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A Sair do Forno: ''Aconteceu naquele verão' de Tessa Bailey

 



Sai dia 21 de Julho

Vai ser a estreia desta autora em Portugal!


Uma comédia romântica sobre uma socialite de Hollywood que é exilada numa pequena cidade, onde bate de frente com um morador mal-humorado e sexy que pensa que ela não pertence ali.

Piper Bellinger é uma das socialites mais influentes no meio social de Beverly Hills com uma reputação que a persegue... literalmente. Os fotógrafos andam sempre atrás dela à espera que cometa mais uma loucura e, quando se trata de Piper, não é preciso esperar muito.

Quando, numa noite regada de demasiado champanhe, organiza por impulso uma festa que rapidamente fica fora de controlo, o padrasto decide que esta é a gota de água. Tira-lhe o dinheiro e exila-a para Westport, uma cidadezinha costeira com cerca de dois mil habitantes, na esperança de incutir alguma noção de responsabilidade em Piper ao fazê-la assumir o bar deixado pelo falecido pai.

Ao chegar a Westport, conhece Brendan, um pescador corpulento e barbudo (bastante charmoso, por sinal), capitão do seu próprio barco, que está convencido de que ela não aguentará sequer uma semana num sítio que é uma antítese de tudo o que gosta e representa.

Mas Piper está decidida a provar ao padrasto e a Brendan que estão errados e que ela não é assim um peixe tão fora de água! Mesmo que, para isso, precise de cuidar de uma espelunca e morar num apartamento minúsculo...

Nesta divertidíssima e original comédia romântica, a extrovertida rainha da festa e o pescador rabugento são dois opostos que fazem de tudo para não se atrair.



A Sair do Forno: ''Aconteceu naquele verão" de Tessa Bailey

 



Sai dia 21 de Julho

Vai ser a estreia desta autora em Portugal!


Uma comédia romântica sobre uma socialite de Hollywood que é exilada numa pequena cidade, onde bate de frente com um morador mal-humorado e sexy que pensa que ela não pertence ali.

Piper Bellinger é uma das socialites mais influentes no meio social de Beverly Hills com uma reputação que a persegue... literalmente. Os fotógrafos andam sempre atrás dela à espera que cometa mais uma loucura e, quando se trata de Piper, não é preciso esperar muito.

Quando, numa noite regada de demasiado champanhe, organiza por impulso uma festa que rapidamente fica fora de controlo, o padrasto decide que esta é a gota de água. Tira-lhe o dinheiro e exila-a para Westport, uma cidadezinha costeira com cerca de dois mil habitantes, na esperança de incutir alguma noção de responsabilidade em Piper ao fazê-la assumir o bar deixado pelo falecido pai.

Ao chegar a Westport, conhece Brendan, um pescador corpulento e barbudo (bastante charmoso, por sinal), capitão do seu próprio barco, que está convencido de que ela não aguentará sequer uma semana num sítio que é uma antítese de tudo o que gosta e representa.

Mas Piper está decidida a provar ao padrasto e a Brendan que estão errados e que ela não é assim um peixe tão fora de água! Mesmo que, para isso, precise de cuidar de uma espelunca e morar num apartamento minúsculo...

Nesta divertidíssima e original comédia romântica, a extrovertida rainha da festa e o pescador rabugento são dois opostos que fazem de tudo para não se atrair.



Opinião da Ne: 'A Hipótese do Amor' de Ali Hazelwood

Mas o que foi isto!? Que livro este! Que história! 100% a minha cara! Estou meia dormente e totalmente apaixonada por este Adam!

Adorei tudo, desde a capa à primeira página. Desde as mil e umas piadas às mil e uma cenas cheias de tensão sexual. Adorei as referências científicas, adorei as personagens com QI elevado, adorei o vilão, adorei os clichês, adorei as troopes.

Mas vamos esmiuçar isto um pouco mais porque merece:

Comecemos por esta edição da Desrotina com estas sprayed edges de uma cor. Simples mas lindo. Com o livro veio um poster que apenas serviu para usar para a foto da opinião da Mafi, mas pronto, já teve uso. Por dentro o livro tem citações e no inicio de capa capítulo tem uma hipótese engraçada - não contribuem para a história, mas são um pormenor engraçado.

Em relação a Olive e Adam, temos tensão sexual quase desde o início e como a autora gosta de nos fazer sofrer criou personagens que dificilmente avançam para aquele passo que nós gostamos. Mas quem não gosta de uma boa tensão sexual? Assim quando finalmente acontece é um capítulo do caraças que ainda por cima a autora nos oferece pelo POV de Adam como extra.

Adorei que Olive fosse uma pessoa demissexual e ainda bem que conheci o termo antes de ler o livro se não tinha sido muito mais crítica.

Ficaria mais perfeito com duplo POV ou com uma Olive com menos dúvidas, mas eu própria sou assim e revi-me tanto nesta personagem.

O vilão foi óptimo, apesar da cena que o revela é subtil mas óbvia. Eu que sou completamente despistada topei logo. Logo depois desta cena, quando um capítulo inteiro faz o nosso gosto aos olhos e à imaginação, tive receio que a autora dramatizasse demasiado, mas felizmente não. Ela sabe ir direito ao ponto.

