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A Entrar no Forno: 'From Lukov, with Love' de Mariana Zapata

 


A Editorial Presença comprou os direitos deste livro que será a estreia da autora em Portugal! Ainda não há data de lançamento mas provavelmente será só em 2023.


Se alguém perguntasse a Jasmine Santos como ela descreveria os últimos anos de sua vida numa única palavra, ela, definitivamente, usaria uma com quatro letras. Depois de dezassete anos e incontáveis promessas e ossos quebrados, ela sabe que as portas para competir na patinação artística estão a começar a fechar. Mas a oferta mais incrível de sua vida surge por meio de um rapaz arrogante e idiota que ela passou a última década a desejar poder lançar na direção de um autocarr em movimento. Então, Jasmine compreende que precisará reconsiderar tudo. Inclusive Ivan Lukov.



A Entrar no Forno: "From Lukov, with Love" de Mariana Zapata

 


A Editorial Presença comprou os direitos deste livro que será a estreia da autora em Portugal! Ainda não há data de lançamento mas provavelmente será só em 2023.


Se alguém perguntasse a Jasmine Santos como ela descreveria os últimos anos de sua vida numa única palavra, ela, definitivamente, usaria uma com quatro letras. Depois de dezassete anos e incontáveis promessas e ossos quebrados, ela sabe que as portas para competir na patinação artística estão a começar a fechar. Mas a oferta mais incrível de sua vida surge por meio de um rapaz arrogante e idiota que ela passou a última década a desejar poder lançar na direção de um autocarr em movimento. Então, Jasmine compreende que precisará reconsiderar tudo. Inclusive Ivan Lukov.



A Entrar no Forno: You've reached Sam' de Dustin Thao

 


A Sair pela Editorial Presença em 2023!

O que farias se tivesses uma segunda oportunidade  de dizer adeus?

A jovem de 17 anos, Julie Clarke tinha toda a sua vida planeada ao lado do namorado, Sam. Mas ele morre num acidente de carro e tudo perde sentido. Devastada pela dor, ela começa a  livrar-se de todas as coisas dele tenta enterrar as memórias que dividiam. Mas Julie decide que precisa de ouvir a voz do namorado pela última vez, nem que seja a mensagem gravada da caixa postal. Por isso, Julie liga para ele. E Sam atende.

A conexão é temporária, mas ouvir a voz de Sam faz com que Julie se apaixone por ele novamente ― e a cada chamada fica mais difícil deixá-lo ir. No entanto, manter as ligações sobrenaturais com Sam em segredo não é fácil, especialmente quando Julie testemunha o sofrimento da família dele. Só que Julie também sabe que contar a verdade seria arriscar a conexão e perdê-lo para sempre.

A Entrar no Forno: You've reached Sam" de Dustin Thao

 


A Sair pela Editorial Presença em 2023!

O que farias se tivesses uma segunda oportunidade  de dizer adeus?

A jovem de 17 anos, Julie Clarke tinha toda a sua vida planeada ao lado do namorado, Sam. Mas ele morre num acidente de carro e tudo perde sentido. Devastada pela dor, ela começa a  livrar-se de todas as coisas dele tenta enterrar as memórias que dividiam. Mas Julie decide que precisa de ouvir a voz do namorado pela última vez, nem que seja a mensagem gravada da caixa postal. Por isso, Julie liga para ele. E Sam atende.

A conexão é temporária, mas ouvir a voz de Sam faz com que Julie se apaixone por ele novamente ― e a cada chamada fica mais difícil deixá-lo ir. No entanto, manter as ligações sobrenaturais com Sam em segredo não é fácil, especialmente quando Julie testemunha o sofrimento da família dele. Só que Julie também sabe que contar a verdade seria arriscar a conexão e perdê-lo para sempre.

A Sair do Forno: 'Tudo o que restou de nós' de Adam Silvera

 




Depois do sucesso de 'No Final, morrem os dois' que teve imenso tempo esgotado em Portugal, a TopSeller volta a apostar no autor Adam Silvera a solo com o livro 'History is all you left me' que está previsto para dia 30 Maio! 


O Griffin acaba de perder o seu primeiro amor num trágico acidente. O Theo era o seu melhor amigo, o seu ex-namorado e a pessoa com quem se via a passar o resto da vida. Apesar de terem terminado o namoro uns meses antes, e de o Theo ter uma nova relação com o Jackson, o Griffin continuava a acreditar que iriam acabar por ficar juntos.

Agora, arrasados com a perda, o Griffi n e o Jackson aproximam-se, numa tentativa de reavivarem as memórias que partilham da pessoa que ambos amaram. Mas à medida que as conversas correm, verdades vêm à tona e o efeito é devastador.

Para conseguir reconstruir a sua vida, o Griffin terá de confrontar o passado e todas as histórias que viveu com o Theo. De contrário, poderá colocar em risco a sua felicidade e o seu próprio futuro!

A Sair do Forno: "Tudo o que restou de nós" de Adam Silvera

 




Depois do sucesso de "No Final, morrem os dois" que teve imenso tempo esgotado em Portugal, a TopSeller volta a apostar no autor Adam Silvera a solo com o livro "History is all you left me" que está previsto para dia 30 Maio! 


O Griffin acaba de perder o seu primeiro amor num trágico acidente. O Theo era o seu melhor amigo, o seu ex-namorado e a pessoa com quem se via a passar o resto da vida. Apesar de terem terminado o namoro uns meses antes, e de o Theo ter uma nova relação com o Jackson, o Griffin continuava a acreditar que iriam acabar por ficar juntos.

Agora, arrasados com a perda, o Griffi n e o Jackson aproximam-se, numa tentativa de reavivarem as memórias que partilham da pessoa que ambos amaram. Mas à medida que as conversas correm, verdades vêm à tona e o efeito é devastador.

Para conseguir reconstruir a sua vida, o Griffin terá de confrontar o passado e todas as histórias que viveu com o Theo. De contrário, poderá colocar em risco a sua felicidade e o seu próprio futuro!

