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A Sair do Forno: Corrente de Ouro As Últimas Horas - Livro 1 de Cassandra Clare

 


Depois de muito anos sem novo livro desta autora a Planeta lança o primeiro desta nova trilogia dia 14 de Junho! 


Corrente de Ouro é o primeiro livro da trilogia As Últimas Horas, inserida no universo dos Caçadores de Sombras, onde o mal se esconde à vista de todos e o amor corta mais fundo do que uma lâmina.

Cordelia Carstairs é uma caçadora de sombras, uma guerreira treinada desde criança para lutar contra demónios. Quando o seu pai é acusado de um terrível crime, ela e o irmão viajam para Londres para evitar a ruína da família. A mãe de Cordelia quer casá-la, mas a jovem está determinada a ser uma heroína e não uma noiva.

Cordelia reencontra os amigos de infância, Jame e Lucie Herondale, e entra no seu mundo de bailes elegantes, reuniões secretas e encontros sobrenaturais, onde vampiros e bruxas se misturam com sereias e feiticeiros. Enquanto isso, tenta esconder o seu amor por James, que jurou casar com outra pessoa.

Mas a nova vida de Cordelia é virada do avesso quando uma série de terríveis ataques demoníacos devastam Londres. Estes seres malignos são diferentes de todos os que os Caçadores de Sombras já enfrentaram - caminham à luz do dia, atacam com um veneno incurável e parecem impossíveis de matar. Londres é imediatamente colocada em quarentena.

Presos na cidade, Cordelia e os amigos depressa descobrem que um legado sombrio lhes deu poderes extraordinários. Poderes que os vão obrigar a fazer uma escolha terrível e a descobrir o verdadeiro preço de ser um herói.

A Sair do Forno: Corrente de Ouro As Últimas Horas - Livro 1 de Cassandra Clare

 


Depois de muito anos sem novo livro desta autora a Planeta lança o primeiro desta nova trilogia dia 14 de Junho! 


Corrente de Ouro é o primeiro livro da trilogia As Últimas Horas, inserida no universo dos Caçadores de Sombras, onde o mal se esconde à vista de todos e o amor corta mais fundo do que uma lâmina.

Cordelia Carstairs é uma caçadora de sombras, uma guerreira treinada desde criança para lutar contra demónios. Quando o seu pai é acusado de um terrível crime, ela e o irmão viajam para Londres para evitar a ruína da família. A mãe de Cordelia quer casá-la, mas a jovem está determinada a ser uma heroína e não uma noiva.

Cordelia reencontra os amigos de infância, Jame e Lucie Herondale, e entra no seu mundo de bailes elegantes, reuniões secretas e encontros sobrenaturais, onde vampiros e bruxas se misturam com sereias e feiticeiros. Enquanto isso, tenta esconder o seu amor por James, que jurou casar com outra pessoa.

Mas a nova vida de Cordelia é virada do avesso quando uma série de terríveis ataques demoníacos devastam Londres. Estes seres malignos são diferentes de todos os que os Caçadores de Sombras já enfrentaram - caminham à luz do dia, atacam com um veneno incurável e parecem impossíveis de matar. Londres é imediatamente colocada em quarentena.

Presos na cidade, Cordelia e os amigos depressa descobrem que um legado sombrio lhes deu poderes extraordinários. Poderes que os vão obrigar a fazer uma escolha terrível e a descobrir o verdadeiro preço de ser um herói.

Opinião da Ne: 'Serpent & Dove (Serpent & Dove #1)' de Shelby Mahurin


Serpent and Dove é o primeiro de uma trilogia de fantasia que há mais de um ano que estava ansiosa para ler. A promessa de um bom romance com muita química, aventura e magia sempre foi para mim a receita perfeita.

Infelizmente até a meio não temos grandes acontecimentos. A química é muito pouca e acabei por ficar um pouco (muito) desiludida, já que estava à espera de algo do género do From Blood and Ash que tem perigo, aventura, mas no meio disso tudo tem um slow burn cheio de química e com surpresas finais.

Aqui também temos um slow burn quase indoseável, em que Reid é extremamente púdico e sempre super corado, o que para mim teve zero de atracção ou conexão. Por seu lado Lou é uma lufada de ar fresco e a única personagem (ok, Coco também) que anima a história e esta leitura. A dinâmica entre as duas amigas óptima!

Lou é aquela protagonista cheia de coragem e que sofre o livro todo, já para não falar no seu passado que nos vai sendo dado em pequenos flashbacks.

Gostei do conceito de magia de Shelby Mahurin em que leva o conceito de causa-efeito a outro nível. Também nos apresenta diferentes tipos de magia e bruxas (branca, vermelha, etc), a rivalidade entre elas e humanos, o que aumentou ainda mais o interesse nesta vertente.

Também gostei das descrições do humanos enfeitiçados, o que deu um toque mais dark à história mas anulando ainda mais o romance.

Em Serpent and Dove, ou traduzido A Serpente e a Pomba, temos uma espécie de Inquisição e muita religião, mas como a maior parte é contada pelo POV de Lou acabamos por ver aos olhos hereges (iguais aos meus) mesmo quando ela vai à missa.

Nos últimos 25% do livro acontece a maior parte da acção, o que finalmente me fez ficar entusiasmada com a leitura. De qualquer forma as mudanças de atitude de Reid acabam por ser muito abruptas, estando num momento super convencido que odiar e matar bruxas é lei e de repente decide que ama uma e não a quer matar - o que acaba por ser estranho e algo falso. Esta alteração era esperada mais no inicio e o romance partir daí, mas eles acabam por ser inimigos mais tempo do que me agradou. De qualquer forma, os acontecimentos na catedral, na floresta, no castelo, são bons tal como todos os segredos que nos vão sendo revelados, a ligação entre personagens inesperadas e as últimas reviravoltas na história.

Continuo a ter altas expectativas que o segundo será melhor e espero que a autora aproveite não só os protagonistas como as personagens secundárias.

Também gostei do facto de haver um vilão e muitos personagens de moral duvidosa. Gostei do duplo POV, acho que é sempre um ingrediente de sucesso garantido.

Coco é sem dúvida uma óptima personagem, tal como Ansel. O nome deste personagem dá-me vontade de ir rever o filme de Ansel e Gretel e acabo por os imaginar um pouco assim; tal como também me dá vontade de ir reler as cenas da Manon da saga Trono de Vidro.

No geral, é um bom romance fantástico, mas a espera e as expectativas foi longa e altas, respectivamente. Além disso comecei a ler em inglês e depois intercalei com brasileiro, o que pode ter contribuído para quebrar aquela ligação inicial que depois faz com que não largue, mas agora chego à conclusão que foi mesmo a história e o romance que não resultaram para mim. Prefiro protagonistas fortes e seguros de si.

Gostei mas estava à espera de mais. Culpo principalmente Reid que é demasiado dependente, com fraca personalidade, ruivo, e passa-lhe despercebida muita coisa (QI baixo?). A química é zero no inicio e de repente temos ali um capítulo que ela aparece e depois outro mais picante. E depois já estão apaixonados loucamente. Sei que me estou a repetir, mas este primeiro volume não foi nada do que estava à espera. Vou ver se o próximo melhora.

Juntos como um só, para amar, honrar ou queimar. Pássaro e serpente é o primeiro livro de uma trilogia deslumbrante que une bruxaria, fantasia, perigos e um amor proibido. A pré-venda acompanha um lindo pingente de serpente e um marcador de páginas. Há dois anos, Louise le Blanc precisou fugir de seu clã e se escondeu na cidade de Cesarina, deixando para trás toda a magia e vivendo de tudo que pudesse roubar. No entanto, a cidade é cheia de perigos e mistérios para alguém como ela. Na região, caçadores da Igreja caminham pela cidade, venerados como verdadeiros homens santos. E o arcebispo, o rigoroso patriarca da Igreja, parece ser violento. Lá, bruxas como Lou são temidas, caçadas... e, então, queimadas.