Adorei a cena do primeiro beijo, do WC, do piquenique, bem... de todas.

Ali Hazelwood sabe bem o que gostamos e o que adorei ainda mais foram as explicações científicas, as piadas de ciência. Conseguimos entrar super bem na história e no ambiente académico e talvez por isso nos vicia tanto, ou mais.

Achei Olive um pouco insegura demais, talvez porque prefiro protagonistas mais fortes e seguras, apesar de eu própria ser assim como Olive e acabei por me rever demasiado. Por seu lado, Adam é aquela personagem masculina perfeita por dentro e por fora. Todas as suas descrições são feitas para nos apaixonarmos por ele mesmo ele sendo um cretino, mas desde o inicio que percebemos que aquele humor e o ser tão rude com os alunos era para bem deles.

Neste livro temos imensos clichês, imensas tropes, incluindo aquele de 'uma cadeira' que me deu imensas vibes de ACOMAF. Que cena maravilhosa!

Preciso de um romance assim todos os meses. Melhor romance para ressacas!

Agora o dilema: leio os outros em inglês ou espero pela tradução? 

Tropes: ele-primeiro, fake-dating, forced-proximity, grumpy-sunshine, hot, i-hate-everyone-but-you, leitura-conjunta, lgbt, love-at-first-sight, slow-burn, teacher-student, who-did-this-to-you, workplace-romance

Olive Smith, uma estudante de doutoramento em Biologia, não acredita em namoros duradouros. Após terminar o relacionamento com Jeremy, percebe que a sua melhor amiga, Anh, gosta dele e decide juntá-los. Para a convencer de que não se importa e de que está feliz e a namorar, Olive precisa de o provar, mas, pressionada, entra em pânico e resolve beijar o primeiro homem que vê: Adam Carlsen, um jovem professor de outro departamento. Olive acaba por ficar chocada ao perceber que este tirano do laboratório da Universidade de Stanford, conhecido por deixar os estudantes em lágrimas, aceita manter a farsa e fingir que é, realmente, seu namorado.
Quando uma conferência científica corre mal e ameaça a carreira de Olive, Adam surpreende-a de várias formas… e uma pequena possibilidade científica, o que era apenas uma hipótese sobre o amor, transforma-se então numa experiência inesperada.

 

Opinião da Ne: "A Hipótese do Amor" de Ali Hazelwood

Mas o que foi isto!? Que livro este! Que história! 100% a minha cara! Estou meia dormente e totalmente apaixonada por este Adam!

Adorei tudo, desde a capa à primeira página. Desde as mil e umas piadas às mil e uma cenas cheias de tensão sexual. Adorei as referências científicas, adorei as personagens com QI elevado, adorei o vilão, adorei os clichês, adorei as troopes.

Mas vamos esmiuçar isto um pouco mais porque merece:

Comecemos por esta edição da Desrotina com estas sprayed edges de uma cor. Simples mas lindo. Com o livro veio um poster que apenas serviu para usar para a foto da opinião da Mafi, mas pronto, já teve uso. Por dentro o livro tem citações e no inicio de capa capítulo tem uma hipótese engraçada - não contribuem para a história, mas são um pormenor engraçado.

Em relação a Olive e Adam, temos tensão sexual quase desde o início e como a autora gosta de nos fazer sofrer criou personagens que dificilmente avançam para aquele passo que nós gostamos. Mas quem não gosta de uma boa tensão sexual? Assim quando finalmente acontece é um capítulo do caraças que ainda por cima a autora nos oferece pelo POV de Adam como extra.

Adorei que Olive fosse uma pessoa demissexual e ainda bem que conheci o termo antes de ler o livro se não tinha sido muito mais crítica.

Ficaria mais perfeito com duplo POV ou com uma Olive com menos dúvidas, mas eu própria sou assim e revi-me tanto nesta personagem.

O vilão foi óptimo, apesar da cena que o revela é subtil mas óbvia. Eu que sou completamente despistada topei logo. Logo depois desta cena, quando um capítulo inteiro faz o nosso gosto aos olhos e à imaginação, tive receio que a autora dramatizasse demasiado, mas felizmente não. Ela sabe ir direito ao ponto.

Adorei a cena do primeiro beijo, do WC, do piquenique, bem... de todas.

Ali Hazelwood sabe bem o que gostamos e o que adorei ainda mais foram as explicações científicas, as piadas de ciência. Conseguimos entrar super bem na história e no ambiente académico e talvez por isso nos vicia tanto, ou mais.

Achei Olive um pouco insegura demais, talvez porque prefiro protagonistas mais fortes e seguras, apesar de eu própria ser assim como Olive e acabei por me rever demasiado. Por seu lado, Adam é aquela personagem masculina perfeita por dentro e por fora. Todas as suas descrições são feitas para nos apaixonarmos por ele mesmo ele sendo um cretino, mas desde o inicio que percebemos que aquele humor e o ser tão rude com os alunos era para bem deles.