Opinião da Ne: 'Culpa Minha (Culpados #1)' de Mercedes Ron

Culpa Minha é o primeiro da trilogia desta escritora espanhola que ganhou seguidores naquela aplicação agora muito em voga chamada Wattpad. Sinceramente ainda não estou convencida que seja uma boa estratégia da parte das editoras, mas escritores são escritores e histórias são histórias.

Primeiro que tudo quero também agradecer a cedência do exemplar da parte da Editorial Presença que nos tem aturado e nos tem apoiado tanto. Incansáveis! Estão nos nossos corações para sempre.

Em relação a este lançamento, podem contar com um livro novo adulto cheio de clichês e trigger warnings e tropes, mas não vai ser só isso. Com um inicio daqueles de revirar olhos e um prólogo igual ao meu do Finalmente Agosto (ou quase), a leitura vai prosseguir de forma viciante pela promessa de momentos mais interessantes e muito sexys. Sexy é o nome do meio do protagonista masculino, Nick ou Nicholas, que vai ter atributos muito evidenciados ao longo de todo o livro. Cada tshirt e calças que veste a protagonista tem que dizer quão bem lhe fica - e quem se está a queixar? Ninguém! 

O facto de ser um romance com muitas actividades, como festas nocturnas, corridas ilegais, lutas, volei, cenas familiares, vai fazer com que tenha uma linha temporal bem preenchida e por isso uma leitura bastante fluida e rápida.

A cerca de 75% começa a parte do drama, que faz parte claro, e começamos também a perceber que a actividade boa acabou há algum tempo e não vamos ter mais. E que os mesmo quatro personagens estão num loop de discotecas e de mesmos vicios e cenários. Além de que o nosso casal nem ata nem desata e o sentimento de diminuição de entusiasmo começa a aparecer. Neste ponto acho que Mercedes Ron teria ganho mais se continuasse no registo das corridas e/ou lutas ilegais, que foi o que me suscitou mais interesse já que não é uma temática que encontre muito nos romances que leio. Assim a acção centrou-se apenas nas drogas e álcool e auto-destruição de certa personagem.

Posso também acrescentar que Noah começa a contradizer-se e os seus segredos e trauma acabam por passar a hora de serem revelados. Em relação a estes a minha suspeita confirmou-se, apesar do medo do escuro ter-me suscitado suspeitas de algo ainda pior, mas como ela reagia bem aos avanços de Nicholas risquei essa hipótese. 

Os nomes dos protagonistas serem começados por N e mais masculinos que unisexo também me fez alguma confusão no inicio para identificar quem era quem.

Em relação a Jenna e Lion, são personagens que a certa altura estão ali a fazer número, o que também desmotivou um pouco a leitura. Acredito que o foco seria sempre em Noah e Nicholas, mas estes dois amigos estavam a ter grande contributo e de repente deixaram de o ter. O contrário aconteceu com Maddie (já não tenho a certeza se é este o nome da personagem), que foi uma óptima adição ao 'elenco'.

No geral é um romance jovem adulto cheio de adrenalina, com temáticas e trigger warnings que nos tocam no coração e aumentam imenso a empatia pelas personagens, tal como o grau de ansiedade durante a leitura. O final é super entusiasmante, mas dá um toque final ao livro, por isso ainda nem fui ler a sinopse do seguinte já que a meu ver podia terminar por aqui.

Tropes: bad-boy-good-girl, double-pov, enemies-to-lovers, forced-proximity, found-family, opostos-atraem-se, slow-burn, touch-her-and-you-die, who-did-this-to-you

Nicholas Leister foi criado para complicar a minha vida. Alto, olhos azuis, cabelo preto... Parece lindo, não é? Pois, mas se vos disser que representa tudo, mas mesmo tudo aquilo de que fujo desde que me lembro de existir… Se calhar, já não parece tão lindo assim…
Perigo. Foi esta a primeira coisa em que pensei quando o conheci e descobri que ele mantém uma vida dupla escondida do pai milionário. Como é que acabei por me apaixonar? Fácil: com aqueles olhos, ele virou o meu mundo de cabeça para baixo.

Opinião da Ne: "Culpa Minha (Culpados #1)" de Mercedes Ron

Culpa Minha é o primeiro da trilogia desta escritora espanhola que ganhou seguidores naquela aplicação agora muito em voga chamada Wattpad. Sinceramente ainda não estou convencida que seja uma boa estratégia da parte das editoras, mas escritores são escritores e histórias são histórias.

Primeiro que tudo quero também agradecer a cedência do exemplar da parte da Editorial Presença que nos tem aturado e nos tem apoiado tanto. Incansáveis! Estão nos nossos corações para sempre.

Em relação a este lançamento, podem contar com um livro novo adulto cheio de clichês e trigger warnings e tropes, mas não vai ser só isso. Com um inicio daqueles de revirar olhos e um prólogo igual ao meu do Finalmente Agosto (ou quase), a leitura vai prosseguir de forma viciante pela promessa de momentos mais interessantes e muito sexys. Sexy é o nome do meio do protagonista masculino, Nick ou Nicholas, que vai ter atributos muito evidenciados ao longo de todo o livro. Cada tshirt e calças que veste a protagonista tem que dizer quão bem lhe fica - e quem se está a queixar? Ninguém! 

O facto de ser um romance com muitas actividades, como festas nocturnas, corridas ilegais, lutas, volei, cenas familiares, vai fazer com que tenha uma linha temporal bem preenchida e por isso uma leitura bastante fluida e rápida.

A cerca de 75% começa a parte do drama, que faz parte claro, e começamos também a perceber que a actividade boa acabou há algum tempo e não vamos ter mais. E que os mesmo quatro personagens estão num loop de discotecas e de mesmos vicios e cenários. Além de que o nosso casal nem ata nem desata e o sentimento de diminuição de entusiasmo começa a aparecer. Neste ponto acho que Mercedes Ron teria ganho mais se continuasse no registo das corridas e/ou lutas ilegais, que foi o que me suscitou mais interesse já que não é uma temática que encontre muito nos romances que leio. Assim a acção centrou-se apenas nas drogas e álcool e auto-destruição de certa personagem.