Reid Diggory vive sua vida com base em um versículo: não permitirás que uma bruxa viva. Fanático caçador de bruxas para a igreja, Reid dedicou toda sua vida erradicando o ocultismo e fazendo com que o arcebispo da cidade, seu pai, ficasse orgulhoso de suas ações. Mas quando chega o momento e a oportunidade de capturar uma bruxa, um ladrão o engana e seu alvo consegue escapar. Com a intenção de levá-la a julgamento, Reid acredita que ela não escapará novamente. Mas quando Lou dá um golpe perverso e o engana outra vez, em um escândalo público, os dois são forçados a uma situação inimaginável: o casamento. O casamento com um caçador poderia proporcionar uma proteção verdadeira às bruxas – se Lou conseguisse convencê-lo de que não é uma. No entanto, à medida que o tempo passa, seu segredo se torna cada vez mais difícil de ser mantido escondido. Apesar do perigo que Reid representa à sua sobrevivência, complexos sentimentos de Lou por Reid começam, lentamente, a nascer.

Incapaz de mudar o que realmente é, Lou precisará fazer uma escolha.

Opinião da Ne: "Serpent & Dove (Serpent & Dove #1)" de Shelby Mahurin


Serpent and Dove é o primeiro de uma trilogia de fantasia que há mais de um ano que estava ansiosa para ler. A promessa de um bom romance com muita química, aventura e magia sempre foi para mim a receita perfeita.

Infelizmente até a meio não temos grandes acontecimentos. A química é muito pouca e acabei por ficar um pouco (muito) desiludida, já que estava à espera de algo do género do From Blood and Ash que tem perigo, aventura, mas no meio disso tudo tem um slow burn cheio de química e com surpresas finais.

Aqui também temos um slow burn quase indoseável, em que Reid é extremamente púdico e sempre super corado, o que para mim teve zero de atracção ou conexão. Por seu lado Lou é uma lufada de ar fresco e a única personagem (ok, Coco também) que anima a história e esta leitura. A dinâmica entre as duas amigas óptima!

Lou é aquela protagonista cheia de coragem e que sofre o livro todo, já para não falar no seu passado que nos vai sendo dado em pequenos flashbacks.

Gostei do conceito de magia de Shelby Mahurin em que leva o conceito de causa-efeito a outro nível. Também nos apresenta diferentes tipos de magia e bruxas (branca, vermelha, etc), a rivalidade entre elas e humanos, o que aumentou ainda mais o interesse nesta vertente.

Também gostei das descrições do humanos enfeitiçados, o que deu um toque mais dark à história mas anulando ainda mais o romance.

Em Serpent and Dove, ou traduzido A Serpente e a Pomba, temos uma espécie de Inquisição e muita religião, mas como a maior parte é contada pelo POV de Lou acabamos por ver aos olhos hereges (iguais aos meus) mesmo quando ela vai à missa.

Nos últimos 25% do livro acontece a maior parte da acção, o que finalmente me fez ficar entusiasmada com a leitura. De qualquer forma as mudanças de atitude de Reid acabam por ser muito abruptas, estando num momento super convencido que odiar e matar bruxas é lei e de repente decide que ama uma e não a quer matar - o que acaba por ser estranho e algo falso. Esta alteração era esperada mais no inicio e o romance partir daí, mas eles acabam por ser inimigos mais tempo do que me agradou. De qualquer forma, os acontecimentos na catedral, na floresta, no castelo, são bons tal como todos os segredos que nos vão sendo revelados, a ligação entre personagens inesperadas e as últimas reviravoltas na história.

Continuo a ter altas expectativas que o segundo será melhor e espero que a autora aproveite não só os protagonistas como as personagens secundárias.

Também gostei do facto de haver um vilão e muitos personagens de moral duvidosa. Gostei do duplo POV, acho que é sempre um ingrediente de sucesso garantido.

Coco é sem dúvida uma óptima personagem, tal como Ansel. O nome deste personagem dá-me vontade de ir rever o filme de Ansel e Gretel e acabo por os imaginar um pouco assim; tal como também me dá vontade de ir reler as cenas da Manon da saga Trono de Vidro.

No geral, é um bom romance fantástico, mas a espera e as expectativas foi longa e altas, respectivamente. Além disso comecei a ler em inglês e depois intercalei com brasileiro, o que pode ter contribuído para quebrar aquela ligação inicial que depois faz com que não largue, mas agora chego à conclusão que foi mesmo a história e o romance que não resultaram para mim. Prefiro protagonistas fortes e seguros de si.

Gostei mas estava à espera de mais. Culpo principalmente Reid que é demasiado dependente, com fraca personalidade, ruivo, e passa-lhe despercebida muita coisa (QI baixo?). A química é zero no inicio e de repente temos ali um capítulo que ela aparece e depois outro mais picante. E depois já estão apaixonados loucamente. Sei que me estou a repetir, mas este primeiro volume não foi nada do que estava à espera. Vou ver se o próximo melhora.

Juntos como um só, para amar, honrar ou queimar. Pássaro e serpente é o primeiro livro de uma trilogia deslumbrante que une bruxaria, fantasia, perigos e um amor proibido. A pré-venda acompanha um lindo pingente de serpente e um marcador de páginas. Há dois anos, Louise le Blanc precisou fugir de seu clã e se escondeu na cidade de Cesarina, deixando para trás toda a magia e vivendo de tudo que pudesse roubar. No entanto, a cidade é cheia de perigos e mistérios para alguém como ela. Na região, caçadores da Igreja caminham pela cidade, venerados como verdadeiros homens santos. E o arcebispo, o rigoroso patriarca da Igreja, parece ser violento. Lá, bruxas como Lou são temidas, caçadas... e, então, queimadas.

Reid Diggory vive sua vida com base em um versículo: não permitirás que uma bruxa viva. Fanático caçador de bruxas para a igreja, Reid dedicou toda sua vida erradicando o ocultismo e fazendo com que o arcebispo da cidade, seu pai, ficasse orgulhoso de suas ações. Mas quando chega o momento e a oportunidade de capturar uma bruxa, um ladrão o engana e seu alvo consegue escapar. Com a intenção de levá-la a julgamento, Reid acredita que ela não escapará novamente. Mas quando Lou dá um golpe perverso e o engana outra vez, em um escândalo público, os dois são forçados a uma situação inimaginável: o casamento. O casamento com um caçador poderia proporcionar uma proteção verdadeira às bruxas – se Lou conseguisse convencê-lo de que não é uma. No entanto, à medida que o tempo passa, seu segredo se torna cada vez mais difícil de ser mantido escondido. Apesar do perigo que Reid representa à sua sobrevivência, complexos sentimentos de Lou por Reid começam, lentamente, a nascer.

Incapaz de mudar o que realmente é, Lou precisará fazer uma escolha.

A Sair do Forno: 'Corte de Névoa e Fúria' de Sarah J. Mass

 


Sai dia 20 de Julho! 



A série até pode ter demorado a sair cá mas teremos já o segundo daqui a dois meses! 
É uma previsão e pode haver alterações mas nós esperemos que não! 

Ah...! E os próximos se tudo correr bem serão para 2023,portanto pessoal toca a comprar para termos a série completa por cá! 

A Sair do Forno: "Corte de Névoa e Fúria" de Sarah J. Mass

 


Sai dia 20 de Julho! 



A série até pode ter demorado a sair cá mas teremos já o segundo daqui a dois meses! 
É uma previsão e pode haver alterações mas nós esperemos que não! 

Ah...! E os próximos se tudo correr bem serão para 2023,portanto pessoal toca a comprar para termos a série completa por cá! 

