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Opinião da Ne: 'Faked (Ward Sisters #2) de Karla Sorensen

 

Depois de Focused parti para a leitura do Faked. Pelo último capítulo já tinha a historia toda imaginada na minha cabeça, mas Karla Sorensen trocou-me as voltas e trocou-me o plot todo. Este segundo volume não foi nada do que estava à espera e quando percebi que não ia seguir a minha linha de acção comecei por ficar desiludida. De qualquer forma continuei e ainda bem.

Este segundo volume foi muito melhor que o primeiro, talvez porque inclui as personagens do primeiro e todo o ambiente familiar e de irmãs já é conhecido.

Adorei conhecer mais de Claire, que já aparecia no primeiro, e da sua gémea Lia. Revi Molly, apesar de pouco, e conhecemos melhor Finn e Bauer. Ora eu pensava que ia ser todo um romance de Claire com Finn, mas afinal não. 

Aqui vamos ter um típico romance com um bad boy que afinal não é nada disso. Bauer é um coração de ouro, mas que tem tido azares na vida. Durante Faked vamos assisti-lo a conquistar a nossa Claire, outra querida, e vai ter muito por onde batalhar. O que me chateou foi a típica reviravolta de quando um dos protagonistas acha que não merece o outro e passa-se dos carretos, se me permitem a expressão. Claro que isto tudo é para dar aquele drama a tudo, mas não deixa de ser clichê.

De qualquer forma, a leitura é feita de forma muito fluída, com certos dilemas relacionados com os respectivos irmãos e que nos cativam do inicio ao fim.

Se querem um romance leve e docinho que não te larga nas 250 páginas então aqui tens.

Tropes: Ele Primeiro, Fake Dating, Bad Boy/Good Girl, Slow Burn, One Bed,não a mereço.

Every action has a consequence, and Claire Ward knows it. And yet, even knowing that her decision to swap places with her identical twin sister, Lia, for a night could be disastrous, she still does it.
Why?
Because it will give her an evening with the man she’s been crushing on for years, Lia’s best friend, Finn.
Miss Straight A Student has thought through all the angles, and knows the risk is worth it. And everything would have been fine, if Finn had been the one to show up at her door.
But it wasn’t.
Bauer Davis— Finn’s half brother and his exact opposite in just about every definable category is the one waiting for her instead. A professional snowboarder, Bauer is covered in ink, full of attitude, and has a chip on his shoulder the size of Mt. Olympus. The kind of bad boy that Claire has never been attracted to before.
Now the good girl is with the wrong brother for a night, and when the consequence is that they have to pretend to be together for an event, it’s nothing she could have predicted. But maybe, just maybe, what makes Bauer so bad, is exactly what Claire needs.

 

Opinião da Ne: "Faked (Ward Sisters #2) de Karla Sorensen

 

Depois de Focused parti para a leitura do Faked. Pelo último capítulo já tinha a historia toda imaginada na minha cabeça, mas Karla Sorensen trocou-me as voltas e trocou-me o plot todo. Este segundo volume não foi nada do que estava à espera e quando percebi que não ia seguir a minha linha de acção comecei por ficar desiludida. De qualquer forma continuei e ainda bem.

Este segundo volume foi muito melhor que o primeiro, talvez porque inclui as personagens do primeiro e todo o ambiente familiar e de irmãs já é conhecido.

Adorei conhecer mais de Claire, que já aparecia no primeiro, e da sua gémea Lia. Revi Molly, apesar de pouco, e conhecemos melhor Finn e Bauer. Ora eu pensava que ia ser todo um romance de Claire com Finn, mas afinal não. 

Aqui vamos ter um típico romance com um bad boy que afinal não é nada disso. Bauer é um coração de ouro, mas que tem tido azares na vida. Durante Faked vamos assisti-lo a conquistar a nossa Claire, outra querida, e vai ter muito por onde batalhar. O que me chateou foi a típica reviravolta de quando um dos protagonistas acha que não merece o outro e passa-se dos carretos, se me permitem a expressão. Claro que isto tudo é para dar aquele drama a tudo, mas não deixa de ser clichê.

De qualquer forma, a leitura é feita de forma muito fluída, com certos dilemas relacionados com os respectivos irmãos e que nos cativam do inicio ao fim.

Se querem um romance leve e docinho que não te larga nas 250 páginas então aqui tens.

Tropes: Ele Primeiro, Fake Dating, Bad Boy/Good Girl, Slow Burn, One Bed,não a mereço.

Every action has a consequence, and Claire Ward knows it. And yet, even knowing that her decision to swap places with her identical twin sister, Lia, for a night could be disastrous, she still does it.
Why?
Because it will give her an evening with the man she’s been crushing on for years, Lia’s best friend, Finn.
Miss Straight A Student has thought through all the angles, and knows the risk is worth it. And everything would have been fine, if Finn had been the one to show up at her door.
But it wasn’t.
Bauer Davis— Finn’s half brother and his exact opposite in just about every definable category is the one waiting for her instead. A professional snowboarder, Bauer is covered in ink, full of attitude, and has a chip on his shoulder the size of Mt. Olympus. The kind of bad boy that Claire has never been attracted to before.
Now the good girl is with the wrong brother for a night, and when the consequence is that they have to pretend to be together for an event, it’s nothing she could have predicted. But maybe, just maybe, what makes Bauer so bad, is exactly what Claire needs.

 

A Sair do Forno: Eu Já Devia Saber de Bárbara Corby

 


A conhecer o primeiro livro desta influencer portuguesa dia 4 de Maio 
Manu está no segundo ano da faculdade e mal pode esperar por ir viver para Lisboa. Além da melhor amiga, Camila, e do irmão por afinidade, Fred, a única pessoa capaz de a tirar do tédio em que vive é o Edu. Mas não está fácil: se há palavra para descrevê-lo é «misterioso»... Alguém conhece um tutorial no YouTube para lidar com isto?