Posso também acrescentar que Noah começa a contradizer-se e os seus segredos e trauma acabam por passar a hora de serem revelados. Em relação a estes a minha suspeita confirmou-se, apesar do medo do escuro ter-me suscitado suspeitas de algo ainda pior, mas como ela reagia bem aos avanços de Nicholas risquei essa hipótese. 

Os nomes dos protagonistas serem começados por N e mais masculinos que unisexo também me fez alguma confusão no inicio para identificar quem era quem.

Em relação a Jenna e Lion, são personagens que a certa altura estão ali a fazer número, o que também desmotivou um pouco a leitura. Acredito que o foco seria sempre em Noah e Nicholas, mas estes dois amigos estavam a ter grande contributo e de repente deixaram de o ter. O contrário aconteceu com Maddie (já não tenho a certeza se é este o nome da personagem), que foi uma óptima adição ao "elenco".

No geral é um romance jovem adulto cheio de adrenalina, com temáticas e trigger warnings que nos tocam no coração e aumentam imenso a empatia pelas personagens, tal como o grau de ansiedade durante a leitura. O final é super entusiasmante, mas dá um toque final ao livro, por isso ainda nem fui ler a sinopse do seguinte já que a meu ver podia terminar por aqui.

Tropes: bad-boy-good-girl, double-pov, enemies-to-lovers, forced-proximity, found-family, opostos-atraem-se, slow-burn, touch-her-and-you-die, who-did-this-to-you

Nicholas Leister foi criado para complicar a minha vida. Alto, olhos azuis, cabelo preto... Parece lindo, não é? Pois, mas se vos disser que representa tudo, mas mesmo tudo aquilo de que fujo desde que me lembro de existir… Se calhar, já não parece tão lindo assim…
Perigo. Foi esta a primeira coisa em que pensei quando o conheci e descobri que ele mantém uma vida dupla escondida do pai milionário. Como é que acabei por me apaixonar? Fácil: com aqueles olhos, ele virou o meu mundo de cabeça para baixo.

Opinião da Ne: 'Shore Desvendado' de M.G. Ferrey

Primeiro que tudo, Shore Desvendado não é para toda a gente. Se já leste Aquorea, e aqui é o mais importante, e se não gostaste assim tanto, então não vale a pena pegares neste livro.

Shore é Aquorea, por isso vão ter 90% repetidas com o POV do Kai. 

Se leste e adoraste então este livro é para ti!

Aquorea não foi o romance fantástico perfeito para mim, mas Shore foi um livro que adorei pelo que é, pelas surpresas que me trouxe, e pela perspectiva que me fez mudar a opinião deste protagonista. Adorei a capa dura, adorei a tatuagem e adorei as restantes ilustrações.

Adorei rever Petra e curiosamente Umi. Adorei as cenas extra com o Colt, claro. Adorei rever este mundo agora aos olhos de Kai. Queria mais de Aquorea claro, mas sei que não posso ter tudo já.

Se já leste Aquorea há muito tempo então relê como eu fiz e vais ver que é muito melhor, porque Shore também não é para servir de releitura. É para reveres aqueles melhores momentos do casal e para lhe acrescentar algo mais. Também não é uma continuação de Aquorea, para isso vais ter que esperar mais um pouco, ansiosamente.

É um livro que se lê bem rápido e por isso esta opinião também o é.

Kai Shore é apaixonado por Ara desde criança. Guarda com nostalgia a memória da primeira vez que a viu, que brincaram juntos e todos os momentos importantes. Porém, Kai nunca esteve com Ara, nunca a tocou. Separados pelo abismo, estão unidos por uma ligação forte e inexplicável que vai muito além do que conhecemos. Kai vive em Aquorea, uma cidade tecnologicamente avançada, que prosperou milhares de metros abaixo da Superfície.
Ara vive em Atlanta, nos Estados Unidos, mas quando, no funeral do seu avô, ela supostamente se afoga, é levada pelos portais de água, para Aquorea. Kai resgata-a, mas em choque não sabe se Ara o reconhece. Terão sido apenas como amigos imaginários para ela?
Dividido, Kai terá de decidir se quer lutar por Ara e pelo seu amor, mesmo sabendo o que a chegada dela significa para o seu povo. Num intenso conflito interno, Kai tenta mostrar a Ara tudo o que ela tem perdido, despertando-lhe os sentidos, enquanto desvenda todos os seus segredos.

Opinião da Ne: "Shore Desvendado" de M.G. Ferrey

Primeiro que tudo, Shore Desvendado não é para toda a gente. Se já leste Aquorea, e aqui é o mais importante, e se não gostaste assim tanto, então não vale a pena pegares neste livro.

Shore é Aquorea, por isso vão ter 90% repetidas com o POV do Kai. 

Se leste e adoraste então este livro é para ti!

Aquorea não foi o romance fantástico perfeito para mim, mas Shore foi um livro que adorei pelo que é, pelas surpresas que me trouxe, e pela perspectiva que me fez mudar a opinião deste protagonista. Adorei a capa dura, adorei a tatuagem e adorei as restantes ilustrações.

Adorei rever Petra e curiosamente Umi. Adorei as cenas extra com o Colt, claro. Adorei rever este mundo agora aos olhos de Kai. Queria mais de Aquorea claro, mas sei que não posso ter tudo já.

Se já leste Aquorea há muito tempo então relê como eu fiz e vais ver que é muito melhor, porque Shore também não é para servir de releitura. É para reveres aqueles melhores momentos do casal e para lhe acrescentar algo mais. Também não é uma continuação de Aquorea, para isso vais ter que esperar mais um pouco, ansiosamente.

É um livro que se lê bem rápido e por isso esta opinião também o é.