A Entrar no forno: 'The Girl who fell beneath the sea' de Axie Oh

 



Novidade de 2022 fresquinha a chegar pela Editorial Presença em 2023! 

Tempestades terríveis assolam a terra natal de Mina há gerações. O povo acredita que o Deus do Mar, o seu antigo protector, agora amaldiçoa-os Na esperança de apaziguar a sua ira, todos os anos uma bela donzela é lançada ao mar em sacrifício do povo. 

Muitos acreditam que Shim Cheong, a mais bela menina da aldeia – e a amada de Joon, irmão de Mina –, pode ser aquela que finalmente dará fim ao sofrimento de todos. Mas, na noite em que Shim Cheong será sacrificada, Joon a segue até ao barco que a levará ao mar, mesmo sabendo que isso possa significar a sua morte. Preocupada com o irmão e disposta a fazer qualquer coisa para salvá-lo, Mina pula na água no lugar de Shim Cheong.

Ao cair no mar, Mina é levada por um dragão ao Reino dos Espíritos, mas, quando encontra o Deus do Mar, Mina descobre que ele está preso num sono encantado e não são apenas os humanos que correm perigo, mas todo o Reino também. Com a ajuda de Shin, o misterioso protetor do Deus do Mar, e de um grupo singular de aliados composto por demônios e espíritos, Mina decide partir numa missão para acordar o Deus do Mar e dar fim à maldição.

Porém, um humano não pode viver muito tempo no Reino dos Espíritos, e o perigo espreita por todos os lados, pois há aqueles que fariam qualquer coisa para impedir que o Deus do Mar acorde.

A Entrar no forno: "The Girl who fell beneath the sea" de Axie Oh

 



Novidade de 2022 fresquinha a chegar pela Editorial Presença em 2023! 

Tempestades terríveis assolam a terra natal de Mina há gerações. O povo acredita que o Deus do Mar, o seu antigo protector, agora amaldiçoa-os Na esperança de apaziguar a sua ira, todos os anos uma bela donzela é lançada ao mar em sacrifício do povo. 

Muitos acreditam que Shim Cheong, a mais bela menina da aldeia – e a amada de Joon, irmão de Mina –, pode ser aquela que finalmente dará fim ao sofrimento de todos. Mas, na noite em que Shim Cheong será sacrificada, Joon a segue até ao barco que a levará ao mar, mesmo sabendo que isso possa significar a sua morte. Preocupada com o irmão e disposta a fazer qualquer coisa para salvá-lo, Mina pula na água no lugar de Shim Cheong.

Ao cair no mar, Mina é levada por um dragão ao Reino dos Espíritos, mas, quando encontra o Deus do Mar, Mina descobre que ele está preso num sono encantado e não são apenas os humanos que correm perigo, mas todo o Reino também. Com a ajuda de Shin, o misterioso protetor do Deus do Mar, e de um grupo singular de aliados composto por demônios e espíritos, Mina decide partir numa missão para acordar o Deus do Mar e dar fim à maldição.

Porém, um humano não pode viver muito tempo no Reino dos Espíritos, e o perigo espreita por todos os lados, pois há aqueles que fariam qualquer coisa para impedir que o Deus do Mar acorde.

Opinião da Ne: 'Os Seis de Atlas (The Atlas #1) de Olivie Blake

Primeiro que tudo obrigada à Planeta pela cedência do exemplar e por nos ter dado a honra da exclusividade em mostrar a capa portuguesa. Foi super divertido! Obrigada mesmo.

Com esta capa linda e sprayed edges amarelas e não douradas, que foram as mais faladas de todo o bookstragam, temos um livro com uma história bastante complexa. Foi lida em conjunto com mais umas meninas e ainda hoje há quem não tenha terminado.

Não consigo deixar de comparar este tipo de história com A Vida Invisível de Addie Larue de V.E. Schwab, já que é um livro que ou se adora ou se detesta. Curiosamente fiquei-me pelas três estrelas e pelo 'não adorei mas também não detestei' e sem dúvida que quero ler o seguinte.

Vamos então começar pelo que não gostei assim tanto:

Os saltos temporais - principalmente em cenas que prometiam boa acção e entretenimento ou mais interacção entre os seis. Em vez de Olivie Blake esticar-se tanto nas divagações astrofísicas ou filosóficas, podia ter investido em mais dinâmica entre personagens. Mais acção e menos estudo.

A autora perde-se imenso em conversas teóricas entre Callum e Parisa (os telepatas) e às vezes até pensamentos e monólogos de um só personagem. Pessoalmente senti-me mais atraída pelos físicos e suas experiências. E nestes textos mais longos apenas me consegui concentrar nos que se dirigiam à física teórica.

A tudo isto há quem chame palha, porque dificilmente contribui para a linha de acção que a autora nos promete na sinopse - ou seja, que para esta escola são escolhidos seis pessoas talentosas, com magias e talentos respectivos e únicos, mas que no final só podem ficar cinco.

No inicio, ou nos primeiros 25%, o pior é conseguirmos perceber quem é quem. O segredo será fazer uma cábula em que encontram um pormenor característico e que vos vai fazer identificar mais facilmente esse personagem. As ilustrações que tanta gente gostam são engraçadas mas acabam por confundir mais pois estão no inicio de cada capítulo e não correspondem ao POV seguinte. Portanto não se deixem enganar e usem-nas para fazer um jogo em que a meio do livro já conseguem identificar o personagem de cada ilustração. 

Mas deixem-me ajudar:

Libby - uma dos seis escolhidos. É fisica e consegue mover objectos (um pouco mais mais terão que ler)

Nico - outro dos seis. É quase alma gémea de Libby, mas são super competitivos e odeiam-se tanto que no fundo acho que se adoram. Complementam-se em termos de dons, mas curiosamente vão seguir trajectos divergentes.

Callum - empático, um dos seis, para mim um dos vilões mais puros

Tristan - personagem mais misterioso e que contribui bastante para a acção

Parisa - telepata muito forte com moral duvidosa. uma das personagens que mais evoluiu e mais interessantes para mim

Dalton - professor e braço direito de Atlas que também contribui muito para a história

Atlas - imagino-o como um Dumbledore

Guideon - colega de quarto do Nick que tem a sua própria história paralela

Ezra - namorado de Libby

A questão dos personagens foi algo que me agradou pela positiva, já que não se cinge apenas aos sete principais, mas inclui personagens secundários tanto ou mais interessantes e que deixam abertas muitas portas para futuros desenvolvimentos. Seria interessante a autora cruzar tudo no próximo volume, em vez de depois criar spin-offs.

A certo ponto a história tem uma reviravolta que diminuiu ainda mais o meu interesse pela leitura, em vez do oposto. A minha personagem preferida manteve-se constante, mas a autora insistiu em torná-la menos do que era. Apenas pelo seu futuro e de alguns dos seis é que quero ler o seguinte volume.

Curiosamente, acabei por gostar muito mais de personagens como Parisa e Tristan e, definitivamente, a minha cena preferida inclui estes dois.

Atlas, por sua vez, desiludiu-me no final, mas Dalton ainda ficou ali no limbo. Olivia Blake sabe construir muito bem as psiques dos seus personagens e é aqui que ela ganha na sua originalidade e não na pouca magia que inclui no livro. Tenho pena porque esperava algo mais mágico e fantástico, mas não deixou de ser surpreendente, pela positiva e pela negativa, já que nos apanha desprevenidos mais que uma vez quando estamos quase a adormecer nas suas dissertações.

Um dos livros com a maior percentagem de personagens moralmente duvidosos que não lia desde Six of Crows de Leigh Bardugo.

