Europa do Leste. Preferia nomes mais japoneses jÔ que é um manga.

Sei que jƔ hƔ sƩrie, mas primeiro quero ler os outros dois traduzidos nesta sƩrie que jƔ vai em 10 livros.

Numa missão em que tem que se infiltrar numa escola particular, "Crepúsculo" precisa de uma esposa e de um filho.
O que ele desconhece, Ʃ que a esposa que escolheu Ʃ uma assassina e a crianƧa que adotou Ʃ uma telepata!

 

Opinião da Ne: 'O Anti- Namorado' de Penelope Ward

 

O Anti-Namorado foi lido em conjunto com as meninas do Erotic Club. Foi tambƩm mais uma oportunidade que dei a esta autora.

Logo desde o inicio que senti falta de Vi Keeland. Faltou-me aquele primeiro capítulo com aquele primeiro contacto quando se conhecem. Aqui essa parte é saltada e acabei por não sentir aquela faísca inicial.

Apesar de Carys elogiar bastante Deacon, e vice-versa, aquelas piadas ou troca delas, pareceram-me super forƧadas e sem grande 'flerte'.

Entretanto tudo mudou e acaba por melhorar. Adorei a Sunny e esta Ć© sem dĆŗvida a melhor personagem deste livro. Mas, esta acaba por ser 'colocada de lado' com a babysitter demasiadas vezes para Deacon e Carys terem tempo a dois. Portanto, senti um melhoramente e depois pior novamente.

O pior mesmo foi a reviravolta, ou o twist, que Penelope Ward acrescentou para dar drama a toda história, que na minha opinião foi completamente desnecessÔrio e abrupto. Muito forçado e mal contado. A autora até deu um salto no tempo, deixando ali um buraco negro que poderia ser uma das melhores partes do livro. A partir daí a atenção foi zero e tive que me forçar a terminar o livro lendo o resto na diagonal.

Definitivamente não gosto desta autora sozinha e não sei se vou continuar a insistir. Também não sei se a tradução é a melhor, porque jÔ li livros de Penelope Ward traduzidos em brasileiro e não achei os diÔlogos tão forçados e amadores. Vou talvez tentar novamente mas em inglês.

O meu vizinho Deacon Ć© um homem extremamente atraente e sabe-o bem. Por isso, nĆ£o Ć© de estranhar que o seu apartamento se encha de gemidos deleitosos que denotam noites de grande entusiasmo com as companhias femininas que leva para casa. O problema Ć© que a fina espessura das paredes que dividem os nossos tetos me obriga a estar demasiado a par dos seus relacionamentos, mantendo-me acordada e com a imaginação sempre a funcionar… Afinal, a minha vida amorosa Ć© praticamente inexistente desde o nascimento da minha filha, o maior amor da minha vida.
Certo dia, depois de uma noite mal dormida devido à atividade noturna do Deacon, enchi-me de coragem e pedi-lhe que tentasse ser mais discreto. Para minha surpresa, ele não só compreendeu o meu problema como afirmou que iria mudar a cama de sítio. E para mostrar como era bom vizinho, até se ofereceu para fazer umas compras por mim.
A partir desse dia, a nossa relação mudou. O Deacon tornou-se um bom amigo, sempre pronto a ajudar, e eu descobri que ele tinha jeito para acalmar a minha bebé nas crises de choro. Se não fosse o facto de não querer assumir compromissos, ele podia ser o homem perfeito. Mas era exatamente o oposto.

 

Opinião da Ne: "O Anti- Namorado" de Penelope Ward

 

O Anti-Namorado foi lido em conjunto com as meninas do Erotic Club. Foi tambƩm mais uma oportunidade que dei a esta autora.

Logo desde o inicio que senti falta de Vi Keeland. Faltou-me aquele primeiro capítulo com aquele primeiro contacto quando se conhecem. Aqui essa parte é saltada e acabei por não sentir aquela faísca inicial.