Neste livro temos imensos clichês, imensas tropes, incluindo aquele de "uma cadeira" que me deu imensas vibes de ACOMAF. Que cena maravilhosa!

Preciso de um romance assim todos os meses. Melhor romance para ressacas!

Agora o dilema: leio os outros em inglês ou espero pela tradução? 

Tropes: ele-primeiro, fake-dating, forced-proximity, grumpy-sunshine, hot, i-hate-everyone-but-you, leitura-conjunta, lgbt, love-at-first-sight, slow-burn, teacher-student, who-did-this-to-you, workplace-romance

Olive Smith, uma estudante de doutoramento em Biologia, não acredita em namoros duradouros. Após terminar o relacionamento com Jeremy, percebe que a sua melhor amiga, Anh, gosta dele e decide juntá-los. Para a convencer de que não se importa e de que está feliz e a namorar, Olive precisa de o provar, mas, pressionada, entra em pânico e resolve beijar o primeiro homem que vê: Adam Carlsen, um jovem professor de outro departamento. Olive acaba por ficar chocada ao perceber que este tirano do laboratório da Universidade de Stanford, conhecido por deixar os estudantes em lágrimas, aceita manter a farsa e fingir que é, realmente, seu namorado.
Quando uma conferência científica corre mal e ameaça a carreira de Olive, Adam surpreende-a de várias formas… e uma pequena possibilidade científica, o que era apenas uma hipótese sobre o amor, transforma-se então numa experiência inesperada.

 

A Sair do Forno: 'Procura-se namorado (falso) de Alexis Hall

 

I




Capa não oficial 

Já sabemos o livro de Junho da Desrotina! 

É o muito falado 'Boyfriend Material' do autor (e não autora como todos pensam) Alexis Hall e sai dia 30 de Junho.

Procura-se: Um namorado (falso)
Que seja praticamente perfeito

Luc O’Donnell, infelizmente, é famoso. Bom... mais ou menos. Filho de duas estrelas de rock, Luc não aprecia a atenção que as revistas lhe dão. Com o pai outra vez na ribalta, ele está sob os holofotes e, ao ser publicada uma fotografia sua comprometedora nos jornais britânicos, a sua reputação, já prejudicada, ameaça arruinar-lhe a carreira em ascensão.

Por isso, formula um plano: para limpar a imagem, só precisa de um namorado normal e bonzinho, e Oliver Blackwood é o mais normal e bonzinho que existe: é advogado, vegetariano e basicamente alérgico a qualquer tipo de escândalo. Noutras palavras, é o namorado perfeito. O problema é que, além de serem ambos gays, solteiros e precisarem de um acompanhante para um evento, Luc e Oliver nada têm em comum.

A solução é fingirem que namoram, até que a poeira dos media assente. Mas o problema com os namoros a fingir é que podem parecer-se muito com os namoros a sério.



A Sair do Forno: "Procura-se namorado (falso) de Alexis Hall

 

I




Capa não oficial 

Já sabemos o livro de Junho da Desrotina! 

É o muito falado "Boyfriend Material" do autor (e não autora como todos pensam) Alexis Hall e sai dia 30 de Junho.

Procura-se: Um namorado (falso)
Que seja praticamente perfeito

Luc O’Donnell, infelizmente, é famoso. Bom... mais ou menos. Filho de duas estrelas de rock, Luc não aprecia a atenção que as revistas lhe dão. Com o pai outra vez na ribalta, ele está sob os holofotes e, ao ser publicada uma fotografia sua comprometedora nos jornais britânicos, a sua reputação, já prejudicada, ameaça arruinar-lhe a carreira em ascensão.

Por isso, formula um plano: para limpar a imagem, só precisa de um namorado normal e bonzinho, e Oliver Blackwood é o mais normal e bonzinho que existe: é advogado, vegetariano e basicamente alérgico a qualquer tipo de escândalo. Noutras palavras, é o namorado perfeito. O problema é que, além de serem ambos gays, solteiros e precisarem de um acompanhante para um evento, Luc e Oliver nada têm em comum.

A solução é fingirem que namoram, até que a poeira dos media assente. Mas o problema com os namoros a fingir é que podem parecer-se muito com os namoros a sério.



A Entrar no Forno: 'Take a Hint, Dani Brown' de Talia Hibbert


Podem ler a minha opinião - - - > aqui


Mais um livro da Desrotina que vem por aí! Depois do primeiro livro da trilogia das irmãs Brown - Acorda para a vida, Chloe Brown - vem aí o segundo livro, desta vez da Dani Brown.


Ainda não há previsão de lançamento, mas o mesmo já foi confirmado pela editora portanto deve estar aí quase a chegar! Fiquem com a sinopse traduzida:

Dani Brown precisa de um sinal.

Tudo que ela quer é alguém com quem possa divertir-se, sem complicações ou sentimentos envolvidos. O problema é encontrar essa pessoa, por isso ela pede ao universo que lhe avise se aparecer alguém que preencha estas requisitos.