Segredos. Traição. Sedução.
Bem-vindos à Sociedade de Alexandria.
A cada dez anos, os seis mágicos mais talentosos do mundo são escolhidos para competir por um dos cinco lugares disponíveis na exclusiva Sociedade de Alexandria. A mais importante sociedade secreta do mundo, guardiã do conhecimento perdido das maiores civilizações da Antiguidade. Este ano, a competição é mais feroz do que nunca. Os candidatos são: Libby Rhodes e Nico de Varona, inimigos inseparáveis, físicos, que controlam a matéria com a sua mente.
Reina Mori, uma naturalista que consegue intuir os segredos da própria vida. Parisa Kamali, uma telepata capaz de atravessar as profundezas do subconsciente e ver os segredos mais profundos da mente. Callum Nova, herdeiro de um império de meios de comunicação de magia, e um empático capaz de manipular os desejos de uma pessoa. E Tristan Caine, cujos poderes são um mistério até para ele próprio.
Depois de recrutados pelo misterioso Atlas Blakely, viajam para a sede da Sociedade, em Londres, onde têm um ano para estudar e inovar dentro das várias áreas esotéricas. Os eleitos terão pela frente uma vida de poder, conhecimento, riqueza e prestígio. Mas a que custo?

Opinião da Ne: "Os Seis de Atlas (The Atlas #1) de Olivie Blake

Primeiro que tudo obrigada à Planeta pela cedência do exemplar e por nos ter dado a honra da exclusividade em mostrar a capa portuguesa. Foi super divertido! Obrigada mesmo.

Com esta capa linda e sprayed edges amarelas e não douradas, que foram as mais faladas de todo o bookstragam, temos um livro com uma história bastante complexa. Foi lida em conjunto com mais umas meninas e ainda hoje há quem não tenha terminado.

Não consigo deixar de comparar este tipo de história com A Vida Invisível de Addie Larue de V.E. Schwab, já que é um livro que ou se adora ou se detesta. Curiosamente fiquei-me pelas três estrelas e pelo "não adorei mas também não detestei" e sem dúvida que quero ler o seguinte.

Vamos então começar pelo que não gostei assim tanto:

Os saltos temporais - principalmente em cenas que prometiam boa acção e entretenimento ou mais interacção entre os seis. Em vez de Olivie Blake esticar-se tanto nas divagações astrofísicas ou filosóficas, podia ter investido em mais dinâmica entre personagens. Mais acção e menos estudo.

A autora perde-se imenso em conversas teóricas entre Callum e Parisa (os telepatas) e às vezes até pensamentos e monólogos de um só personagem. Pessoalmente senti-me mais atraída pelos físicos e suas experiências. E nestes textos mais longos apenas me consegui concentrar nos que se dirigiam à física teórica.

A tudo isto há quem chame palha, porque dificilmente contribui para a linha de acção que a autora nos promete na sinopse - ou seja, que para esta escola são escolhidos seis pessoas talentosas, com magias e talentos respectivos e únicos, mas que no final só podem ficar cinco.

No inicio, ou nos primeiros 25%, o pior é conseguirmos perceber quem é quem. O segredo será fazer uma cábula em que encontram um pormenor característico e que vos vai fazer identificar mais facilmente esse personagem. As ilustrações que tanta gente gostam são engraçadas mas acabam por confundir mais pois estão no inicio de cada capítulo e não correspondem ao POV seguinte. Portanto não se deixem enganar e usem-nas para fazer um jogo em que a meio do livro já conseguem identificar o personagem de cada ilustração. 

Mas deixem-me ajudar:

Libby - uma dos seis escolhidos. É fisica e consegue mover objectos (um pouco mais mais terão que ler)

Nico - outro dos seis. É quase alma gémea de Libby, mas são super competitivos e odeiam-se tanto que no fundo acho que se adoram. Complementam-se em termos de dons, mas curiosamente vão seguir trajectos divergentes.

Callum - empático, um dos seis, para mim um dos vilões mais puros

Tristan - personagem mais misterioso e que contribui bastante para a acção

Parisa - telepata muito forte com moral duvidosa. uma das personagens que mais evoluiu e mais interessantes para mim

Dalton - professor e braço direito de Atlas que também contribui muito para a história

Atlas - imagino-o como um Dumbledore

Guideon - colega de quarto do Nick que tem a sua própria história paralela

Ezra - namorado de Libby

A questão dos personagens foi algo que me agradou pela positiva, já que não se cinge apenas aos sete principais, mas inclui personagens secundários tanto ou mais interessantes e que deixam abertas muitas portas para futuros desenvolvimentos. Seria interessante a autora cruzar tudo no próximo volume, em vez de depois criar spin-offs.

A certo ponto a história tem uma reviravolta que diminuiu ainda mais o meu interesse pela leitura, em vez do oposto. A minha personagem preferida manteve-se constante, mas a autora insistiu em torná-la menos do que era. Apenas pelo seu futuro e de alguns dos seis é que quero ler o seguinte volume.

Curiosamente, acabei por gostar muito mais de personagens como Parisa e Tristan e, definitivamente, a minha cena preferida inclui estes dois.

Atlas, por sua vez, desiludiu-me no final, mas Dalton ainda ficou ali no limbo. Olivia Blake sabe construir muito bem as psiques dos seus personagens e é aqui que ela ganha na sua originalidade e não na pouca magia que inclui no livro. Tenho pena porque esperava algo mais mágico e fantástico, mas não deixou de ser surpreendente, pela positiva e pela negativa, já que nos apanha desprevenidos mais que uma vez quando estamos quase a adormecer nas suas dissertações.

Um dos livros com a maior percentagem de personagens moralmente duvidosos que não lia desde Six of Crows de Leigh Bardugo.

Segredos. Traição. Sedução.
Bem-vindos à Sociedade de Alexandria.
A cada dez anos, os seis mágicos mais talentosos do mundo são escolhidos para competir por um dos cinco lugares disponíveis na exclusiva Sociedade de Alexandria. A mais importante sociedade secreta do mundo, guardiã do conhecimento perdido das maiores civilizações da Antiguidade. Este ano, a competição é mais feroz do que nunca. Os candidatos são: Libby Rhodes e Nico de Varona, inimigos inseparáveis, físicos, que controlam a matéria com a sua mente.
Reina Mori, uma naturalista que consegue intuir os segredos da própria vida. Parisa Kamali, uma telepata capaz de atravessar as profundezas do subconsciente e ver os segredos mais profundos da mente. Callum Nova, herdeiro de um império de meios de comunicação de magia, e um empático capaz de manipular os desejos de uma pessoa. E Tristan Caine, cujos poderes são um mistério até para ele próprio.
Depois de recrutados pelo misterioso Atlas Blakely, viajam para a sede da Sociedade, em Londres, onde têm um ano para estudar e inovar dentro das várias áreas esotéricas. Os eleitos terão pela frente uma vida de poder, conhecimento, riqueza e prestígio. Mas a que custo?

Opinião da Ne: 'Shore Desvendado' de M.G. Ferrey

Primeiro que tudo, Shore Desvendado não é para toda a gente. Se já leste Aquorea, e aqui é o mais importante, e se não gostaste assim tanto, então não vale a pena pegares neste livro.

Shore é Aquorea, por isso vão ter 90% repetidas com o POV do Kai. 

Se leste e adoraste então este livro é para ti!

Aquorea não foi o romance fantástico perfeito para mim, mas Shore foi um livro que adorei pelo que é, pelas surpresas que me trouxe, e pela perspectiva que me fez mudar a opinião deste protagonista. Adorei a capa dura, adorei a tatuagem e adorei as restantes ilustrações.

Adorei rever Petra e curiosamente Umi. Adorei as cenas extra com o Colt, claro. Adorei rever este mundo agora aos olhos de Kai. Queria mais de Aquorea claro, mas sei que não posso ter tudo já.