O Edu parece perfeito: é inteligente, bonito e carinhoso. Mas e se não for a pessoa certa para a Manu? E se houver outra pessoa capaz de lhe roubar o coração, alguém que esteve sempre por perto e que ela nunca foi capaz de ver de outra forma? E se… e se ela se apaixonar pela única pessoa do mundo que não pode amar?

Num romance de estreia emocionante, envolvente e cheio de reviravoltas, Bárbara Corby traz-nos uma história de amor que surge onde ninguém esperava. Só que à medida que este amor se torna mais forte, verdadeiro e intenso, mais claro é para todos que simplesmente não pode acontecer.


A Sair do Forno: Eu Já Devia Saber de Bárbara Corby

 


A conhecer o primeiro livro desta influencer portuguesa dia 4 de Maio 
Manu está no segundo ano da faculdade e mal pode esperar por ir viver para Lisboa. Além da melhor amiga, Camila, e do irmão por afinidade, Fred, a única pessoa capaz de a tirar do tédio em que vive é o Edu. Mas não está fácil: se há palavra para descrevê-lo é «misterioso»... Alguém conhece um tutorial no YouTube para lidar com isto?

O Edu parece perfeito: é inteligente, bonito e carinhoso. Mas e se não for a pessoa certa para a Manu? E se houver outra pessoa capaz de lhe roubar o coração, alguém que esteve sempre por perto e que ela nunca foi capaz de ver de outra forma? E se… e se ela se apaixonar pela única pessoa do mundo que não pode amar?

Num romance de estreia emocionante, envolvente e cheio de reviravoltas, Bárbara Corby traz-nos uma história de amor que surge onde ninguém esperava. Só que à medida que este amor se torna mais forte, verdadeiro e intenso, mais claro é para todos que simplesmente não pode acontecer.


Doce do Momento: 'Vermelho, Branco e Sangue Azul' de Casey McQuiston

 


Exemplar cedido pela Editorial Presença e leitura à rebelia do clube de leitura da Família Moonlight.
Live no Instagram sobre este livrinho. Não percam!

Quando a sua mãe é eleita presidente dos Estados Unidos, Alex Claremont-Diaz torna-se o novo menino bonito dos media. Lindo, carismático e com personalidade forte, Alex tem tudo para seguir os passos dos pais e ter uma carreira política extraordinária, como tanto quer. Mas quando a sua família é convidada para o casamento real de Philip, príncipe de Inglaterra, Alex confronta-se com o seu primeiro desafio diplomático: lidar com Henry, o irmão mais novo de Philip, o príncipe mais adorado do mundo, com quem é constantemente comparado - e que ele não suporta.
Mas o encontro entre Alex e Henry corre pior do que se poderia prever, e, no dia seguinte, todos os jornais do mundo têm imagens dos dois caídos em cima do bolo real, passando a ideia de uma briga entre eles. Para evitar um desastre diplomático, Alex e Henry passam um fim de semana juntos e fingem ser os melhores amigos. Mas o que parecia ser apenas mais uma obrigação rapidamente evolui para algo que nenhum dos dois poderia imaginar - e que não tem nenhuma hipótese de dar certo. Ou tem? 
Estarão Alex e Henry preparados para enfrentar o impacto que a sua relação pode ter no cenário mundial? Poderá o verdadeiro amor mudar as regras do jogo?

Doce do Momento: "Vermelho, Branco e Sangue Azul" de Casey McQuiston

 


Exemplar cedido pela Editorial Presença e leitura à rebelia do clube de leitura da Família Moonlight.
Live no Instagram sobre este livrinho. Não percam!

Quando a sua mãe é eleita presidente dos Estados Unidos, Alex Claremont-Diaz torna-se o novo menino bonito dos media. Lindo, carismático e com personalidade forte, Alex tem tudo para seguir os passos dos pais e ter uma carreira política extraordinária, como tanto quer. Mas quando a sua família é convidada para o casamento real de Philip, príncipe de Inglaterra, Alex confronta-se com o seu primeiro desafio diplomático: lidar com Henry, o irmão mais novo de Philip, o príncipe mais adorado do mundo, com quem é constantemente comparado - e que ele não suporta.
Mas o encontro entre Alex e Henry corre pior do que se poderia prever, e, no dia seguinte, todos os jornais do mundo têm imagens dos dois caídos em cima do bolo real, passando a ideia de uma briga entre eles. Para evitar um desastre diplomático, Alex e Henry passam um fim de semana juntos e fingem ser os melhores amigos. Mas o que parecia ser apenas mais uma obrigação rapidamente evolui para algo que nenhum dos dois poderia imaginar - e que não tem nenhuma hipótese de dar certo. Ou tem? 
Estarão Alex e Henry preparados para enfrentar o impacto que a sua relação pode ter no cenário mundial? Poderá o verdadeiro amor mudar as regras do jogo?

Opinião da Mafi: ''Deixa-me Louca'' de Melanie Harlow

 

Mais uma nova autora a ser publicada em Portugal e como estava a precisar de uma leitura rápida, este foi o escolhido.

Se gostam de Penelope Ward, Vi Keeland, Colleen Hoover, Elle Kennedy, Kendal Ryan e tantas outras do género, também vão gostar de Melanie Harlow de certeza.

O  livro não poderia ser mais simples e basicamente é o que diz na sinopse. Temos Blair que está fugitiva por alguma razão e vai parar então à cidade de Bellamy Creek, uma cidade pequena que dá nome a esta série de livros.

 que me surpreendeu foi o par protagonista e o quão fácil foi gostar deles, Tanto Blair como Griffin são bem desenvolvidos, conhecemos os seus hobbies, a vida que têm, o futuro que desejam, os sonhos que ambos querem...foi realmente ver protagonistas com personalidade mas que não fossem demasiado irritantes. 