Kai Shore é apaixonado por Ara desde criança. Guarda com nostalgia a memória da primeira vez que a viu, que brincaram juntos e todos os momentos importantes. Porém, Kai nunca esteve com Ara, nunca a tocou. Separados pelo abismo, estão unidos por uma ligação forte e inexplicável que vai muito além do que conhecemos. Kai vive em Aquorea, uma cidade tecnologicamente avançada, que prosperou milhares de metros abaixo da Superfície.
Ara vive em Atlanta, nos Estados Unidos, mas quando, no funeral do seu avô, ela supostamente se afoga, é levada pelos portais de água, para Aquorea. Kai resgata-a, mas em choque não sabe se Ara o reconhece. Terão sido apenas como amigos imaginários para ela?
Dividido, Kai terá de decidir se quer lutar por Ara e pelo seu amor, mesmo sabendo o que a chegada dela significa para o seu povo. Num intenso conflito interno, Kai tenta mostrar a Ara tudo o que ela tem perdido, despertando-lhe os sentidos, enquanto desvenda todos os seus segredos.

Opinião da Mafi: 'Teremos sempre o verão' de Jenny Han


Lido em 2013 


Este terceiro livro da trilogia acabou por ser o melhor de todos, ou pelo menos aquele que me deu mais vontade de ler. 



No primeiro livro tivemos Belly e Conrad como um casal, no segundo a moça decidiu que afinal gostava mais do irmão deste, Jeremiah. No terceiro livro ficamos a saber com quem ela fica realmente e sinceramente tanto com um ou com o outro Isabella estava bem entregue, apesar de não ser merecedora de nenhum dos dois, in my opinion.

'Sempre teremos o verão' começa com uma bomba: Jeremiah pede Belly em casamento!! Ao princípio fiquei: 'what the f*ck? olha estes dois agora armados em adultos!' sim, porque a Belly é a personagem mais imatura de sempre, não aparentando ter 19 anos. Mas surpresa das surpresas ela aceita porque o ama muito e não consegue esperar até ter 30 anos e agora que já está na faculdade é óbvio que a altura ideal e mais perfeita para casar é agora neste momento, sem pensar no amanhã, claro! Porque todas as raparigas adolescentes querem casar com esta idade.
As páginas seguintes são as habituais recomendações e avisos dos pais, de Steven e de Conrad que tentam de tudo para que este enlace não se concretize. Mas nem assim eles conseguem convencer os dois jovens a anularem o casamento que acaba por não se concretizar porque na véspera Belly descobre que afinal o amor infinito que sentia por Jeremiah também se aplica ao seu irmão. Really? E pronto já não há casório para ninguém, Belly gosta dos dois irmãos e por ela até era um casamento a três, mas claro que irmão que é irmão não partilha a sua dama com ninguém, ora essa! Num confronto entre os dois, temos direito a declarações como: 'you're dead to me!'  Ouch isso não se diz assim da boca para fora a um irmão de sangue, ainda por cima por causa da Belly! Mas eu compreendo as hormonas estão aos saltos e o rapaz viu a sua noite de núpcias arruinada pelo próprio irmão, ninguém merece isso. 

Ao fim de isto tudo pensei: 'olha querem ver que afinal a moça ficou sem nenhum?!' Mas não, era injusto e assim no epílogo vemos que a Belly fez a escolha certa, escolheu o seu primeiro amor.

Não é uma trilogia que me faça ter saudades, a autora ainda é muito verde tanto na escrita como na construção de enredos e personagens, sendo tudo muito cliché, mas pronto são livros leves, muito fáceis de ler, ideais para o verão. 



Opinião da Mafi: "Teremos sempre o verão" de Jenny Han


Lido em 2013 


Este terceiro livro da trilogia acabou por ser o melhor de todos, ou pelo menos aquele que me deu mais vontade de ler. 



No primeiro livro tivemos Belly e Conrad como um casal, no segundo a moça decidiu que afinal gostava mais do irmão deste, Jeremiah. No terceiro livro ficamos a saber com quem ela fica realmente e sinceramente tanto com um ou com o outro Isabella estava bem entregue, apesar de não ser merecedora de nenhum dos dois, in my opinion.

"Sempre teremos o verão" começa com uma bomba: Jeremiah pede Belly em casamento!! Ao princípio fiquei: "what the f*ck? olha estes dois agora armados em adultos!" sim, porque a Belly é a personagem mais imatura de sempre, não aparentando ter 19 anos. Mas surpresa das surpresas ela aceita porque o ama muito e não consegue esperar até ter 30 anos e agora que já está na faculdade é óbvio que a altura ideal e mais perfeita para casar é agora neste momento, sem pensar no amanhã, claro! Porque todas as raparigas adolescentes querem casar com esta idade.
As páginas seguintes são as habituais recomendações e avisos dos pais, de Steven e de Conrad que tentam de tudo para que este enlace não se concretize. Mas nem assim eles conseguem convencer os dois jovens a anularem o casamento que acaba por não se concretizar porque na véspera Belly descobre que afinal o amor infinito que sentia por Jeremiah também se aplica ao seu irmão. Really? E pronto já não há casório para ninguém, Belly gosta dos dois irmãos e por ela até era um casamento a três, mas claro que irmão que é irmão não partilha a sua dama com ninguém, ora essa! Num confronto entre os dois, temos direito a declarações como: "you're dead to me!"  Ouch isso não se diz assim da boca para fora a um irmão de sangue, ainda por cima por causa da Belly! Mas eu compreendo as hormonas estão aos saltos e o rapaz viu a sua noite de núpcias arruinada pelo próprio irmão, ninguém merece isso. 

Ao fim de isto tudo pensei: "olha querem ver que afinal a moça ficou sem nenhum?!" Mas não, era injusto e assim no epílogo vemos que a Belly fez a escolha certa, escolheu o seu primeiro amor.

Não é uma trilogia que me faça ter saudades, a autora ainda é muito verde tanto na escrita como na construção de enredos e personagens, sendo tudo muito cliché, mas pronto são livros leves, muito fáceis de ler, ideais para o verão. 