Se já leste Aquorea há muito tempo então relê como eu fiz e vais ver que é muito melhor, porque Shore também não é para servir de releitura. É para reveres aqueles melhores momentos do casal e para lhe acrescentar algo mais. Também não é uma continuação de Aquorea, para isso vais ter que esperar mais um pouco, ansiosamente.

É um livro que se lê bem rápido e por isso esta opinião também o é.

Kai Shore é apaixonado por Ara desde criança. Guarda com nostalgia a memória da primeira vez que a viu, que brincaram juntos e todos os momentos importantes. Porém, Kai nunca esteve com Ara, nunca a tocou. Separados pelo abismo, estão unidos por uma ligação forte e inexplicável que vai muito além do que conhecemos. Kai vive em Aquorea, uma cidade tecnologicamente avançada, que prosperou milhares de metros abaixo da Superfície.
Ara vive em Atlanta, nos Estados Unidos, mas quando, no funeral do seu avô, ela supostamente se afoga, é levada pelos portais de água, para Aquorea. Kai resgata-a, mas em choque não sabe se Ara o reconhece. Terão sido apenas como amigos imaginários para ela?
Dividido, Kai terá de decidir se quer lutar por Ara e pelo seu amor, mesmo sabendo o que a chegada dela significa para o seu povo. Num intenso conflito interno, Kai tenta mostrar a Ara tudo o que ela tem perdido, despertando-lhe os sentidos, enquanto desvenda todos os seus segredos.

Opinião da Ne: "Shore Desvendado" de M.G. Ferrey

Primeiro que tudo, Shore Desvendado não é para toda a gente. Se já leste Aquorea, e aqui é o mais importante, e se não gostaste assim tanto, então não vale a pena pegares neste livro.

Shore é Aquorea, por isso vão ter 90% repetidas com o POV do Kai. 

Se leste e adoraste então este livro é para ti!

Aquorea não foi o romance fantástico perfeito para mim, mas Shore foi um livro que adorei pelo que é, pelas surpresas que me trouxe, e pela perspectiva que me fez mudar a opinião deste protagonista. Adorei a capa dura, adorei a tatuagem e adorei as restantes ilustrações.

Adorei rever Petra e curiosamente Umi. Adorei as cenas extra com o Colt, claro. Adorei rever este mundo agora aos olhos de Kai. Queria mais de Aquorea claro, mas sei que não posso ter tudo já.

Se já leste Aquorea há muito tempo então relê como eu fiz e vais ver que é muito melhor, porque Shore também não é para servir de releitura. É para reveres aqueles melhores momentos do casal e para lhe acrescentar algo mais. Também não é uma continuação de Aquorea, para isso vais ter que esperar mais um pouco, ansiosamente.

É um livro que se lê bem rápido e por isso esta opinião também o é.

Kai Shore é apaixonado por Ara desde criança. Guarda com nostalgia a memória da primeira vez que a viu, que brincaram juntos e todos os momentos importantes. Porém, Kai nunca esteve com Ara, nunca a tocou. Separados pelo abismo, estão unidos por uma ligação forte e inexplicável que vai muito além do que conhecemos. Kai vive em Aquorea, uma cidade tecnologicamente avançada, que prosperou milhares de metros abaixo da Superfície.
Ara vive em Atlanta, nos Estados Unidos, mas quando, no funeral do seu avô, ela supostamente se afoga, é levada pelos portais de água, para Aquorea. Kai resgata-a, mas em choque não sabe se Ara o reconhece. Terão sido apenas como amigos imaginários para ela?
Dividido, Kai terá de decidir se quer lutar por Ara e pelo seu amor, mesmo sabendo o que a chegada dela significa para o seu povo. Num intenso conflito interno, Kai tenta mostrar a Ara tudo o que ela tem perdido, despertando-lhe os sentidos, enquanto desvenda todos os seus segredos.

A Sair do Forno: 'Esses Prazeres Violentos' de Chloe Gong




A Leya comprou os direitos de 'These Violent Delights' da autora Chloe Gong! Sai dia 10 de Maio! 


O ano é 1926, e Xangai responde à melodia da devassidão. Uma disputa sangrenta entre duas gangues tinge as ruas de vermelho, deixando a cidade totalmente indefesa, nas mãos do caos. No coração disso tudo está Juliette Cai, uma jovem de dezoito anos que voltou para assumir o seu posto como a orgulhosa herdeira da Sociedade Escarlate — uma organização criminosa muito acima da lei.


Os seus únicos rivais à altura são os Rosas Brancas, que combateram os Escarlates por gerações. Por trás de cada uma de suas ações está o seu herdeiro, Roma Montagov, o primeiro amor de Juliette… e o seu primeiro traidor. Entretanto, quando gangues de ambos os lados dão sinais de instabilidade, culminando no ato de dilacerar o próprio pescoço, as pessoas começam a murmurar.


Sobre uma epidemia, um surto. Sobre um monstro nas sombras. À medida que as mortes aumentam, Juliette e Roma precisam deixar as suas armas — e os seus rancores — de lado e trabalhar juntos. Afinal, se eles não puderem impedir essa catástrofe, não sobrará cidade alguma para dominarem..

A Sair do Forno: "Esses Prazeres Violentos" de Chloe Gong




A Leya comprou os direitos de "These Violent Delights" da autora Chloe Gong! Sai dia 10 de Maio! 


O ano é 1926, e Xangai responde à melodia da devassidão. Uma disputa sangrenta entre duas gangues tinge as ruas de vermelho, deixando a cidade totalmente indefesa, nas mãos do caos. No coração disso tudo está Juliette Cai, uma jovem de dezoito anos que voltou para assumir o seu posto como a orgulhosa herdeira da Sociedade Escarlate — uma organização criminosa muito acima da lei.


Os seus únicos rivais à altura são os Rosas Brancas, que combateram os Escarlates por gerações. Por trás de cada uma de suas ações está o seu herdeiro, Roma Montagov, o primeiro amor de Juliette… e o seu primeiro traidor. Entretanto, quando gangues de ambos os lados dão sinais de instabilidade, culminando no ato de dilacerar o próprio pescoço, as pessoas começam a murmurar.


Sobre uma epidemia, um surto. Sobre um monstro nas sombras. À medida que as mortes aumentam, Juliette e Roma precisam deixar as suas armas — e os seus rancores — de lado e trabalhar juntos. Afinal, se eles não puderem impedir essa catástrofe, não sobrará cidade alguma para dominarem..

Opinião da Ne: 'Aquorea - Inspira' de M.G. Ferrey

 

Transcrevo esta opinião já depois de ter relido Aquorea e já depois de ter conhecido pessoalmente a autora (ai credo, não consigo tratá-la assim! Para mim já somos amigas), mas resolvi deixar tudo como escrevi à mão para que fosse o mais sincera possível e em nada influenciada. De qualquer forma, toda a primeira leitura teve o seu toque de influência, porque durante esta mandei e recebi alguns áudios para a M.G. (algumas às duas da manhã - desculpa!) e ela sempre me respondeu de forma entusiasta.

Vamos então falar sobre Aquorea:

Quando saiu em Junho de 2021 houve todo um hype sobre ele, tanto pelas betareaders como por outros leitores. Aqui a Ne, como não gosta de ler quando anda tudo excitado com um livro, decidiu esperar. Sou do contra, que querem que diga! Ou leio primeiro que todos ou leio muito depois - normalmente prefiro o primeiro. Apenas o li em Dezembro quando não resisti a uma leitura conjunta de Natal, mas mesmo assim ainda havia muito barulho em volta dele, por isso quando lhe peguei as expectativas ainda estavam em alta e a minha vertente crítica e minuciosa continuava ali nos píncaros. Maior atenção aos pormenores que menos me fazem gostar de uma leitura, digamos assim.