Quando acaba presa num elevador durante um simulacro de incêndio e é resgatada por Zaf, o segurança rabugento de quem é mais ou menos amiga, Dani pensa ter entendido o recado e começa a fazer um plano para seduzi-lo.

Nenhum dos dois espera que o resgate gere rumores de que eles estejam juntos. Muito menos que tais rumores tragam benefícios para as suas vidas, o que os leva a encenar um namoro de mentira.

Nos bastidores, porém, Dani continua firme com seu plano de seduzir Zaf e conseguir o que quer, mas aos poucos essa amizade colorida se torna mais complicada que a sua tese de doutoramento.

Será que o tiro saiu pela culatra? Ou será que este é o verdadeiro sinal do universo que Dani precisa  para ver o que está diante dela? 

A Entrar no Forno: "Take a Hint, Dani Brown" de Talia Hibbert


Podem ler a minha opinião - - - > aqui


Mais um livro da Desrotina que vem por aí! Depois do primeiro livro da trilogia das irmãs Brown - Acorda para a vida, Chloe Brown - vem aí o segundo livro, desta vez da Dani Brown.


Ainda não há previsão de lançamento, mas o mesmo já foi confirmado pela editora portanto deve estar aí quase a chegar! Fiquem com a sinopse traduzida:

Dani Brown precisa de um sinal.

Tudo que ela quer é alguém com quem possa divertir-se, sem complicações ou sentimentos envolvidos. O problema é encontrar essa pessoa, por isso ela pede ao universo que lhe avise se aparecer alguém que preencha estas requisitos.

Quando acaba presa num elevador durante um simulacro de incêndio e é resgatada por Zaf, o segurança rabugento de quem é mais ou menos amiga, Dani pensa ter entendido o recado e começa a fazer um plano para seduzi-lo.

Nenhum dos dois espera que o resgate gere rumores de que eles estejam juntos. Muito menos que tais rumores tragam benefícios para as suas vidas, o que os leva a encenar um namoro de mentira.

Nos bastidores, porém, Dani continua firme com seu plano de seduzir Zaf e conseguir o que quer, mas aos poucos essa amizade colorida se torna mais complicada que a sua tese de doutoramento.

Será que o tiro saiu pela culatra? Ou será que este é o verdadeiro sinal do universo que Dani precisa  para ver o que está diante dela? 

Na Fila de Abril

E agora os livros que queremos ler este mês?

Ne:



Mafi

Como vou estar quase uma semana fora a viajar não sei se vou conseguir ler muito mas vamos ver! 






Na Fila de Abril

E agora os livros que queremos ler este mês?

Ne:



Mafi

Como vou estar quase uma semana fora a viajar não sei se vou conseguir ler muito mas vamos ver! 






A Sair do Forno: A Casa no Mar Cerúleo de T. J. Klune

 


Sai a 19 de Maio 

Linus Baker leva uma vida solitária e sossegada. Aos quarenta anos, vive na cidade, onde só chove e os dias são cinzentos, numa velha casa, na companhia de uma gata mal-humorada e dos seus discos de vinil.

Como funcionário de um departamento que cuida e protege crianças com poderes mágicos, Linus recebe uma tarefa altamente secreta: viajar para para o orfanato da ilha Marsyas, dirigido pelo charmoso e enigmático Arthur Parnassus. No local residem seis crianças com capacidades potencialmente perigosas: um gnomo de 200 anos, uma fada da floresta, uma serpe, um rapaz que se transforma num lulu-da-pomerânia, uma bolha verde amorfa e o Anticristo. Linus deve pôr de lado os seus medos e perceber se eles podem, ou não, trazer o fim dos dias.

As crianças não são, no entanto, o único segredo da ilha. No final, uma decisão terá de ser tomada por Linus Baker: destruir um espaço e uma família aos quais inesperadamente se apegou, ou ver o mundo arder.

Um romance que lhe deixará a alma em boas mãos e o coração no sítio certo.

A Sair do Forno: A Casa no Mar Cerúleo de T. J. Klune

 


Sai a 19 de Maio 

Linus Baker leva uma vida solitária e sossegada. Aos quarenta anos, vive na cidade, onde só chove e os dias são cinzentos, numa velha casa, na companhia de uma gata mal-humorada e dos seus discos de vinil.

Como funcionário de um departamento que cuida e protege crianças com poderes mágicos, Linus recebe uma tarefa altamente secreta: viajar para para o orfanato da ilha Marsyas, dirigido pelo charmoso e enigmático Arthur Parnassus. No local residem seis crianças com capacidades potencialmente perigosas: um gnomo de 200 anos, uma fada da floresta, uma serpe, um rapaz que se transforma num lulu-da-pomerânia, uma bolha verde amorfa e o Anticristo. Linus deve pôr de lado os seus medos e perceber se eles podem, ou não, trazer o fim dos dias.

As crianças não são, no entanto, o único segredo da ilha. No final, uma decisão terá de ser tomada por Linus Baker: destruir um espaço e uma família aos quais inesperadamente se apegou, ou ver o mundo arder.

Um romance que lhe deixará a alma em boas mãos e o coração no sítio certo.