Opinião da Ne: 'Teremos Sempre o Verão (Summer #3)' de Jenny Han

Finalmente o terceiro e último foi lido. Não posso falar muito porque nem demorei assim tanto. Três dias, três livros. Eles de facto são muito leves e lêem-se muito bem. Os capítulos são curtos, muita actividade.

Comecei sem grandes expectativas e já com teorias, porque o final do segundo entrega-nos tudo de bandeja para o terceiro. A autora colocou ali uma reviravolta muito mal aproveitada e a partir daí nada desenrola bem. Continua também a encher o livro de flashbacks, o que acaba por ser o costume e nada que nos surpreenda. Se calhar ficaria surpreendida se ela por uma vez só nos desse Presente. O que me acabou por chatear foi que algumas cenas de Belly com um dos rapazes pareceram ser inventadas de repente para ajudar o final que ela decidiu para este livro.

Sinceramente, este terceiro foi lido já meio contrariada, porque tanto as cenas como as personagens já não estava a fazer grande sentido. A meu ver, a trilogia podia ter sido toda adaptada num único filme.

Conrad, um dos rapazes, foi definitivamente uma personagem muito mal construída e isto nota-se ainda mais neste volume. É sempre aquele personagem que está ausente e não contribui, mas depois é também aquele que toda a gente está sempre a perguntar por ele e o que ele diz é que conta. Este tipo de coisas irrita-me tanto nos livros como na vida real. Mas aqui parece demasiado irrealista.

Em Teremos Sempre o Verão deixamos de ter o POV de Jeremiah para ter o de Conrad, que por sua vez não coincidiu em nada com a personagem que nos tem sido apresentada pelos POVs de Belly - será que era o objectivo e ele nos foi pintado de forma mais romantizada?

Gostei das cenas de amigas, faculdade e de quando ela volta para a casa da praia, mas Steven foi completamente posto de lado e Belly continuou imatura e dramática.

- SPOILERS - 

É um romance super inocente em que todos se relacionam sexualmente menos a protagonista. Por isso se estavam à espera de mais que beijos então desenganem-se. Tanto no namoro como no noivado não há mais que um ou dois beijos decentes. Achei muito fraco e encontrei zero química entre ela e Conrad. Com Jeremiah até achei mais mas no inicio.

Conclusão: 

Não posso dizer que foi uma perda de tempo porque me manteve entretida e durou pouco, mas tal como a outra trilogia dela não adorei a história nem o romance. Não sei se voltarei a ler mais desta autora. Só se me esquecer como foi o caso desta. 

Opinião dos anteriores: O Verão Em Que Me Apaixonei e Sem Ti Não Há Verão

Pode um primeiro amor durar para sempre?
Juntos há dois anos, Belly e Jeremiah tornaram-se inseparáveis. A relação está mais forte do que nunca, apesar dos erros cometidos.

Prestes a conseguir o seu final feliz, e com a certeza de que Jeremiah é a sua alma gémea, Belly ruma à casa de praia, o lugar perfeito para parar e respirar. Mas o reencontro com Conrad desperta a nostalgia de um primeiro grande amor que se guardou em segurança. Será que a relação com Jeremiah tem mesmo futuro? E terá Belly realmente esquecido Conrad?
Não é possível fugir ao destino, nem apressá-lo. Mas agora chegou o tão aguardado momento em que Belly tem de decidir, de uma vez por todas, qual dos dois irmãos conquistou definitivamente o seu coração. Neste verão, nada ficará como dantes.

Opinião da Ne: "Teremos Sempre o Verão (Summer #3)" de Jenny Han

Finalmente o terceiro e último foi lido. Não posso falar muito porque nem demorei assim tanto. Três dias, três livros. Eles de facto são muito leves e lêem-se muito bem. Os capítulos são curtos, muita actividade.

Comecei sem grandes expectativas e já com teorias, porque o final do segundo entrega-nos tudo de bandeja para o terceiro. A autora colocou ali uma reviravolta muito mal aproveitada e a partir daí nada desenrola bem. Continua também a encher o livro de flashbacks, o que acaba por ser o costume e nada que nos surpreenda. Se calhar ficaria surpreendida se ela por uma vez só nos desse Presente. O que me acabou por chatear foi que algumas cenas de Belly com um dos rapazes pareceram ser inventadas de repente para ajudar o final que ela decidiu para este livro.

Sinceramente, este terceiro foi lido já meio contrariada, porque tanto as cenas como as personagens já não estava a fazer grande sentido. A meu ver, a trilogia podia ter sido toda adaptada num único filme.

Conrad, um dos rapazes, foi definitivamente uma personagem muito mal construída e isto nota-se ainda mais neste volume. É sempre aquele personagem que está ausente e não contribui, mas depois é também aquele que toda a gente está sempre a perguntar por ele e o que ele diz é que conta. Este tipo de coisas irrita-me tanto nos livros como na vida real. Mas aqui parece demasiado irrealista.

Em Teremos Sempre o Verão deixamos de ter o POV de Jeremiah para ter o de Conrad, que por sua vez não coincidiu em nada com a personagem que nos tem sido apresentada pelos POVs de Belly - será que era o objectivo e ele nos foi pintado de forma mais romantizada?

Gostei das cenas de amigas, faculdade e de quando ela volta para a casa da praia, mas Steven foi completamente posto de lado e Belly continuou imatura e dramática.

- SPOILERS - 

É um romance super inocente em que todos se relacionam sexualmente menos a protagonista. Por isso se estavam à espera de mais que beijos então desenganem-se. Tanto no namoro como no noivado não há mais que um ou dois beijos decentes. Achei muito fraco e encontrei zero química entre ela e Conrad. Com Jeremiah até achei mais mas no inicio.

Conclusão: 

Não posso dizer que foi uma perda de tempo porque me manteve entretida e durou pouco, mas tal como a outra trilogia dela não adorei a história nem o romance. Não sei se voltarei a ler mais desta autora. Só se me esquecer como foi o caso desta. 

Opinião dos anteriores: O Verão Em Que Me Apaixonei e Sem Ti Não Há Verão

Pode um primeiro amor durar para sempre?
Juntos há dois anos, Belly e Jeremiah tornaram-se inseparáveis. A relação está mais forte do que nunca, apesar dos erros cometidos.