O primeiro ponto começou no primeiro capítulo, depois de um prólogo curtinho (que adorei), os restantes capítulos pareceram-me algo longos. De qualquer forma, à medida que a leitura avança e já estamos ambientados com as personagens e cenários, esse ponto negativo acaba por se esbater e ser esquecido. Quando a leitura é viciante, quem quer saber se o capítulo tem 10 ou 17 páginas? Chegamos a um ponto que quanto mais melhor!

O segundo ponto tem a ver com Ara: achei-a um pouco repetitiva em relação às suas reacções e pensamentos em relação a Kai e às suas atitudes. Isto desculpa-se claro com ser adolescente e Kai ser sem dúvida um espécime que capta atenção e pensamentos (até sonhos), mas estando ela num mundo novo, com pessoas novas, com pessoas que pensava mortas, com tanto por onde a sua atenção se poderia desviar, a sua atenção para com Kai acaba por ser algo desproporcional. Talvez eu diga isto por ser equipa Colt e por isso quem é team Kai não irá desgostar nada deste protagonismo inicial.

Outro ponto, mas aqui é mea culpa e da minha imaginação, com a capa (que adoro de paixão), sinopse e trailer, o meu cérebro criou logo uma história ainda mais fantástica (no sentido ficcional) em que Aquorea era um mundo de sereias - o que não é e não vou falar mais para não dar spoilers. Mas por isso, quando Ara chega a Aquorea acabei um pouco desiludida. Desilusão que não durou muito porque a M.G. pegou neste mundo e mostrou todos os pormenores que nos fazem querer viver nele e ter vontade de ir ali atirar-me ao mar a ver se lá vou parar. O dialecto, a comida, as tradições, até a flora! e a fauna!, política, etc. Não esperem um mundo sub-aquático só ali como cenário. Não! A escritora criou algo muito mais profundo, nos dois sentidos, que responde a cada pergunta que nos vai surgindo à medida que avançamos.

Apesar dos capítulos de muitas páginas, a acção desenrola-se muito fluidamente, isto graças a uma escrita leve com diálogos naturais e recorrentes. Quando temos alguma descrição nunca são demoradas ou entediantes, pelas razões que falei no paragrafo anterior.

Sendo autora nacional, estava à espera de uma escrita mais eloquente e filosófica (que não gosto), mas em vez disso todo o texto é adequado à idade das personagens e de forma bem directa. Não há cá 'palha' para ninguém e por isso foi fácil viciar e ler este livro de quase 600 páginas. São percetíveis também algumas influências/inspirações americanas e havaianas, tal como o Kai fazer lembrar o Mamoa no seu papel de Aquaman e a Ara a Mohana (tudo recusado pela autora quando lhe disse ahahah, mas o déjà vú está lá).

As teorias (e os áudios) começam logo cedo porque começamos a encontrar pequenas dicas e pistas ao longo dos capítulos. A questão é que ansiamos por elas e ansiamos por desvendar tudo. Enganem-se se pensam que vão-se armar em Sherlocks e descobrir tudo! Nem todas as respostas estão neste primeiro livro malta e por isso mais vale relaxarem e aproveitarem a viagem. Não se esqueçam de ir partilhando com a M.G., ela é perita em aumentar a nossa curiosidade e ansiedade. Ainda diz ela que tem uma úlcera! Devo ter uma, fora as taquicardias, com todos os acontecimentos de parar o coração que ela escreveu aqui.

Outro ponto que não adorei foram as descrições de certas acções. Há uma cena em que Ara é atacada e este ataque é descrito na primeira pessoa (como todo o resto do livro) com algumas descrições de movimentos, mas não temos a presença de dor, ou emoção, ou medo, ou outros pormenores que me acostumei a ler noutros livros de acção e fantasia. Este ponto foi falado com a M.G. que me explicou que o intuito de uma descrição assim é para a acção ser mais rápida e dinâmica. Percebi, mas de qualquer forma gostava de mais porque achei que não consegui entrar bem na cena.

Curiosamente, e até eu estou admirada, o romance acabou por ser o ponto menos excitante. Talvez por ser óbvia a ligação entre a Ara e o Kai e apesar de gostar de acompanhar a evolução da sua relação e de adorar toda a tensão sexual entre eles, com umas cenas bem curiosas que se passam e que a minha veia romântica palpitou bastante, achei que soube a pouco, principalmente quando eles se entendem. Como há muito suspense e a história leva-nos numa caça aos vilões (com muitas reviravoltas), eles acabam por não conseguir ter muito tempo para eles e acabamos por não existir muitas cenas de cumplicidade de casal. Isto tudo fica resolvido por agora irmos ter um livro pelo ponto de vista do Kai e sabendo que esta história não acaba aqui. Aquorea acaba por ser o inicio e uma entrada para que agora possamos ter mais destes dois queridos e dos seus amigos e família.

Por falar nos personagens secundários, não posso deixar de referir que adorei todos eles! M.G. consegue mostrar-nos personagens tão cativantes como os protagonistas e por isso ansiamos por cenas tanto com Ara e Kai como com Petra, Mira, Wull, Isla e claro... Colt.

Vamos falar do Colt? Claro! Adorei este personagem por ser alguém de coração puro e doce. Claro que não é perfeito, mas foram todos os acontecimentos que se passaram com ele que também que me fizeram ansiar pelos capítulos com o seu ponto de vista. A busca por Ara acaba por ser monótona, mas a autora conseguiu desenvolvê-la de maneira a complementar o outro ponto de vista. Equilibram-se perfeitamente mas também me fez querer mais, mais histórias paralelas, mais de Colt e claro... o seu final feliz. Aliás, uma das minhas cenas preferidas e que achei das mais (mas não a mais) emotivas foi com este personagem, que muita gente detesta, mas que eu a-do-rei! *suspiro*

A autora não se priva de nos surpreender e partir o coração, ou até os dois aos mesmo tempo, e por isso a leitura de Aquorea é sôfrega e ansiosa; características que não se encontram facilmente na literatura nacional (pelo menos a que eu tenho lido). Esta leitura deu-me esperança e vontade de investir mais em escritores portugueses e por isso 2022 tem sido um ano de investimento. Quero mais ficção nacional e quero conhecer mais M.G. Ferrey's.

Agora só me resta ansiar pelo Shore Desvendado, que me vai dar mais um pouco de Aquorea. Mas o que anseio mesmo mesmo é a continuação deste primeiro livro, porque eu preciso de respostas para ontem.

Não quero deixar de salientar a genialidade desta autora em que uma das pistas está na capa... e mais não digo.

Para finalizar, o porquê de não ter dado as cinco estrelas - ao ler e até reler Aquorea (releitura esta que recomendo porque vai ser toda uma nova experiência), e apesar de toda a ansiedade que tenho para ler o resto, achei que sendo mais direccionado para jovens adultos, acabou por não me conquistar a 100%. Ainda não estou apaixonada completamente por Ara nem Kai, mas todas as trilogias que li e amei (incluindo a minha diva Sarah J. Maas ou até a Holly Black) começaram com quatro estrelas e estou super confiante que os seguintes vão ter nota máxima. Para um primeiro livro, acho que Ferrey conseguiu atingir e ultrapassar todos os seus objectivos e fico muito feliz por ela, mesmo!

Muito orgulho em ti amiga.

Espero que mais pessoas leiam e adorem o mundo de Aquorea, mas também espero ter mais pessoas na minha equipa ahahah.