Opinião da Mafi: 'A Hipótese do Amor' de Ali Hazelwood

 


Se andam pelo tik tok ou pelo bookstagram ou até mesmo pelo Twitter, já devem ter visto este livro, que tem sido um dos romances mais populares dos últimos meses. Foi lançado só a meados de Setembro mas já tem mais de 200 mil avaliações no Goodreads.



O sucesso tão repentino do livro fez-me ficar intrigada e só depois descobri que é uma antiga fanfic de Star Wars. Essa franquia eu não acompanho portanto não sabia nada da origem desta história. Claro que agora publicado em livro normal  os nomes foram mudados mas sinceramente eu nem sei os nomes das personagens da série de 'A Guerra das Estrelas', portanto não tive qualquer dificuldade em entrar no livro como um romance normal.

O casal principal é formado por Olive, uma estudante de pós-graduação  e Adam, um professor da sua universidade. Ambos têm uma idade bem próxima portanto não pensem que é um romance proibido, muito pelo contrário é um romance cliché daqueles que os protagonistas fingem namorar por alguma razão que não vou revelar aqui se não conto tudo. 

O que me surpreendeu neste livro é que ele é realmente um livro simples sem muito drama, ou triângulo amoroso ou conversas desnecessárias que não acrescentam nada à leitura. Tem muitos capítulos e todos começam com uma hipótese remetendo para o nome do livro mas fiquei surpreendida quando a autora por vezes saltava vários dias na história e realmente não acrescenta palha nenhuma. Isto deve ser a maior qualidade que um autor pode ter, pois escrever um livro sem palha nenhuma é raro. 

Para além do romance entre o nosso casal (que obviamente passa de um romance falso para um verdadeiro) a autora vai picando em vários temas como o assédio sexual ou a pressão que alguns alunos vivem na universidade por parte dos orientadores na entrega de teses e trabalhos. Como aqui a área relatada é a Ciência, uma área ainda muito predominantemente masculina, achei estes assuntos bem interessantes. Obviamente que não são muito desenvolvidos mas acrescentam algum conteúdo ao romance fofo mas porém banal. 

Quanto ao casal principal adorei eles serem tão diferentes mas irem evoluindo ao longo do livro. O Adam torna-se mais simpático e a Olive fica mais segura de si mesma e do que quer.

Opinião da Mafi: "A Hipótese do Amor" de Ali Hazelwood

 


Se andam pelo tik tok ou pelo bookstagram ou até mesmo pelo Twitter, já devem ter visto este livro, que tem sido um dos romances mais populares dos últimos meses. Foi lançado só a meados de Setembro mas já tem mais de 200 mil avaliações no Goodreads.



O sucesso tão repentino do livro fez-me ficar intrigada e só depois descobri que é uma antiga fanfic de Star Wars. Essa franquia eu não acompanho portanto não sabia nada da origem desta história. Claro que agora publicado em livro normal  os nomes foram mudados mas sinceramente eu nem sei os nomes das personagens da série de "A Guerra das Estrelas", portanto não tive qualquer dificuldade em entrar no livro como um romance normal.

O casal principal é formado por Olive, uma estudante de pós-graduação  e Adam, um professor da sua universidade. Ambos têm uma idade bem próxima portanto não pensem que é um romance proibido, muito pelo contrário é um romance cliché daqueles que os protagonistas fingem namorar por alguma razão que não vou revelar aqui se não conto tudo. 

O que me surpreendeu neste livro é que ele é realmente um livro simples sem muito drama, ou triângulo amoroso ou conversas desnecessárias que não acrescentam nada à leitura. Tem muitos capítulos e todos começam com uma hipótese remetendo para o nome do livro mas fiquei surpreendida quando a autora por vezes saltava vários dias na história e realmente não acrescenta palha nenhuma. Isto deve ser a maior qualidade que um autor pode ter, pois escrever um livro sem palha nenhuma é raro. 

Para além do romance entre o nosso casal (que obviamente passa de um romance falso para um verdadeiro) a autora vai picando em vários temas como o assédio sexual ou a pressão que alguns alunos vivem na universidade por parte dos orientadores na entrega de teses e trabalhos. Como aqui a área relatada é a Ciência, uma área ainda muito predominantemente masculina, achei estes assuntos bem interessantes. Obviamente que não são muito desenvolvidos mas acrescentam algum conteúdo ao romance fofo mas porém banal. 

Quanto ao casal principal adorei eles serem tão diferentes mas irem evoluindo ao longo do livro. O Adam torna-se mais simpático e a Olive fica mais segura de si mesma e do que quer.

A Sair do Forno: 'A Filha do Guardião do Fogo' de Angeline Boulley

 



Mais um livro pela Desrotina e sai no dia 21 de Abril ehehe aka o meu aniversário 🎂


Daunis Fontaine, uma jovem de dezoito anos, filha de pai indígena e mãe branca, sempre se sentiu deslocada, quer na sua cidade natal, quer na sua muito próxima reserva indígena Ojibwe. Ambiciona uma oportunidade para começar tudo de novo na Universidade do Michigan, porém os seus planos são interrompidos por contratempos familiares que a levam a ter de ficar e cuidar da sua frágil mãe.