Apesar de Carys elogiar bastante Deacon, e vice-versa, aquelas piadas ou troca delas, pareceram-me super forƧadas e sem grande "flerte".

Entretanto tudo mudou e acaba por melhorar. Adorei a Sunny e esta Ć© sem dĆŗvida a melhor personagem deste livro. Mas, esta acaba por ser "colocada de lado" com a babysitter demasiadas vezes para Deacon e Carys terem tempo a dois. Portanto, senti um melhoramente e depois pior novamente.

O pior mesmo foi a reviravolta, ou o twist, que Penelope Ward acrescentou para dar drama a toda história, que na minha opinião foi completamente desnecessÔrio e abrupto. Muito forçado e mal contado. A autora até deu um salto no tempo, deixando ali um buraco negro que poderia ser uma das melhores partes do livro. A partir daí a atenção foi zero e tive que me forçar a terminar o livro lendo o resto na diagonal.

Definitivamente não gosto desta autora sozinha e não sei se vou continuar a insistir. Também não sei se a tradução é a melhor, porque jÔ li livros de Penelope Ward traduzidos em brasileiro e não achei os diÔlogos tão forçados e amadores. Vou talvez tentar novamente mas em inglês.

O meu vizinho Deacon Ć© um homem extremamente atraente e sabe-o bem. Por isso, nĆ£o Ć© de estranhar que o seu apartamento se encha de gemidos deleitosos que denotam noites de grande entusiasmo com as companhias femininas que leva para casa. O problema Ć© que a fina espessura das paredes que dividem os nossos tetos me obriga a estar demasiado a par dos seus relacionamentos, mantendo-me acordada e com a imaginação sempre a funcionar… Afinal, a minha vida amorosa Ć© praticamente inexistente desde o nascimento da minha filha, o maior amor da minha vida.
Certo dia, depois de uma noite mal dormida devido à atividade noturna do Deacon, enchi-me de coragem e pedi-lhe que tentasse ser mais discreto. Para minha surpresa, ele não só compreendeu o meu problema como afirmou que iria mudar a cama de sítio. E para mostrar como era bom vizinho, até se ofereceu para fazer umas compras por mim.
A partir desse dia, a nossa relação mudou. O Deacon tornou-se um bom amigo, sempre pronto a ajudar, e eu descobri que ele tinha jeito para acalmar a minha bebé nas crises de choro. Se não fosse o facto de não querer assumir compromissos, ele podia ser o homem perfeito. Mas era exatamente o oposto.

 

Opinião da Ne: 'Shore Desvendado' de M.G. Ferrey

Primeiro que tudo, Shore Desvendado não é para toda a gente. Se jÔ leste Aquorea, e aqui é o mais importante, e se não gostaste assim tanto, então não vale a pena pegares neste livro.

Shore Ć© Aquorea, por isso vĆ£o ter 90% repetidas com o POV do Kai. 

Se leste e adoraste então este livro é para ti!

Aquorea não foi o romance fantÔstico perfeito para mim, mas Shore foi um livro que adorei pelo que é, pelas surpresas que me trouxe, e pela perspectiva que me fez mudar a opinião deste protagonista. Adorei a capa dura, adorei a tatuagem e adorei as restantes ilustrações.

Adorei rever Petra e curiosamente Umi. Adorei as cenas extra com o Colt, claro. Adorei rever este mundo agora aos olhos de Kai. Queria mais de Aquorea claro, mas sei que não posso ter tudo jÔ.

Se jĆ” leste Aquorea hĆ” muito tempo entĆ£o relĆŖ como eu fiz e vais ver que Ć© muito melhor, porque Shore tambĆ©m nĆ£o Ć© para servir de releitura. Ɖ para reveres aqueles melhores momentos do casal e para lhe acrescentar algo mais. TambĆ©m nĆ£o Ć© uma continuação de Aquorea, para isso vais ter que esperar mais um pouco, ansiosamente.