No dia do funeral do avô, Arabela Rosialt afoga-se e, quando acorda, reencontra-o. A sua vida sofre uma reviravolta avassaladora ao descobrir que está em Aquorea: uma exótica e milenar comunidade que prosperou milhares de metros abaixo do nível do mar.
Kai, um rapaz de inescrutáveis olhos azuis, com um comportamento enlouquecedor, umas vezes frio e sisudo, outras vezes arrebatador, atrai-a e repele-a em simultâneo. Deixando-a louca de raiva... e de desejo.
Apesar das saudades infindáveis da sua família, Ara sente-se irresistivelmente atraída pelas novas amizades, a vida agitada e a existência daquela comunidade excêntrica, mas extremamente calorosa.
Tudo parece perfeito, até que alguns habitantes de Aquorea começam a morrer. Quando ela percebe que, afinal, o seu mergulho não foi coincidência e que dela depende a salvação ou condenação daquele mundo, terá de enfrentar a decisão mais difícil da sua vida.
Colocando as suas diferenças de lado, ambos tentarão perceber quem está por detrás dos assassinatos e daquela misteriosa conspiração.

Opinião da Ne: "Aquorea - Inspira" de M.G. Ferrey

 

Transcrevo esta opinião já depois de ter relido Aquorea e já depois de ter conhecido pessoalmente a autora (ai credo, não consigo tratá-la assim! Para mim já somos amigas), mas resolvi deixar tudo como escrevi à mão para que fosse o mais sincera possível e em nada influenciada. De qualquer forma, toda a primeira leitura teve o seu toque de influência, porque durante esta mandei e recebi alguns áudios para a M.G. (algumas às duas da manhã - desculpa!) e ela sempre me respondeu de forma entusiasta.

Vamos então falar sobre Aquorea:

Quando saiu em Junho de 2021 houve todo um hype sobre ele, tanto pelas betareaders como por outros leitores. Aqui a Ne, como não gosta de ler quando anda tudo excitado com um livro, decidiu esperar. Sou do contra, que querem que diga! Ou leio primeiro que todos ou leio muito depois - normalmente prefiro o primeiro. Apenas o li em Dezembro quando não resisti a uma leitura conjunta de Natal, mas mesmo assim ainda havia muito barulho em volta dele, por isso quando lhe peguei as expectativas ainda estavam em alta e a minha vertente crítica e minuciosa continuava ali nos píncaros. Maior atenção aos pormenores que menos me fazem gostar de uma leitura, digamos assim.

O primeiro ponto começou no primeiro capítulo, depois de um prólogo curtinho (que adorei), os restantes capítulos pareceram-me algo longos. De qualquer forma, à medida que a leitura avança e já estamos ambientados com as personagens e cenários, esse ponto negativo acaba por se esbater e ser esquecido. Quando a leitura é viciante, quem quer saber se o capítulo tem 10 ou 17 páginas? Chegamos a um ponto que quanto mais melhor!

O segundo ponto tem a ver com Ara: achei-a um pouco repetitiva em relação às suas reacções e pensamentos em relação a Kai e às suas atitudes. Isto desculpa-se claro com ser adolescente e Kai ser sem dúvida um espécime que capta atenção e pensamentos (até sonhos), mas estando ela num mundo novo, com pessoas novas, com pessoas que pensava mortas, com tanto por onde a sua atenção se poderia desviar, a sua atenção para com Kai acaba por ser algo desproporcional. Talvez eu diga isto por ser equipa Colt e por isso quem é team Kai não irá desgostar nada deste protagonismo inicial.

Outro ponto, mas aqui é mea culpa e da minha imaginação, com a capa (que adoro de paixão), sinopse e trailer, o meu cérebro criou logo uma história ainda mais fantástica (no sentido ficcional) em que Aquorea era um mundo de sereias - o que não é e não vou falar mais para não dar spoilers. Mas por isso, quando Ara chega a Aquorea acabei um pouco desiludida. Desilusão que não durou muito porque a M.G. pegou neste mundo e mostrou todos os pormenores que nos fazem querer viver nele e ter vontade de ir ali atirar-me ao mar a ver se lá vou parar. O dialecto, a comida, as tradições, até a flora! e a fauna!, política, etc. Não esperem um mundo sub-aquático só ali como cenário. Não! A escritora criou algo muito mais profundo, nos dois sentidos, que responde a cada pergunta que nos vai surgindo à medida que avançamos.

Apesar dos capítulos de muitas páginas, a acção desenrola-se muito fluidamente, isto graças a uma escrita leve com diálogos naturais e recorrentes. Quando temos alguma descrição nunca são demoradas ou entediantes, pelas razões que falei no paragrafo anterior.

Sendo autora nacional, estava à espera de uma escrita mais eloquente e filosófica (que não gosto), mas em vez disso todo o texto é adequado à idade das personagens e de forma bem directa. Não há cá "palha" para ninguém e por isso foi fácil viciar e ler este livro de quase 600 páginas. São percetíveis também algumas influências/inspirações americanas e havaianas, tal como o Kai fazer lembrar o Mamoa no seu papel de Aquaman e a Ara a Mohana (tudo recusado pela autora quando lhe disse ahahah, mas o déjà vú está lá).

As teorias (e os áudios) começam logo cedo porque começamos a encontrar pequenas dicas e pistas ao longo dos capítulos. A questão é que ansiamos por elas e ansiamos por desvendar tudo. Enganem-se se pensam que vão-se armar em Sherlocks e descobrir tudo! Nem todas as respostas estão neste primeiro livro malta e por isso mais vale relaxarem e aproveitarem a viagem. Não se esqueçam de ir partilhando com a M.G., ela é perita em aumentar a nossa curiosidade e ansiedade. Ainda diz ela que tem uma úlcera! Devo ter uma, fora as taquicardias, com todos os acontecimentos de parar o coração que ela escreveu aqui.

Outro ponto que não adorei foram as descrições de certas acções. Há uma cena em que Ara é atacada e este ataque é descrito na primeira pessoa (como todo o resto do livro) com algumas descrições de movimentos, mas não temos a presença de dor, ou emoção, ou medo, ou outros pormenores que me acostumei a ler noutros livros de acção e fantasia. Este ponto foi falado com a M.G. que me explicou que o intuito de uma descrição assim é para a acção ser mais rápida e dinâmica. Percebi, mas de qualquer forma gostava de mais porque achei que não consegui entrar bem na cena.

Curiosamente, e até eu estou admirada, o romance acabou por ser o ponto menos excitante. Talvez por ser óbvia a ligação entre a Ara e o Kai e apesar de gostar de acompanhar a evolução da sua relação e de adorar toda a tensão sexual entre eles, com umas cenas bem curiosas que se passam e que a minha veia romântica palpitou bastante, achei que soube a pouco, principalmente quando eles se entendem. Como há muito suspense e a história leva-nos numa caça aos vilões (com muitas reviravoltas), eles acabam por não conseguir ter muito tempo para eles e acabamos por não existir muitas cenas de cumplicidade de casal. Isto tudo fica resolvido por agora irmos ter um livro pelo ponto de vista do Kai e sabendo que esta história não acaba aqui. Aquorea acaba por ser o inicio e uma entrada para que agora possamos ter mais destes dois queridos e dos seus amigos e família.

Por falar nos personagens secundários, não posso deixar de referir que adorei todos eles! M.G. consegue mostrar-nos personagens tão cativantes como os protagonistas e por isso ansiamos por cenas tanto com Ara e Kai como com Petra, Mira, Wull, Isla e claro... Colt.

Vamos falar do Colt? Claro! Adorei este personagem por ser alguém de coração puro e doce. Claro que não é perfeito, mas foram todos os acontecimentos que se passaram com ele que também que me fizeram ansiar pelos capítulos com o seu ponto de vista. A busca por Ara acaba por ser monótona, mas a autora conseguiu desenvolvê-la de maneira a complementar o outro ponto de vista. Equilibram-se perfeitamente mas também me fez querer mais, mais histórias paralelas, mais de Colt e claro... o seu final feliz. Aliás, uma das minhas cenas preferidas e que achei das mais (mas não a mais) emotivas foi com este personagem, que muita gente detesta, mas que eu a-do-rei! *suspiro*

A autora não se priva de nos surpreender e partir o coração, ou até os dois aos mesmo tempo, e por isso a leitura de Aquorea é sôfrega e ansiosa; características que não se encontram facilmente na literatura nacional (pelo menos a que eu tenho lido). Esta leitura deu-me esperança e vontade de investir mais em escritores portugueses e por isso 2022 tem sido um ano de investimento. Quero mais ficção nacional e quero conhecer mais M.G. Ferrey's.