O único lado positivo desta situação é conhecer Jamie, um novo jogador que chega para integrar a equipa de hóquei no gelo do seu irmão Levi. Sentindo-se cada vez mais atraída por Jamie, desconfia, ainda assim, de que ele esconde um segredo. E tudo muda quando Daunis testemunha um assassínio chocante, que a torna numa informadora para o FBI, numa investigação sobre a circulação de uma nova droga letal.


Aproveitando os seus conhecimentos de química e de medicina tradicional Ojibwe, Daunis vai descobrindo velhos segredos e expondo os verdadeiros interesses da investigação policial, ao mesmo tempo que, enquanto vê aumentar o número de mortes, aprende o que significa ser forte para uma mulher com a sua ascendência indígena.


Até onde terá de ir pela sua comunidade nativa? Terá de destruir o único mundo que julgava conhecer?

A Sair do Forno: "A Filha do Guardião do Fogo" de Angeline Boulley

 



Mais um livro pela Desrotina e sai no dia 21 de Abril ehehe aka o meu aniversário 🎂


Daunis Fontaine, uma jovem de dezoito anos, filha de pai indígena e mãe branca, sempre se sentiu deslocada, quer na sua cidade natal, quer na sua muito próxima reserva indígena Ojibwe. Ambiciona uma oportunidade para começar tudo de novo na Universidade do Michigan, porém os seus planos são interrompidos por contratempos familiares que a levam a ter de ficar e cuidar da sua frágil mãe.


O único lado positivo desta situação é conhecer Jamie, um novo jogador que chega para integrar a equipa de hóquei no gelo do seu irmão Levi. Sentindo-se cada vez mais atraída por Jamie, desconfia, ainda assim, de que ele esconde um segredo. E tudo muda quando Daunis testemunha um assassínio chocante, que a torna numa informadora para o FBI, numa investigação sobre a circulação de uma nova droga letal.


Aproveitando os seus conhecimentos de química e de medicina tradicional Ojibwe, Daunis vai descobrindo velhos segredos e expondo os verdadeiros interesses da investigação policial, ao mesmo tempo que, enquanto vê aumentar o número de mortes, aprende o que significa ser forte para uma mulher com a sua ascendência indígena.


Até onde terá de ir pela sua comunidade nativa? Terá de destruir o único mundo que julgava conhecer?

Opinião da Ne: 'Às de Espadas' de Faridah Àbíké-Íyímídé

Às de Espadas foi o primeiro livro que li da nova chancela da Infinito Particular, a Desrotina

A expectativa era muita, não só pelo marketing feito por eles mas porque este romance foi altamente recomendado. Mas mais uma vez isso raramente corre bem e acabei o livro um pouco desiludida.

Adoro a capa, adoro as sprayed edges, adoro que ouçam os leitores e tragam os mais pedidos, mas de facto a história não me cativou, mesmo sendo solidaria e tendo tido empatia com os personagens. 

Gostei bastante dos capítulos iniciais de Chiamaka porque apesar do jogo que fazia e da personagem que vestiu, parecia-me que sabia bem o que queria, mas depois ao longo do livro fui-me apercebendo que afinal ela era tudo aquilo que ela não era e apenas de vestia e produzia para se encaixar. Mesmo assim não correu bem... nunca corre. As cenas dos pesadelos e do Passado dela foram as que me cativaram mais e depois tudo o que aconteceu com o melhor amigo e Belle também.

Em relação a Devon já não gostei tanto. Muito drama e depois acabou por ficar meio apático. As cenas sobre o pai dele pareceram metidas um pouco à pressa no meio da história, não achei que tivesse grande contexto. A introdução de novas personagens foi ara aumentar as suspeitas, mas no fim são 'acrescentos' que não acrescentaram nada também.

Por falar em fim, a seguir à uma certa atitude de Devon, este foi bastante óbvio. Por essa altura os vilões também já tinham sido descobertos, só ficando à espera do que se passaria de seguida ou se haveria mais algum vilão não revelado.

No geral lê-se muito bem. A escrita de Faridah é muito directa com alguma acção e discursos abundantes, mas talvez por ser young-adult já não me cativa tanto como antigamente. Claro que não posso negar que as temáticas estão lá bem presentes, mas a meu ver foram abordadas demasiado directamente ou de forma um pouco amadora, o contrário de autoras como Angie Thomas, que nos contam histórias com a mesma temática mas de forma mais realista e chocante e que nos fazem reagir de forma mais forte. Aqui talvez tenha sido por não achar os protagonistas com características fortes. 

De qualquer forma recomendo a sua leitura principalmente por não haver em Portugal mais literatura deste gênero.

Quando dois alunos da elitista escola privada Niveus, Devon Richards e Chiamaka Adebayo, são seleccionados para fazer parte dos delegados de turma, parece que o seu ano está a começar da melhor maneira. Afinal, não só fica ótimo no currículo para a faculdade, como os coloca oficialmente na corrida para orador de final de ano.