Ɖ um livro que se lĆŖ bem rĆ”pido e por isso esta opiniĆ£o tambĆ©m o Ć©.

Kai Shore é apaixonado por Ara desde criança. Guarda com nostalgia a memória da primeira vez que a viu, que brincaram juntos e todos os momentos importantes. Porém, Kai nunca esteve com Ara, nunca a tocou. Separados pelo abismo, estão unidos por uma ligação forte e inexplicÔvel que vai muito além do que conhecemos. Kai vive em Aquorea, uma cidade tecnologicamente avançada, que prosperou milhares de metros abaixo da Superfície.
Ara vive em Atlanta, nos Estados Unidos, mas quando, no funeral do seu avÓ, ela supostamente se afoga, é levada pelos portais de Ôgua, para Aquorea. Kai resgata-a, mas em choque não sabe se Ara o reconhece. Terão sido apenas como amigos imaginÔrios para ela?
Dividido, Kai terĆ” de decidir se quer lutar por Ara e pelo seu amor, mesmo sabendo o que a chegada dela significa para o seu povo. Num intenso conflito interno, Kai tenta mostrar a Ara tudo o que ela tem perdido, despertando-lhe os sentidos, enquanto desvenda todos os seus segredos.

Opinião da Ne: "Shore Desvendado" de M.G. Ferrey

Primeiro que tudo, Shore Desvendado não é para toda a gente. Se jÔ leste Aquorea, e aqui é o mais importante, e se não gostaste assim tanto, então não vale a pena pegares neste livro.

Shore Ć© Aquorea, por isso vĆ£o ter 90% repetidas com o POV do Kai. 

Se leste e adoraste então este livro é para ti!

Aquorea não foi o romance fantÔstico perfeito para mim, mas Shore foi um livro que adorei pelo que é, pelas surpresas que me trouxe, e pela perspectiva que me fez mudar a opinião deste protagonista. Adorei a capa dura, adorei a tatuagem e adorei as restantes ilustrações.

Adorei rever Petra e curiosamente Umi. Adorei as cenas extra com o Colt, claro. Adorei rever este mundo agora aos olhos de Kai. Queria mais de Aquorea claro, mas sei que não posso ter tudo jÔ.

Se jĆ” leste Aquorea hĆ” muito tempo entĆ£o relĆŖ como eu fiz e vais ver que Ć© muito melhor, porque Shore tambĆ©m nĆ£o Ć© para servir de releitura. Ɖ para reveres aqueles melhores momentos do casal e para lhe acrescentar algo mais. TambĆ©m nĆ£o Ć© uma continuação de Aquorea, para isso vais ter que esperar mais um pouco, ansiosamente.

Ɖ um livro que se lĆŖ bem rĆ”pido e por isso esta opiniĆ£o tambĆ©m o Ć©.

Kai Shore é apaixonado por Ara desde criança. Guarda com nostalgia a memória da primeira vez que a viu, que brincaram juntos e todos os momentos importantes. Porém, Kai nunca esteve com Ara, nunca a tocou. Separados pelo abismo, estão unidos por uma ligação forte e inexplicÔvel que vai muito além do que conhecemos. Kai vive em Aquorea, uma cidade tecnologicamente avançada, que prosperou milhares de metros abaixo da Superfície.
Ara vive em Atlanta, nos Estados Unidos, mas quando, no funeral do seu avÓ, ela supostamente se afoga, é levada pelos portais de Ôgua, para Aquorea. Kai resgata-a, mas em choque não sabe se Ara o reconhece. Terão sido apenas como amigos imaginÔrios para ela?
Dividido, Kai terĆ” de decidir se quer lutar por Ara e pelo seu amor, mesmo sabendo o que a chegada dela significa para o seu povo. Num intenso conflito interno, Kai tenta mostrar a Ara tudo o que ela tem perdido, despertando-lhe os sentidos, enquanto desvenda todos os seus segredos.

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