Agora só me resta ansiar pelo Shore Desvendado, que me vai dar mais um pouco de Aquorea. Mas o que anseio mesmo mesmo é a continuação deste primeiro livro, porque eu preciso de respostas para ontem.

Não quero deixar de salientar a genialidade desta autora em que uma das pistas está na capa... e mais não digo.

Para finalizar, o porquê de não ter dado as cinco estrelas - ao ler e até reler Aquorea (releitura esta que recomendo porque vai ser toda uma nova experiência), e apesar de toda a ansiedade que tenho para ler o resto, achei que sendo mais direccionado para jovens adultos, acabou por não me conquistar a 100%. Ainda não estou apaixonada completamente por Ara nem Kai, mas todas as trilogias que li e amei (incluindo a minha diva Sarah J. Maas ou até a Holly Black) começaram com quatro estrelas e estou super confiante que os seguintes vão ter nota máxima. Para um primeiro livro, acho que Ferrey conseguiu atingir e ultrapassar todos os seus objectivos e fico muito feliz por ela, mesmo!

Muito orgulho em ti amiga.

Espero que mais pessoas leiam e adorem o mundo de Aquorea, mas também espero ter mais pessoas na minha equipa ahahah.

No dia do funeral do avô, Arabela Rosialt afoga-se e, quando acorda, reencontra-o. A sua vida sofre uma reviravolta avassaladora ao descobrir que está em Aquorea: uma exótica e milenar comunidade que prosperou milhares de metros abaixo do nível do mar.
Kai, um rapaz de inescrutáveis olhos azuis, com um comportamento enlouquecedor, umas vezes frio e sisudo, outras vezes arrebatador, atrai-a e repele-a em simultâneo. Deixando-a louca de raiva... e de desejo.
Apesar das saudades infindáveis da sua família, Ara sente-se irresistivelmente atraída pelas novas amizades, a vida agitada e a existência daquela comunidade excêntrica, mas extremamente calorosa.
Tudo parece perfeito, até que alguns habitantes de Aquorea começam a morrer. Quando ela percebe que, afinal, o seu mergulho não foi coincidência e que dela depende a salvação ou condenação daquele mundo, terá de enfrentar a decisão mais difícil da sua vida.
Colocando as suas diferenças de lado, ambos tentarão perceber quem está por detrás dos assassinatos e daquela misteriosa conspiração.

A Sair do Forno: Shore Desvendado ' de M. G. Ferrey

 


A desvendar dia 18 de Abril 


  Kai Shore é apaixonado por Ara desde criança. Guarda com nostalgia a memória da primeira vez que a viu, que brincaram juntos e todos os momentos importantes. Porém, Kai nunca esteve com Ara, nunca a tocou. Separados pelo abismo, estão unidos por uma ligação forte e inexplicável que vai muito além do que conhecemos. Kai vive em AQUOREA, uma cidade tecnologicamente avançada, que prosperou milhares de metros abaixo da Superfície.


Ara vive em Atlanta, nos Estados Unidos, mas quando, no funeral do seu avô, ela supostamente se afoga, é levada pelos portais de água, para Aquorea. Kai resgata-a, mas em choque não sabe se Ara o reconhece. Terão sido apenas como amigos imaginários para ela?

Dividido, Kai terá de decidir se quer lutar por Ara e pelo seu amor, mesmo sabendo o que a chegada dela significa para o seu povo. Num intenso conflito interno, Kai tenta mostrar a Ara tudo o que ela tem perdido, despertando-lhe os sentidos, enquanto desvenda todos os seus segredos.

Um livro do universo Aquorea escrito na primeira pessoa, que revela alguns factos novos e aprofunda o amor entre Ara e Kai.

A Sair do Forno: Shore Desvendado " de M. G. Ferrey

 


A desvendar dia 18 de Abril 


  Kai Shore é apaixonado por Ara desde criança. Guarda com nostalgia a memória da primeira vez que a viu, que brincaram juntos e todos os momentos importantes. Porém, Kai nunca esteve com Ara, nunca a tocou. Separados pelo abismo, estão unidos por uma ligação forte e inexplicável que vai muito além do que conhecemos. Kai vive em AQUOREA, uma cidade tecnologicamente avançada, que prosperou milhares de metros abaixo da Superfície.


Ara vive em Atlanta, nos Estados Unidos, mas quando, no funeral do seu avô, ela supostamente se afoga, é levada pelos portais de água, para Aquorea. Kai resgata-a, mas em choque não sabe se Ara o reconhece. Terão sido apenas como amigos imaginários para ela?

Dividido, Kai terá de decidir se quer lutar por Ara e pelo seu amor, mesmo sabendo o que a chegada dela significa para o seu povo. Num intenso conflito interno, Kai tenta mostrar a Ara tudo o que ela tem perdido, despertando-lhe os sentidos, enquanto desvenda todos os seus segredos.

Um livro do universo Aquorea escrito na primeira pessoa, que revela alguns factos novos e aprofunda o amor entre Ara e Kai.

A Sair do Forno: A Casa no Mar Cerúleo de T. J. Klune

 


Sai a 19 de Maio 

Linus Baker leva uma vida solitária e sossegada. Aos quarenta anos, vive na cidade, onde só chove e os dias são cinzentos, numa velha casa, na companhia de uma gata mal-humorada e dos seus discos de vinil.

Como funcionário de um departamento que cuida e protege crianças com poderes mágicos, Linus recebe uma tarefa altamente secreta: viajar para para o orfanato da ilha Marsyas, dirigido pelo charmoso e enigmático Arthur Parnassus. No local residem seis crianças com capacidades potencialmente perigosas: um gnomo de 200 anos, uma fada da floresta, uma serpe, um rapaz que se transforma num lulu-da-pomerânia, uma bolha verde amorfa e o Anticristo. Linus deve pôr de lado os seus medos e perceber se eles podem, ou não, trazer o fim dos dias.

As crianças não são, no entanto, o único segredo da ilha. No final, uma decisão terá de ser tomada por Linus Baker: destruir um espaço e uma família aos quais inesperadamente se apegou, ou ver o mundo arder.

Um romance que lhe deixará a alma em boas mãos e o coração no sítio certo.

A Sair do Forno: A Casa no Mar Cerúleo de T. J. Klune

 


Sai a 19 de Maio 

Linus Baker leva uma vida solitária e sossegada. Aos quarenta anos, vive na cidade, onde só chove e os dias são cinzentos, numa velha casa, na companhia de uma gata mal-humorada e dos seus discos de vinil.

Como funcionário de um departamento que cuida e protege crianças com poderes mágicos, Linus recebe uma tarefa altamente secreta: viajar para para o orfanato da ilha Marsyas, dirigido pelo charmoso e enigmático Arthur Parnassus. No local residem seis crianças com capacidades potencialmente perigosas: um gnomo de 200 anos, uma fada da floresta, uma serpe, um rapaz que se transforma num lulu-da-pomerânia, uma bolha verde amorfa e o Anticristo. Linus deve pôr de lado os seus medos e perceber se eles podem, ou não, trazer o fim dos dias.

As crianças não são, no entanto, o único segredo da ilha. No final, uma decisão terá de ser tomada por Linus Baker: destruir um espaço e uma família aos quais inesperadamente se apegou, ou ver o mundo arder.

Um romance que lhe deixará a alma em boas mãos e o coração no sítio certo.

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