Quanto ao romance, bem claro que acontece tudo muito rápido e se esquecerem este pequeno detalhe vão sem dúvida apreciar o livro. É um romance erótico portanto as cenas de sexo são uma constante ao longo do livro. Eu achei que estavam bem escritas sem roçar o vulgar o que muitas vezes acontece. Só há uma ou outra cena um pouco mais esquisita mas cada um com o seu fetiche! 

Adorei a Blair, finalmente uma protagonista feminina que sabe o que quer e é corajosa e independente e não tem medo de falar sobre os seus sentimentos. Já o Griffin é a típica personagem masculina que não quer um romance e tem um passado que esconde. Os seus segredos são um cliché e adivinhei logo, até porque já li muitos livros deste género e tendem a repetir-se mas não foi por isso que desgostei do livro. 

Gostei muito também como a autora soube introduzir as personagens secundárias que serão protagonistas nos próximos livros. Há autores que não conseguem fazer isso porque focam-se demasiado na história principal mas aqui Melanie Harlow conseguiu perfeitamente apresentar os futuros casais o que é excelente porque deixa-nos curiosos sobre os próximos livros da série!

Se aconselho a leitura? Sim sem dúvida mas é daqueles livros que também acho que dentro do género há melhores autoras (Colleen Hoover e Vi Keeland) portanto é uma compra que devem pensar em fazer pois é um livro muito leve, muito água com açúcar que nem damos pelas páginas passar e devoramos num dia...e ao preço que os livros estão, não é um livro que recomendo a compra. 

A vida de Griffin muda de um momento para o outro quando assiste à aparatosa entrada de Blair na sua pequena vila de Bellamy Creek. Vestida de noiva e com uma tiara na cabeça, a condutora do MG que se estampa diante de Griffin e do seu grupo de amigos é claramente alguém que ali foi parar por engano. Mas, depois do acidente, Blair não tem para onde ir, e Griffin vê-se obrigado a oferecer os seus préstimos como mecânico, bem como o seu sofá para ela passar a noite.

Afinal, que mal poderá haver nisso? Ele é um profissional e ela tem um carro para arranjar. E embora ele se reja por regras muito rigorosas em relação às mulheres que leva para casa, Blair é apenas uma cliente a quem ele irá dar guarida por uma noite. A sua regra de não permitir que durmam em sua casa não se aplica neste caso.

Só que Griffin não estava a contar com a enorme atração que começava a sentir por ela e que não tardaria a fazê-lo repensar todas as suas opções de vida. E Blair não imaginava que iria encontrar naquela pequena vila tantas razões para ficar. Mas a data da sua partida já estava marcada, e nada a faria mudar de ideias. Ou será que sim?



Opinião da Mafi: ''Deixa-me Louca'' de Melanie Harlow

 

Mais uma nova autora a ser publicada em Portugal e como estava a precisar de uma leitura rápida, este foi o escolhido.

Se gostam de Penelope Ward, Vi Keeland, Colleen Hoover, Elle Kennedy, Kendal Ryan e tantas outras do género, também vão gostar de Melanie Harlow de certeza.

O  livro não poderia ser mais simples e basicamente é o que diz na sinopse. Temos Blair que está fugitiva por alguma razão e vai parar então à cidade de Bellamy Creek, uma cidade pequena que dá nome a esta série de livros.

 que me surpreendeu foi o par protagonista e o quão fácil foi gostar deles, Tanto Blair como Griffin são bem desenvolvidos, conhecemos os seus hobbies, a vida que têm, o futuro que desejam, os sonhos que ambos querem...foi realmente ver protagonistas com personalidade mas que não fossem demasiado irritantes. 

Quanto ao romance, bem claro que acontece tudo muito rápido e se esquecerem este pequeno detalhe vão sem dúvida apreciar o livro. É um romance erótico portanto as cenas de sexo são uma constante ao longo do livro. Eu achei que estavam bem escritas sem roçar o vulgar o que muitas vezes acontece. Só há uma ou outra cena um pouco mais esquisita mas cada um com o seu fetiche! 

Adorei a Blair, finalmente uma protagonista feminina que sabe o que quer e é corajosa e independente e não tem medo de falar sobre os seus sentimentos. Já o Griffin é a típica personagem masculina que não quer um romance e tem um passado que esconde. Os seus segredos são um cliché e adivinhei logo, até porque já li muitos livros deste género e tendem a repetir-se mas não foi por isso que desgostei do livro. 

Gostei muito também como a autora soube introduzir as personagens secundárias que serão protagonistas nos próximos livros. Há autores que não conseguem fazer isso porque focam-se demasiado na história principal mas aqui Melanie Harlow conseguiu perfeitamente apresentar os futuros casais o que é excelente porque deixa-nos curiosos sobre os próximos livros da série!

Se aconselho a leitura? Sim sem dúvida mas é daqueles livros que também acho que dentro do género há melhores autoras (Colleen Hoover e Vi Keeland) portanto é uma compra que devem pensar em fazer pois é um livro muito leve, muito água com açúcar que nem damos pelas páginas passar e devoramos num dia...e ao preço que os livros estão, não é um livro que recomendo a compra. 

A vida de Griffin muda de um momento para o outro quando assiste à aparatosa entrada de Blair na sua pequena vila de Bellamy Creek. Vestida de noiva e com uma tiara na cabeça, a condutora do MG que se estampa diante de Griffin e do seu grupo de amigos é claramente alguém que ali foi parar por engano. Mas, depois do acidente, Blair não tem para onde ir, e Griffin vê-se obrigado a oferecer os seus préstimos como mecânico, bem como o seu sofá para ela passar a noite.

Afinal, que mal poderá haver nisso? Ele é um profissional e ela tem um carro para arranjar. E embora ele se reja por regras muito rigorosas em relação às mulheres que leva para casa, Blair é apenas uma cliente a quem ele irá dar guarida por uma noite. A sua regra de não permitir que durmam em sua casa não se aplica neste caso.