Prestes a conseguir o seu final feliz, e com a certeza de que Jeremiah é a sua alma gémea, Belly ruma à casa de praia, o lugar perfeito para parar e respirar. Mas o reencontro com Conrad desperta a nostalgia de um primeiro grande amor que se guardou em segurança. Será que a relação com Jeremiah tem mesmo futuro? E terá Belly realmente esquecido Conrad?
Não é possível fugir ao destino, nem apressá-lo. Mas agora chegou o tão aguardado momento em que Belly tem de decidir, de uma vez por todas, qual dos dois irmãos conquistou definitivamente o seu coração. Neste verão, nada ficará como dantes.

Opinião da Ne: 'Sem Ti Não Há Verão (Summer #2)' de Jenny Han


No final do primeiro temos o inicio de uma cena com Belly e um dos rapazes - o tal não-fim; por isso quando peguei neste segundo estava à espera dessa continuação, mas apenas só a tive mais à frente. Começo já esta opinião a avisar-vos.

Mais uma vez Jenny Han investiu em muitos flashbacks do passado das crianças e não no presente e na idade mínima que me levou a pegar nesta trilogia.

Aqui no segundo volume temos melhorias, como o duplo POV, mas mesmo assim 90% sendo de Belly. Vamos ter mais acontecimentos, um pouco mais interessantes, mas mesmo assim ... a autora incluiu uma temática mais pesada que com a protagonista um ano mais velha vai tornar o livro menos juvenil.

Aqui o romance segue por uma linha bem diferente, mas com a escritora a promover mais esse personagem acabei por gostar da reviravolta. Mesmo assim, a história é aquilo e aquilo mesmo, com muitas lágrimas e muitos dramas da protagonista. Não digo que não era assim na idade dela, mas penso que se Jenny Han tivesse descrito uma personagem mais forte e menos hormonal teria cativado mais. Também temos mais Taylor (melhor amiga de Belly) que anima um pouco as coisas, mas acaba por trazer ao de cima ainda mais a insegurança da amiga. Esta última continua-se a contradizer-se imenso, mas os seus pensamentos e coração acabam por ser constantes e por isso o final deste livro, para mim, apesar de me agradar, vai ser algo falso. Principalmente depois de ter lido o terceiro e último volume.

Tal como no primeiro, as cenas entre amigos, as descrições dos ambientes de praia, piscinas, refeições, etc, são bem descritas, mas são muito rápidas e no fundo muito semelhantes. De qualquer forma, decidi ler o último sempre à espera de algo mais.

Opinião do primeiro: O Verão Em Que Me Apaixonei

TW: luto, oncologia.

Todos os anos, Belly costuma contar os dias que faltam para o verão, e só pensa em regressar à casa de praia para estar novamente com Conrad e Jeremiah. Contudo, a amizade que sempre uniu os três jovens parece estar a desmoronar-se e tudo parece diferente.
Até ao dia em que Jeremiah conta a Belly que Conrad desapareceu, e lhe pede ajuda para o encontrar. Belly fará de tudo para descobrir onde está o amigo. Mas isso só será possível se regressarem à casa de praia. Voltará tudo a ser como dantes ou estará esta amizade num ponto sem retorno?

Opinião da Ne: "Sem Ti Não Há Verão (Summer #2)" de Jenny Han


No final do primeiro temos o inicio de uma cena com Belly e um dos rapazes - o tal não-fim; por isso quando peguei neste segundo estava à espera dessa continuação, mas apenas só a tive mais à frente. Começo já esta opinião a avisar-vos.

Mais uma vez Jenny Han investiu em muitos flashbacks do passado das crianças e não no presente e na idade mínima que me levou a pegar nesta trilogia.

Aqui no segundo volume temos melhorias, como o duplo POV, mas mesmo assim 90% sendo de Belly. Vamos ter mais acontecimentos, um pouco mais interessantes, mas mesmo assim ... a autora incluiu uma temática mais pesada que com a protagonista um ano mais velha vai tornar o livro menos juvenil.

Aqui o romance segue por uma linha bem diferente, mas com a escritora a promover mais esse personagem acabei por gostar da reviravolta. Mesmo assim, a história é aquilo e aquilo mesmo, com muitas lágrimas e muitos dramas da protagonista. Não digo que não era assim na idade dela, mas penso que se Jenny Han tivesse descrito uma personagem mais forte e menos hormonal teria cativado mais. Também temos mais Taylor (melhor amiga de Belly) que anima um pouco as coisas, mas acaba por trazer ao de cima ainda mais a insegurança da amiga. Esta última continua-se a contradizer-se imenso, mas os seus pensamentos e coração acabam por ser constantes e por isso o final deste livro, para mim, apesar de me agradar, vai ser algo falso. Principalmente depois de ter lido o terceiro e último volume.

Tal como no primeiro, as cenas entre amigos, as descrições dos ambientes de praia, piscinas, refeições, etc, são bem descritas, mas são muito rápidas e no fundo muito semelhantes. De qualquer forma, decidi ler o último sempre à espera de algo mais.

Opinião do primeiro: O Verão Em Que Me Apaixonei

TW: luto, oncologia.

Todos os anos, Belly costuma contar os dias que faltam para o verão, e só pensa em regressar à casa de praia para estar novamente com Conrad e Jeremiah. Contudo, a amizade que sempre uniu os três jovens parece estar a desmoronar-se e tudo parece diferente.
Até ao dia em que Jeremiah conta a Belly que Conrad desapareceu, e lhe pede ajuda para o encontrar. Belly fará de tudo para descobrir onde está o amigo. Mas isso só será possível se regressarem à casa de praia. Voltará tudo a ser como dantes ou estará esta amizade num ponto sem retorno?

Opinião da Mafi: 'O verão em que me apaixonei' de Jenny Han


Lido em 2013


Já há muito tempo que queria ler este livro. A capa e o título sempre me interessaram e a sinopse mostrava que ia ser um livro engraçado, fofo, divertido, ideal para o verão.