Porém, logo após o anúncio ser feito, alguém intitulado Ases começa a enviar mensagens de texto anónimas para revelar segredos sobre os dois que viram as suas vidas de cabeça para baixo e ameaçam os seus futuros cuidadosamente planeados.

O Ases não dá sinais de querer parar, e o que parecia uma brincadeira doentia, rapidamente se transforma num jogo perigoso, com todas as cartas contra eles. Serão Devon e Chiamaka capazes de pará-lo antes que as coisas se tornem incrivelmente mortais?

Opinião da Ne: "Às de Espadas" de Faridah Àbíké-Íyímídé

Às de Espadas foi o primeiro livro que li da nova chancela da Infinito Particular, a Desrotina

A expectativa era muita, não só pelo marketing feito por eles mas porque este romance foi altamente recomendado. Mas mais uma vez isso raramente corre bem e acabei o livro um pouco desiludida.

Adoro a capa, adoro as sprayed edges, adoro que ouçam os leitores e tragam os mais pedidos, mas de facto a história não me cativou, mesmo sendo solidaria e tendo tido empatia com os personagens. 

Gostei bastante dos capítulos iniciais de Chiamaka porque apesar do jogo que fazia e da personagem que vestiu, parecia-me que sabia bem o que queria, mas depois ao longo do livro fui-me apercebendo que afinal ela era tudo aquilo que ela não era e apenas de vestia e produzia para se encaixar. Mesmo assim não correu bem... nunca corre. As cenas dos pesadelos e do Passado dela foram as que me cativaram mais e depois tudo o que aconteceu com o melhor amigo e Belle também.

Em relação a Devon já não gostei tanto. Muito drama e depois acabou por ficar meio apático. As cenas sobre o pai dele pareceram metidas um pouco à pressa no meio da história, não achei que tivesse grande contexto. A introdução de novas personagens foi ara aumentar as suspeitas, mas no fim são "acrescentos" que não acrescentaram nada também.

Por falar em fim, a seguir à uma certa atitude de Devon, este foi bastante óbvio. Por essa altura os vilões também já tinham sido descobertos, só ficando à espera do que se passaria de seguida ou se haveria mais algum vilão não revelado.

No geral lê-se muito bem. A escrita de Faridah é muito directa com alguma acção e discursos abundantes, mas talvez por ser young-adult já não me cativa tanto como antigamente. Claro que não posso negar que as temáticas estão lá bem presentes, mas a meu ver foram abordadas demasiado directamente ou de forma um pouco amadora, o contrário de autoras como Angie Thomas, que nos contam histórias com a mesma temática mas de forma mais realista e chocante e que nos fazem reagir de forma mais forte. Aqui talvez tenha sido por não achar os protagonistas com características fortes. 

De qualquer forma recomendo a sua leitura principalmente por não haver em Portugal mais literatura deste gênero.

Quando dois alunos da elitista escola privada Niveus, Devon Richards e Chiamaka Adebayo, são seleccionados para fazer parte dos delegados de turma, parece que o seu ano está a começar da melhor maneira. Afinal, não só fica ótimo no currículo para a faculdade, como os coloca oficialmente na corrida para orador de final de ano.

Porém, logo após o anúncio ser feito, alguém intitulado Ases começa a enviar mensagens de texto anónimas para revelar segredos sobre os dois que viram as suas vidas de cabeça para baixo e ameaçam os seus futuros cuidadosamente planeados.

O Ases não dá sinais de querer parar, e o que parecia uma brincadeira doentia, rapidamente se transforma num jogo perigoso, com todas as cartas contra eles. Serão Devon e Chiamaka capazes de pará-lo antes que as coisas se tornem incrivelmente mortais?

Opinião da Mafi: 'Acorda para a vida, Chloe Brown' de Talia Hibbert

 


'Acorda para a vida, Chloe Brown'' tem um título muito divertido e uma capa muito fofa. Esta trilogia de livros (o terceiro saiu em  Março do ano passado) tem estado na moda pelo twitter e goodreads e como queria ler algo fofo e divertido decidi pegar neste livro. Não me arrependi, e começo por dizer que acompanhei o livro com o audiobook que fez-me também dar umas boas gargalhadas. Cada livro conta a história de uma irmã e aqui temos a Chloé, talvez a mais certinha das irmãs Brown.

Chloé sofre de fibromialgia e portanto a sua vida consiste em trabalhar desde casa, tomar medicação, descansar quando tem dores e pouco mais. As suas irmãs tentam dar-lhe um pouco de diversão na sua vida mas Chloé não alinha muito nos planos delas. Até que Chloé decide subir a uma árvore para resgatar um gato que recusa-se a descer e é surpreendida pelo vizinho, Red. Apesar de ter começado com o pé esquerdo, os dois lá se entendem e iniciam uma bonita amizade em que Red vai ajudar Chloé a aproveitar mais a sua vida (daí o título do livro). 