Só que Griffin não estava a contar com a enorme atração que começava a sentir por ela e que não tardaria a fazê-lo repensar todas as suas opções de vida. E Blair não imaginava que iria encontrar naquela pequena vila tantas razões para ficar. Mas a data da sua partida já estava marcada, e nada a faria mudar de ideias. Ou será que sim?



A Sair do Forno: 'O ar que ele respira ' de Brittany C. Cherry

 


A Presença ouviu os vossos pedidos e é por isso que vem por aí mais um livro desta serie dos quatro elementos, desta vez o primeiro livro: O Ar que ele respira. 

Sai dia 3 de Março!! 

Sinopse em breve 


A Sair do Forno: "O ar que ele respira " de Brittany C. Cherry

 


A Presença ouviu os vossos pedidos e é por isso que vem por aí mais um livro desta serie dos quatro elementos, desta vez o primeiro livro: O Ar que ele respira. 

Sai dia 3 de Março!! 

Sinopse em breve 


A Sair do Forno: 'Deixa-me Louca' de Melanie Harlow

 






Sai dia 7 de Fevereiro! 

😏🔥 
Com uma capa destas nem é preciso dizer muito mais certo? Ah, sim convém dizer que sairá cá pela Topseller. 

Para abrir o apetite, fiquem com a sinopse abaixo:

A vida de Griffin muda de um momento para o outro quando assiste à aparatosa entrada de Blair na sua pequena vila de Bellamy Creek. Vestida de noiva e com uma tiara na cabeça, a condutora do MG que se estampa diante de Griffin e do seu grupo de amigos é claramente alguém que ali foi parar por engano. Mas, depois do acidente, Blair não tem para onde ir, e Griffin vê-se obrigado a oferecer os seus préstimos como mecânico, bem como o seu sofá para ela passar a noite.

Afinal, que mal poderá haver nisso? Ele é um profissional e ela tem um carro para arranjar. E embora ele se reja por regras muito rigorosas em relação às mulheres que leva para casa, Blair é apenas uma cliente a quem ele irá dar guarida por uma noite. A sua regra de não permitir que durmam em sua casa não se aplica neste caso.

Só que Griffin não estava a contar com a enorme atração que começava a sentir por ela e que não tardaria a fazê-lo repensar todas as suas opções de vida. E Blair não imaginava que iria encontrar naquela pequena vila tantas razões para ficar. Mas a data da sua partida já estava marcada, e nada a faria mudar de ideias. Ou será que sim?

A Sair do Forno: "Deixa-me Louca" de Melanie Harlow

 






Sai dia 7 de Fevereiro! 

😏🔥 
Com uma capa destas nem é preciso dizer muito mais certo? Ah, sim convém dizer que sairá cá pela Topseller. 

Para abrir o apetite, fiquem com a sinopse abaixo:

A vida de Griffin muda de um momento para o outro quando assiste à aparatosa entrada de Blair na sua pequena vila de Bellamy Creek. Vestida de noiva e com uma tiara na cabeça, a condutora do MG que se estampa diante de Griffin e do seu grupo de amigos é claramente alguém que ali foi parar por engano. Mas, depois do acidente, Blair não tem para onde ir, e Griffin vê-se obrigado a oferecer os seus préstimos como mecânico, bem como o seu sofá para ela passar a noite.

Afinal, que mal poderá haver nisso? Ele é um profissional e ela tem um carro para arranjar. E embora ele se reja por regras muito rigorosas em relação às mulheres que leva para casa, Blair é apenas uma cliente a quem ele irá dar guarida por uma noite. A sua regra de não permitir que durmam em sua casa não se aplica neste caso.

Só que Griffin não estava a contar com a enorme atração que começava a sentir por ela e que não tardaria a fazê-lo repensar todas as suas opções de vida. E Blair não imaginava que iria encontrar naquela pequena vila tantas razões para ficar. Mas a data da sua partida já estava marcada, e nada a faria mudar de ideias. Ou será que sim?

Opinião da Ne: 'A Melhor Lembrança' de Vi Keeland e Penelope Ward

 

Comprado em pré-venda porque faço colecção, porque adoro estas autoras, porque era o livro extra de Dezembro do Clube de Leitura Erotic Club, este foi um livro bastante ansiado. Como sabia que o ía devorar rapidamente decidi conter-me e apenas o ler perto da última meta. Por coincidência a @betabooks estava a meio e esperou por mim por isso ainda foi mais giro porque pude falar na hora com alguém (por esta altura ainda ninguém discutiu lá no clube).

Com grandes expectactivas este livro foi lido sem nunca desiludir. O inicio é um pouco profundo demais, sem aqueles começos divertidos típicos de Vi Keeland, mas depois daí foi sempre melhorando.

Sendo um livro até recente, de 2020, achei os diálogos muito 'amadores'. Pensei até que fosse um livro escrito há mais tempo. Tradução?

De resto é um romance com todos os ingredientes perfeitos para ler em qualquer momento, com ressaca, sem ressaca, com vontade de rir, com vontade de chorar, com vontade de suspirar ou até de ter suores frios e quentes.

Temos aqui personagens incríveis, mas de longe os protagonistas são os melhores. Perfeitos em tudo! Adoro! Super rectos, bom coração, humildes, lindos e pobres (ou classe média vá), com trabalhos normais, vidas normais e... um coelho e um gato! 

Este livro fala de destino, amizade, amor com amizade, sensualidade.

Não temos grande quantidade de erotismo mas a tensão sexual entre eles faz todo o trabalho e está sempre presente sem fartar. Mas o que mais gostei foi de viajar com Milo e Maddie, conhecer as cidades, os hoteis, restaurantes, etc. O sentimento de aventura está muito presente, mas sem se sobrepôr ao romance.