Oh como eu fui enganada!! 'O verão que mudou  minha vida' conta-nos a vida de Isabella 'Belly' uma rapariga normal e simples que só vive para o verão. É nesta altura que chegam as férias grandes e onde ela, o seu irmão Steven e sua mãe passam os dias em casa de Susannah e os seus dois filhos Conrad e Jeremiah. E pronto fim do livro, é isto que acontece durante quase 300 páginas.

Não acontece praticamente nada durante o livro todo, apenas vemos Belly com os seus dois melhores amigos e que começa a ter dúvidas sobre o próximo verão, pois já não vão estar todos juntos, e que drama por causa disso! A protagonista é irritante e não gostei muito dela, passa o livro todo a chamar a atenção do Conrad (o rapaz que ela gosta). Irritou-me um bocado mas enfim, esperei que a história melhorasse.

Não melhorou, só piorou porque ela tornou-se 'pretty' (bonita) ou seja ficou uma convencida do pior. E com 16 anos, pronto já sabemos que está na idade do armário. Mimada e fútil é o que ela é, pensa que o mundo gira à volta dela, coitada.

Quanto aos irmãos, até gostei deles, e tive pena por terem de aturar a Belly mas mesmo assim nenhum deles se destacou...ambos são diferentes, Conrad é mais tímido, calmo e Jeremiah é mais alegre e mais rebelde. Posso dizer que a única personagem que gostei mesmo foi Susannah a mãe dos rapazes! Sempre bem disposta. 
E não há mais nada a dizer...é um livro muito levezinho, para ler quando o cérebro não exige muito. Eu não pretendia continuar com a série mas como estava a achar o livro uma seca, fui procurar spoilers do 2º livro e finalmente(!!!) vai acontecer algo...mas que também não me deixou muito agradada, mas ao menos suscitou-me a curiosidade, portanto sim, vou fazer um esforço e ler os próximos volumes e rezar para que a Isabella mude de atitude e se torne mais adulta.

Toda a minha vida era medida em verões. Como se não começasse efetivamente a viver enquanto não chegasse junho, até estar naquela praia, naquela casa.»

Tudo o que é bom e mágico acontece durante o verão, e é a sonhar com o verão que Belly, de 16 anos, passa os seus dias. Para ela, os invernos são insuportáveis e sinónimo de estar longe de Jeremiah e de Conrad, os rapazes que Belly conhece desde a sua primeira estadia na casa de praia. Eles são os seus quase-irmãos, os seus inseparáveis parceiros de aventuras.

Até que chega aquele verão — maravilhoso e ao mesmo tempo terrível — em que tudo muda. Estas poderão ser as últimas férias que passam todos juntos na casa de praia. Chegou o momento de perpetuar memórias, confessar paixões escondidas e, acima de tudo, é hora de, finalmente, Belly começar a obedecer ao seu coração.

Um romance com sabor a mar e a liberdade, sobre crescer e apaixonar-se, deixando-nos a desejar por mais.

Opinião da Mafi: "O verão em que me apaixonei" de Jenny Han


Lido em 2013


Já há muito tempo que queria ler este livro. A capa e o título sempre me interessaram e a sinopse mostrava que ia ser um livro engraçado, fofo, divertido, ideal para o verão.

Oh como eu fui enganada!! "O verão que mudou  minha vida" conta-nos a vida de Isabella "Belly" uma rapariga normal e simples que só vive para o verão. É nesta altura que chegam as férias grandes e onde ela, o seu irmão Steven e sua mãe passam os dias em casa de Susannah e os seus dois filhos Conrad e Jeremiah. E pronto fim do livro, é isto que acontece durante quase 300 páginas.

Não acontece praticamente nada durante o livro todo, apenas vemos Belly com os seus dois melhores amigos e que começa a ter dúvidas sobre o próximo verão, pois já não vão estar todos juntos, e que drama por causa disso! A protagonista é irritante e não gostei muito dela, passa o livro todo a chamar a atenção do Conrad (o rapaz que ela gosta). Irritou-me um bocado mas enfim, esperei que a história melhorasse.

Não melhorou, só piorou porque ela tornou-se "pretty" (bonita) ou seja ficou uma convencida do pior. E com 16 anos, pronto já sabemos que está na idade do armário. Mimada e fútil é o que ela é, pensa que o mundo gira à volta dela, coitada.

Quanto aos irmãos, até gostei deles, e tive pena por terem de aturar a Belly mas mesmo assim nenhum deles se destacou...ambos são diferentes, Conrad é mais tímido, calmo e Jeremiah é mais alegre e mais rebelde. Posso dizer que a única personagem que gostei mesmo foi Susannah a mãe dos rapazes! Sempre bem disposta. 
E não há mais nada a dizer...é um livro muito levezinho, para ler quando o cérebro não exige muito. Eu não pretendia continuar com a série mas como estava a achar o livro uma seca, fui procurar spoilers do 2º livro e finalmente(!!!) vai acontecer algo...mas que também não me deixou muito agradada, mas ao menos suscitou-me a curiosidade, portanto sim, vou fazer um esforço e ler os próximos volumes e rezar para que a Isabella mude de atitude e se torne mais adulta.

Toda a minha vida era medida em verões. Como se não começasse efetivamente a viver enquanto não chegasse junho, até estar naquela praia, naquela casa.»

Tudo o que é bom e mágico acontece durante o verão, e é a sonhar com o verão que Belly, de 16 anos, passa os seus dias. Para ela, os invernos são insuportáveis e sinónimo de estar longe de Jeremiah e de Conrad, os rapazes que Belly conhece desde a sua primeira estadia na casa de praia. Eles são os seus quase-irmãos, os seus inseparáveis parceiros de aventuras.

Até que chega aquele verão — maravilhoso e ao mesmo tempo terrível — em que tudo muda. Estas poderão ser as últimas férias que passam todos juntos na casa de praia. Chegou o momento de perpetuar memórias, confessar paixões escondidas e, acima de tudo, é hora de, finalmente, Belly começar a obedecer ao seu coração.