Eu adorei este livro e ele tem diversos pontos positivos. A primeira é a protagonista que para além de ser preta e gorda, tem uma doença crónica. Segundo temos o Red que saiu de uma relação abusiva em que ele era a vítima. Muito bom a autora ter ido por este caminho porque infelizmente também existem homens vítimas de relações tóxicas mas normalmente é pouco falado este assunto. As irmãs da Chloé parecem ser muito engraçadas e os próximos livros prometem. No geral adorei conhecer esta família e só posso recomendar este livro.

Um triunfo de amor, generosidade, capaz de alterar uma vida — a de Chloe Brown, seguramente, e provavelmente a de quem o ler.

Chloe Brown, uma web designer com fibromialgia, está farta de se considerar aborrecida. Depois de uma experiência de quase-morte provocada por um carro a alta velocidade, ela percebe que o seu elogio fúnebre seria um tanto quanto entediante e decide definir com urgência uma lista de afazeres para ajudá-la a finalmente «acordar para a vida», um plano simultaneamente bem-disposto e de grande profundidade emocional.

Sair de casa (da sua família rica)

Andar de mota

Acampar

Ter uma noitada de copos a sério (embebedando-se e tudo)

Fazer sexo sem compromisso (mas que seja bom)

Viajar pelo mundo, levando só uma mala

E fazer… qualquer coisa má

Mas não é fácil ser-se mau, mesmo quando escreves orientações passo a passo de como fazê-lo corretamente. O que a Chloe precisa é de um professor e ela conhece o homem certo para o trabalho: o seu misterioso vizinho Red Morgan, um motoqueiro cheio de tatuagens, daqueles que deixam péssimas primeiras impressões (mas demasiado charmoso). 

Porém, quando alista Red na sua missão de rebelião, Chloe aprende coisas sobre ele e Red revela-se diferente do que ela alguma vez imaginava. 

Acorda Para a Vida, Chloe Brown é o primeiro livro da série As Irmãs Brown.


                                                      

 


Opinião da Mafi: "Acorda para a vida, Chloe Brown" de Talia Hibbert

 


"Acorda para a vida, Chloe Brown'' tem um título muito divertido e uma capa muito fofa. Esta trilogia de livros (o terceiro saiu em  Março do ano passado) tem estado na moda pelo twitter e goodreads e como queria ler algo fofo e divertido decidi pegar neste livro. Não me arrependi, e começo por dizer que acompanhei o livro com o audiobook que fez-me também dar umas boas gargalhadas. Cada livro conta a história de uma irmã e aqui temos a Chloé, talvez a mais certinha das irmãs Brown.

Chloé sofre de fibromialgia e portanto a sua vida consiste em trabalhar desde casa, tomar medicação, descansar quando tem dores e pouco mais. As suas irmãs tentam dar-lhe um pouco de diversão na sua vida mas Chloé não alinha muito nos planos delas. Até que Chloé decide subir a uma árvore para resgatar um gato que recusa-se a descer e é surpreendida pelo vizinho, Red. Apesar de ter começado com o pé esquerdo, os dois lá se entendem e iniciam uma bonita amizade em que Red vai ajudar Chloé a aproveitar mais a sua vida (daí o título do livro). 

Eu adorei este livro e ele tem diversos pontos positivos. A primeira é a protagonista que para além de ser preta e gorda, tem uma doença crónica. Segundo temos o Red que saiu de uma relação abusiva em que ele era a vítima. Muito bom a autora ter ido por este caminho porque infelizmente também existem homens vítimas de relações tóxicas mas normalmente é pouco falado este assunto. As irmãs da Chloé parecem ser muito engraçadas e os próximos livros prometem. No geral adorei conhecer esta família e só posso recomendar este livro.

Um triunfo de amor, generosidade, capaz de alterar uma vida — a de Chloe Brown, seguramente, e provavelmente a de quem o ler.

Chloe Brown, uma web designer com fibromialgia, está farta de se considerar aborrecida. Depois de uma experiência de quase-morte provocada por um carro a alta velocidade, ela percebe que o seu elogio fúnebre seria um tanto quanto entediante e decide definir com urgência uma lista de afazeres para ajudá-la a finalmente «acordar para a vida», um plano simultaneamente bem-disposto e de grande profundidade emocional.

Sair de casa (da sua família rica)

Andar de mota

Acampar

Ter uma noitada de copos a sério (embebedando-se e tudo)

Fazer sexo sem compromisso (mas que seja bom)

Viajar pelo mundo, levando só uma mala

E fazer… qualquer coisa má

Mas não é fácil ser-se mau, mesmo quando escreves orientações passo a passo de como fazê-lo corretamente. O que a Chloe precisa é de um professor e ela conhece o homem certo para o trabalho: o seu misterioso vizinho Red Morgan, um motoqueiro cheio de tatuagens, daqueles que deixam péssimas primeiras impressões (mas demasiado charmoso). 

Porém, quando alista Red na sua missão de rebelião, Chloe aprende coisas sobre ele e Red revela-se diferente do que ela alguma vez imaginava. 

Acorda Para a Vida, Chloe Brown é o primeiro livro da série As Irmãs Brown.


                                                      

 


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