As cenas dramáticas são um pouco repetitivas mas necessárias para o desenlace da vida destes dois.

Para finalizar não posso de deixar falar de Zara. Foi de longe a minha personagem secundária preferida dos últimos tempos. Adorei as cenas com ela, poucas mas muito boas. A primeira trouxe me a lagrimita ao olho - foi lindo!!!

Como sempre, este duo de escritoras é sucesso garantido. Para ler e reler e reler e reler...

Mesmo com o casamento cancelado, decidi não me ir abaixo e aproveitar a viagem que já estava marcada, mas um enorme temporal estragou-me os planos e deixou-me sem lugar onde ficar hospedada. Na mesma situação que eu estavam centenas de outras pessoas, entre elas um homem que vi a fazer-se passar por outra pessoa para conseguir vaga num hotel. Ao perceber que a reserva incluía dois quartos, reagi de modo impulsivo e, em vez o denunciar, fingi ser a irmã dele. E foi assim que nos tornámos a Maddie e o Milo Hooker.
Passámos os dias seguintes juntos a explorar a cidade. Quando chegou o momento de nos separarmos, nenhum de nós queria fazê-lo, pelo que decidimos continuar a aventura com uma viagem de carro. Mas, por mais intensa que fosse a química entre nós, eu não estava preparada para me envolver, por isso fizemos um acordo: voltaríamos a encontrar-nos dali a três meses. Só que o regresso a casa foi mais difícil do que eu tinha pensado. Será que havia lugar para ele no meu futuro ou seriam as memórias da nossa viagem apenas uma boa lembrança?

Opinião da Ne: "A Melhor Lembrança" de Vi Keeland e Penelope Ward

 

Comprado em pré-venda porque faço colecção, porque adoro estas autoras, porque era o livro extra de Dezembro do Clube de Leitura Erotic Club, este foi um livro bastante ansiado. Como sabia que o ía devorar rapidamente decidi conter-me e apenas o ler perto da última meta. Por coincidência a @betabooks estava a meio e esperou por mim por isso ainda foi mais giro porque pude falar na hora com alguém (por esta altura ainda ninguém discutiu lá no clube).

Com grandes expectactivas este livro foi lido sem nunca desiludir. O inicio é um pouco profundo demais, sem aqueles começos divertidos típicos de Vi Keeland, mas depois daí foi sempre melhorando.

Sendo um livro até recente, de 2020, achei os diálogos muito "amadores". Pensei até que fosse um livro escrito há mais tempo. Tradução?

De resto é um romance com todos os ingredientes perfeitos para ler em qualquer momento, com ressaca, sem ressaca, com vontade de rir, com vontade de chorar, com vontade de suspirar ou até de ter suores frios e quentes.

Temos aqui personagens incríveis, mas de longe os protagonistas são os melhores. Perfeitos em tudo! Adoro! Super rectos, bom coração, humildes, lindos e pobres (ou classe média vá), com trabalhos normais, vidas normais e... um coelho e um gato! 

Este livro fala de destino, amizade, amor com amizade, sensualidade.

Não temos grande quantidade de erotismo mas a tensão sexual entre eles faz todo o trabalho e está sempre presente sem fartar. Mas o que mais gostei foi de viajar com Milo e Maddie, conhecer as cidades, os hoteis, restaurantes, etc. O sentimento de aventura está muito presente, mas sem se sobrepôr ao romance.

As cenas dramáticas são um pouco repetitivas mas necessárias para o desenlace da vida destes dois.

Para finalizar não posso de deixar falar de Zara. Foi de longe a minha personagem secundária preferida dos últimos tempos. Adorei as cenas com ela, poucas mas muito boas. A primeira trouxe me a lagrimita ao olho - foi lindo!!!

Como sempre, este duo de escritoras é sucesso garantido. Para ler e reler e reler e reler...

Mesmo com o casamento cancelado, decidi não me ir abaixo e aproveitar a viagem que já estava marcada, mas um enorme temporal estragou-me os planos e deixou-me sem lugar onde ficar hospedada. Na mesma situação que eu estavam centenas de outras pessoas, entre elas um homem que vi a fazer-se passar por outra pessoa para conseguir vaga num hotel. Ao perceber que a reserva incluía dois quartos, reagi de modo impulsivo e, em vez o denunciar, fingi ser a irmã dele. E foi assim que nos tornámos a Maddie e o Milo Hooker.
Passámos os dias seguintes juntos a explorar a cidade. Quando chegou o momento de nos separarmos, nenhum de nós queria fazê-lo, pelo que decidimos continuar a aventura com uma viagem de carro. Mas, por mais intensa que fosse a química entre nós, eu não estava preparada para me envolver, por isso fizemos um acordo: voltaríamos a encontrar-nos dali a três meses. Só que o regresso a casa foi mais difícil do que eu tinha pensado. Será que havia lugar para ele no meu futuro ou seriam as memórias da nossa viagem apenas uma boa lembrança?

A Sair do Forno: 'Cavalheiro Número Nove' de Penelope Ward

 



               À venda a 13 de setembro.


Autora bestseller do New York Times.

Quando o Channing me perguntou se podia ficar alguns meses em minha casa, enquanto estava em Boston em trabalho, não fui capaz de lhe dizer que não. Só não esperava sentir-me tão atraída por ele, sobretudo depois de o Rory me ter abandonado tão recentemente. Apesar de nos conhecermos há muito tempo, eu não podia envolver-me com o Channing. Afinal, ele era o melhor amigo do Rory.

Quando uma amiga me sugeriu que contratasse um acompanhante, de modo a resolver as minhas carências, a ideia não me pareceu nada má. Foi assim que conheci o Cavalheiro Número Nove. Nos e-mails que trocámos, senti-me à vontade para lhe confessar a atração que sentia pelo meu companheiro de casa, e disse-lhe que uma noite de sexo sem compromisso seria a melhor solução para esquecer esse sentimento que nunca poderia ser concretizado.