Um romance com sabor a mar e a liberdade, sobre crescer e apaixonar-se, deixando-nos a desejar por mais.

Opinião da Ne: 'O Verão Em Que Me Apaixonei (Summer #1)' de Jenny Han

 

O trailer sai: tem jovens, verão, trio amoroso. Também vi uma das adaptações da escritora e gostei por isso decidi parar tudo e pegar nesta trilogia antes que saia o filme. Peguei e não larguei, mas agora vocês perguntam: se foi assim tão viciante porque apenas deste três estrelas a este primeiro? Porque foi uma completa desilusão.

Apesar de ter muitas cenas rápidas e pouco desenvolvidas, tipo fomos ali comer um gelado, agora estamos na piscina, agora vamos a uma festa; Jenny Han coloca sempre a protagonista a reviver o passado, mais do que no presente. Havendo apenas um POV, o de Belly, e esta tendo 16 anos (no presente) mas revivendo as idades de 8, 9, 11 , 12 anos, acaba por ser um romance muito infantil. Jenny Han consegue contrabalançar com adultos muito presentes: Lauren (mãe de Belly e Steven), Savanah (mãe de Jeremiah e Conrad), e os respectivos pais. Mas bem resumido, apenas mostra uma jovem que se apaixona platonicamente por um dos seus amigos de sempre, que ainda por cima é quem a trata pior. Aliás nem trata, porque ele a ignora constantemente.

Mesmo sendo uma trilogia, o livro acaba por ser muito incompleto e não tem final.

Claro que torcemos sempre por um dos rapazes, mas no final de tudo não acontece grande desenlace entusiasmante.

Muitas birras, muitos choros, muito drama, mas romance é muito raro.

Segui para o segundo com expectativas sobre se nesse finalmente houvessem acontecimentos mais dignos de nota - vejam a próxima opinião.

Em relação ao filme, pela primeira vez, espero que adicionem alguma coisa do segundo livro ou algo mais entusiasmante. Em relação ao título escolhido pela Topseller é mentiroso. A tradução à letra do original teria sido melhor.

Desculpem a pobre opinião, mas também não há muito para comentar neste primeiro livro.

'Toda a minha vida era medida em verões. Como se não começasse efetivamente a viver enquanto não chegasse junho, até estar naquela praia, naquela casa.'
Tudo o que é bom e mágico acontece durante o verão, e é a sonhar com o verão que Belly, de 16 anos, passa os seus dias. Para ela, os invernos são insuportáveis e sinónimo de estar longe de Jeremiah e de Conrad, os rapazes que Belly conhece desde a sua primeira estadia na casa de praia. Eles são os seus quase-irmãos, os seus inseparáveis parceiros de aventuras.
Até que chega aquele verão — maravilhoso e ao mesmo tempo terrível — em que tudo muda. Estas poderão ser as últimas férias que passam todos juntos na casa de praia. Chegou o momento de perpetuar memórias, confessar paixões escondidas e, acima de tudo, é hora de, finalmente, Belly começar a obedecer ao seu coração.

Opinião da Ne: "O Verão Em Que Me Apaixonei (Summer #1)" de Jenny Han

 

O trailer sai: tem jovens, verão, trio amoroso. Também vi uma das adaptações da escritora e gostei por isso decidi parar tudo e pegar nesta trilogia antes que saia o filme. Peguei e não larguei, mas agora vocês perguntam: se foi assim tão viciante porque apenas deste três estrelas a este primeiro? Porque foi uma completa desilusão.

Apesar de ter muitas cenas rápidas e pouco desenvolvidas, tipo fomos ali comer um gelado, agora estamos na piscina, agora vamos a uma festa; Jenny Han coloca sempre a protagonista a reviver o passado, mais do que no presente. Havendo apenas um POV, o de Belly, e esta tendo 16 anos (no presente) mas revivendo as idades de 8, 9, 11 , 12 anos, acaba por ser um romance muito infantil. Jenny Han consegue contrabalançar com adultos muito presentes: Lauren (mãe de Belly e Steven), Savanah (mãe de Jeremiah e Conrad), e os respectivos pais. Mas bem resumido, apenas mostra uma jovem que se apaixona platonicamente por um dos seus amigos de sempre, que ainda por cima é quem a trata pior. Aliás nem trata, porque ele a ignora constantemente.

Mesmo sendo uma trilogia, o livro acaba por ser muito incompleto e não tem final.

Claro que torcemos sempre por um dos rapazes, mas no final de tudo não acontece grande desenlace entusiasmante.

Muitas birras, muitos choros, muito drama, mas romance é muito raro.

Segui para o segundo com expectativas sobre se nesse finalmente houvessem acontecimentos mais dignos de nota - vejam a próxima opinião.

Em relação ao filme, pela primeira vez, espero que adicionem alguma coisa do segundo livro ou algo mais entusiasmante. Em relação ao título escolhido pela Topseller é mentiroso. A tradução à letra do original teria sido melhor.

Desculpem a pobre opinião, mas também não há muito para comentar neste primeiro livro.

"Toda a minha vida era medida em verões. Como se não começasse efetivamente a viver enquanto não chegasse junho, até estar naquela praia, naquela casa."
Tudo o que é bom e mágico acontece durante o verão, e é a sonhar com o verão que Belly, de 16 anos, passa os seus dias. Para ela, os invernos são insuportáveis e sinónimo de estar longe de Jeremiah e de Conrad, os rapazes que Belly conhece desde a sua primeira estadia na casa de praia. Eles são os seus quase-irmãos, os seus inseparáveis parceiros de aventuras.
Até que chega aquele verão — maravilhoso e ao mesmo tempo terrível — em que tudo muda. Estas poderão ser as últimas férias que passam todos juntos na casa de praia. Chegou o momento de perpetuar memórias, confessar paixões escondidas e, acima de tudo, é hora de, finalmente, Belly começar a obedecer ao seu coração.

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