Contudo, à chegada ao bar do hotel onde tínhamos combinado encontrar-nos, quem estava à minha espera não era o Cavalheiro Número Nove, mas sim… o Channing! E tinha uma proposta que eu dificilmente conseguiria recusar.

Será que um coração partido é mesmo irreparável?

A Sair do Forno: "Cavalheiro Número Nove" de Penelope Ward

 



               À venda a 13 de setembro.


Autora bestseller do New York Times.

Quando o Channing me perguntou se podia ficar alguns meses em minha casa, enquanto estava em Boston em trabalho, não fui capaz de lhe dizer que não. Só não esperava sentir-me tão atraída por ele, sobretudo depois de o Rory me ter abandonado tão recentemente. Apesar de nos conhecermos há muito tempo, eu não podia envolver-me com o Channing. Afinal, ele era o melhor amigo do Rory.

Quando uma amiga me sugeriu que contratasse um acompanhante, de modo a resolver as minhas carências, a ideia não me pareceu nada má. Foi assim que conheci o Cavalheiro Número Nove. Nos e-mails que trocámos, senti-me à vontade para lhe confessar a atração que sentia pelo meu companheiro de casa, e disse-lhe que uma noite de sexo sem compromisso seria a melhor solução para esquecer esse sentimento que nunca poderia ser concretizado.

Contudo, à chegada ao bar do hotel onde tínhamos combinado encontrar-nos, quem estava à minha espera não era o Cavalheiro Número Nove, mas sim… o Channing! E tinha uma proposta que eu dificilmente conseguiria recusar.

Será que um coração partido é mesmo irreparável?

Opinião da Ne: 'Corte de Espinhos e Rosas' de Sarah J. Maas

 


- Cuidado contém spoilers - 

Não sei em que mundo vivia porque só até há pouco tempo é que conheci esta saga. A famosa ACOTAR. Eu lia ACOTAR para aqui, ACOTAR para ali, e só pensava, mas que raio é o ACOTAR! Mesmo tendo lido alguns livros da outra saga da autora não me lembro desta saga me ter chamado a atenção, mas de facto as capas inglesas não me eram estranhas.

Só quando fui para o clube de leitura Mais Que Ler e conheci um grupo de meninas que me desencaminharam, acabando todas numa 'sala' chamada ACOTAR-rápido! A minha experiência numa leitura conjunta deste género foi muito positiva e muito engraçada porque elas foram uma comédia. E delas falo da Lia, da Catzz e da Rute. Mas não estou aqui para falar desta experiência mas sim falar do livro, apesar de que esta análise em grupo mostra-nos que mesmo a nossa imaginação é limitada.

Em volta desta saga de Sarah J. Maas há todo um mundo de fanart e fãs viciados quais beatas na missa. Pois eu no meio desta expectativa pensei vir a ser uma delas, mas pelo menos no fim deste primeiro volume posso dizer que não o sou. Gostei, foi giro, mas não me conquistou. Culpo claro as enormes expectativas que tinha. Quando é assim já sei que a coisa não vai dar certo. Além disso, a fanart que me aparece no Instagram não ajuda, porque dá-me spoiler a torto e a direito e apesar de ser daquelas que costuma gostar, neste caso estragou-me algum entusiasmo. A leitura conjunta sendo por capítulos e tendo que parar diariamente também pode ter contribuído um pouco, principalmente porque fui lendo outros no meio, como O Atrevido de Vi Keeland e Verity de Colleen Hoover. Escolhi géneros diferentes, mas a linha de pensamento é interrompida e não resultou a 100%.

Voltando então à Corte de Espinhos e Rosas. Temos aqui umas quantas ilhas divididas entre feéricos e humanos. Como sempre os humanos são a ralé por não terem poderes, mas os feéricos também não andam muito saudáveis. Mas nós, leitores, vamos sabendo muito pouco ao longo do livro, ao mesmo tempo que Feyre, a personagem feminina principal que também é humana. A primeira cena é quando ela vai à caça para arranjar comer para a família faminta. A cena do arco e flecha deu-me um déjà vú da Katniss dos Jogos da Fome. Humanas pobres também. Depois ao longo da história vemos ali um pozinho de influência da Disney, nomeadamente da Bela e do Monstro, principalmente porque o Tamlin transformado é tal e qual, e destransformado... é tal e qual também. E a Feyre vem para quebrar uma maldição curiosamente com quê? Com o seu amor! Que coincidência.

Ok, estou a ser mazinha, mas uma pessoa vai pegar numa saga de fantasia que toda a gente adora e ama, mas começa a ler e só tem estes pensamentos envenenados. 

Mas vamos então às passagens boas. Porque no final de tudo eu adoro esta autora. Ninguém lhe tira o mérito dela descrever tão bem mundos, fantasia, homens sexys e cenas de acção. Tinha acabado de ler a saga da Rainha Vermelha de Victoria Aveyard quando comecei este (ainda nem escrevi a opinião desses, já agora), onde tinha descrições de quilómetros que não interessavam a ninguém. Também aí tínhamos magia, poderes, fantasia. Mas infelizmente não consegui fazer uma transição muito boa entre sagas. O que notei de melhor foi mesmo essa questão das descrições em medida q.b., em personagens femininas fortes e independentes, em personagens masculinos mais maduros.

Gostei das cenas de sexo. Nada de espectacular, mas apimentou o capítulo. Estou à espera de mais festas daquelas feéricas, que confio que vão ser memoráveis. Além disso, neste primeiro livro, inseriram o personagem Rhys que vai ser muito importante na segunda metade do livro e nos restantes volumes da saga. Aqui está o spoiler que menos gostei derivado da fanart que vi, porque o objectivo da autora é apaixonarmo-nos por Tamlin, envolvermo-nos na história dele e de Feyre, e depois quando este personagem surge encará-lo como vilão e não como futuro herói. Resultado, desde o início não consegui ter empatia com Tamlin. Achei-o fofo mas isso acho até o Lucien.

No inicio, ainda na terra humana, temos o parceiro de sexo de Feyre. Achei que uma relação sem amor, só de sexo, numa rapariga tão nova não fez muito sentido na história. Para quê inserir aquele personagem? E essa parte da história? Só para não ter uma virgem quando ela se envolvesse com o Tamlin? 

Temos a vilã, Amarantha, que só surge na boca dos personagens e apenas tem presença mais no fim. Tememo-la tanto, para no final ser só uma personagem aziada por causa de umas cenas do Passado e que tem uma personalidade de um gato a brincar com ratos. Achei que podiam ter havidos capítulos com outros POVs no meio da corte que nos fizessem conhecer melhor esta personagem, mas em vez disso Sarah J. Maas colocou uma 'empregada' a dar informação grátis a Feyre, e assim inseriu as explicações que faltavam para a história avançar. Não fiquei fã de Alis, nem com a sua história pessoal. No inicio vi-a como uma governante protectora de Feyre (humana sozinha num mundo cheio de perigos), mas depois apenas se transformou numa personagem mensageira.

Gostei de Lucien, não gostei das irmãs nem do pai. Estes últimos voltaram a lembrar-me histórias da Disney, como a Cinderella. Mas vou dar hipótese porque suspeito que pelo menos Nestha vai ter um papel importante. Gostei dela na cena em que manda a irmã de volta. Mostrou que afinal tem coração negro, mas cérebro bem brilhante. Veremos.

Agora que escrevi esta opinião nem quatro estrelas me apetece dar. Mas depois lembro-me do capítulo 44 e afinal quero voltar a dar pontuação melhor. Foi o meu capítulo preferido. Esta cena começou de forma menos boa, mas depois melhorou em termos de acção. Vou encarar este primeiro livro como uma entrada para uma refeição que espero que melhore. Mais uma vez há muitas expectativas para o segundo que dizem que ainda é melhor e tem um famoso capítulo. 

Desculpem pelo testamento. Até à próxima opinião!

Depois de anos sendo escravizados pelas fadas, os humanos conseguiram se libertar e coexistem com os seres místicos. Cerca de cinco séculos após a guerra que definiu o futuro das espécies, Feyre, filha de um casal de mercadores, é forçada a se tornar uma caçadora para ajudar a família. Após matar uma fada zoomórfica transformada em lobo, uma criatura bestial surge exigindo uma reparação. Arrastada para uma terra mágica e traiçoeira — que ela só conhecia através de lendas —, a jovem descobre que seu captor não é um animal, mas Tamlin, senhor da Corte Feérica da Primavera. À medida que ela descobre mais sobre este mundo onde a magia impera, seus sentimentos por Tamlin passam da mais pura hostilidade até uma paixão avassaladora. Enquanto isso, uma sinistra e antiga sombra avança sobre o mundo das fadas e Feyre deve provar seu amor para detê-la... ou Tamlin e seu povo estarão condenados.

Opinião da Ne: "Corte de Espinhos e Rosas" de Sarah J. Maas

 


- Cuidado contém spoilers - 

Não sei em que mundo vivia porque só até há pouco tempo é que conheci esta saga. A famosa ACOTAR. Eu lia ACOTAR para aqui, ACOTAR para ali, e só pensava, mas que raio é o ACOTAR! Mesmo tendo lido alguns livros da outra saga da autora não me lembro desta saga me ter chamado a atenção, mas de facto as capas inglesas não me eram estranhas.

Só quando fui para o clube de leitura Mais Que Ler e conheci um grupo de meninas que me desencaminharam, acabando todas numa "sala" chamada ACOTAR-rápido! A minha experiência numa leitura conjunta deste género foi muito positiva e muito engraçada porque elas foram uma comédia. E delas falo da Lia, da Catzz e da Rute. Mas não estou aqui para falar desta experiência mas sim falar do livro, apesar de que esta análise em grupo mostra-nos que mesmo a nossa imaginação é limitada.

Em volta desta saga de Sarah J. Maas há todo um mundo de fanart e fãs viciados quais beatas na missa. Pois eu no meio desta expectativa pensei vir a ser uma delas, mas pelo menos no fim deste primeiro volume posso dizer que não o sou. Gostei, foi giro, mas não me conquistou. Culpo claro as enormes expectativas que tinha. Quando é assim já sei que a coisa não vai dar certo. Além disso, a fanart que me aparece no Instagram não ajuda, porque dá-me spoiler a torto e a direito e apesar de ser daquelas que costuma gostar, neste caso estragou-me algum entusiasmo. A leitura conjunta sendo por capítulos e tendo que parar diariamente também pode ter contribuído um pouco, principalmente porque fui lendo outros no meio, como O Atrevido de Vi Keeland e Verity de Colleen Hoover. Escolhi géneros diferentes, mas a linha de pensamento é interrompida e não resultou a 100%.

Voltando então à Corte de Espinhos e Rosas. Temos aqui umas quantas ilhas divididas entre feéricos e humanos. Como sempre os humanos são a ralé por não terem poderes, mas os feéricos também não andam muito saudáveis. Mas nós, leitores, vamos sabendo muito pouco ao longo do livro, ao mesmo tempo que Feyre, a personagem feminina principal que também é humana. A primeira cena é quando ela vai à caça para arranjar comer para a família faminta. A cena do arco e flecha deu-me um déjà vú da Katniss dos Jogos da Fome. Humanas pobres também. Depois ao longo da história vemos ali um pozinho de influência da Disney, nomeadamente da Bela e do Monstro, principalmente porque o Tamlin transformado é tal e qual, e destransformado... é tal e qual também. E a Feyre vem para quebrar uma maldição curiosamente com quê? Com o seu amor! Que coincidência.

Ok, estou a ser mazinha, mas uma pessoa vai pegar numa saga de fantasia que toda a gente adora e ama, mas começa a ler e só tem estes pensamentos envenenados. 

Mas vamos então às passagens boas. Porque no final de tudo eu adoro esta autora. Ninguém lhe tira o mérito dela descrever tão bem mundos, fantasia, homens sexys e cenas de acção. Tinha acabado de ler a saga da Rainha Vermelha de Victoria Aveyard quando comecei este (ainda nem escrevi a opinião desses, já agora), onde tinha descrições de quilómetros que não interessavam a ninguém. Também aí tínhamos magia, poderes, fantasia. Mas infelizmente não consegui fazer uma transição muito boa entre sagas. O que notei de melhor foi mesmo essa questão das descrições em medida q.b., em personagens femininas fortes e independentes, em personagens masculinos mais maduros.

Gostei das cenas de sexo. Nada de espectacular, mas apimentou o capítulo. Estou à espera de mais festas daquelas feéricas, que confio que vão ser memoráveis. Além disso, neste primeiro livro, inseriram o personagem Rhys que vai ser muito importante na segunda metade do livro e nos restantes volumes da saga. Aqui está o spoiler que menos gostei derivado da fanart que vi, porque o objectivo da autora é apaixonarmo-nos por Tamlin, envolvermo-nos na história dele e de Feyre, e depois quando este personagem surge encará-lo como vilão e não como futuro herói. Resultado, desde o início não consegui ter empatia com Tamlin. Achei-o fofo mas isso acho até o Lucien.

No inicio, ainda na terra humana, temos o parceiro de sexo de Feyre. Achei que uma relação sem amor, só de sexo, numa rapariga tão nova não fez muito sentido na história. Para quê inserir aquele personagem? E essa parte da história? Só para não ter uma virgem quando ela se envolvesse com o Tamlin? 

Temos a vilã, Amarantha, que só surge na boca dos personagens e apenas tem presença mais no fim. Tememo-la tanto, para no final ser só uma personagem aziada por causa de umas cenas do Passado e que tem uma personalidade de um gato a brincar com ratos. Achei que podiam ter havidos capítulos com outros POVs no meio da corte que nos fizessem conhecer melhor esta personagem, mas em vez disso Sarah J. Maas colocou uma "empregada" a dar informação grátis a Feyre, e assim inseriu as explicações que faltavam para a história avançar. Não fiquei fã de Alis, nem com a sua história pessoal. No inicio vi-a como uma governante protectora de Feyre (humana sozinha num mundo cheio de perigos), mas depois apenas se transformou numa personagem mensageira.

Gostei de Lucien, não gostei das irmãs nem do pai. Estes últimos voltaram a lembrar-me histórias da Disney, como a Cinderella. Mas vou dar hipótese porque suspeito que pelo menos Nestha vai ter um papel importante. Gostei dela na cena em que manda a irmã de volta. Mostrou que afinal tem coração negro, mas cérebro bem brilhante. Veremos.

Agora que escrevi esta opinião nem quatro estrelas me apetece dar. Mas depois lembro-me do capítulo 44 e afinal quero voltar a dar pontuação melhor. Foi o meu capítulo preferido. Esta cena começou de forma menos boa, mas depois melhorou em termos de acção. Vou encarar este primeiro livro como uma entrada para uma refeição que espero que melhore. Mais uma vez há muitas expectativas para o segundo que dizem que ainda é melhor e tem um famoso capítulo. 

Desculpem pelo testamento. Até à próxima opinião!

Depois de anos sendo escravizados pelas fadas, os humanos conseguiram se libertar e coexistem com os seres místicos. Cerca de cinco séculos após a guerra que definiu o futuro das espécies, Feyre, filha de um casal de mercadores, é forçada a se tornar uma caçadora para ajudar a família. Após matar uma fada zoomórfica transformada em lobo, uma criatura bestial surge exigindo uma reparação. Arrastada para uma terra mágica e traiçoeira — que ela só conhecia através de lendas —, a jovem descobre que seu captor não é um animal, mas Tamlin, senhor da Corte Feérica da Primavera. À medida que ela descobre mais sobre este mundo onde a magia impera, seus sentimentos por Tamlin passam da mais pura hostilidade até uma paixão avassaladora. Enquanto isso, uma sinistra e antiga sombra avança sobre o mundo das fadas e Feyre deve provar seu amor para detê-la... ou Tamlin e seu povo estarão condenados.

A Sair do Forno: 'Não Fales Nisso' de Estelle Maskame

 


Sai dia 7 de Abril 

O livro do qual todos os leitores da trilogia Já Te Disse Que Te Amo? têm estado à espera... a história de Tyler!
Tyler Bruce é o miúdo rebelde que só faz disparates e que os leitores de Já Te Disse Que Te Amo? conhecem e adoram. Agora, vão poder ler a sua história, nas suas próprias palavras.
Não Fales Nisso é contado da perspetiva de Tyler, como miúdo de 12 anos que é física e psicologicamente maltratado pelo pai, e também enquanto rebelde de 17 anos que se apaixona perdidamente por Eden.

Alternando entre estes dois horizontes temporais de passado e presente, vamos finalmente ficar a conhecer a verdadeira história por detrás da enigmática fachada de Tyler. Revelando os seus pensamentos mais íntimos sobre o pai, a mãe, Tiffani e Eden, este é o Tyler que nunca tínhamos visto. Mas o mais importante é que ficamos a saber porque é que se tornou na pessoa furiosa e autodestrutiva que conhecemos pela primeira vez em Já Te Disse Que Te Amo?

Extremamente comovente e profundamente viciante, Não Fales Nisso dá voz a uma das personagens mais adoradas da trilogia de Estelle Maskame

A Sair do Forno: "Não Fales Nisso" de Estelle Maskame

 


Sai dia 7 de Abril 

O livro do qual todos os leitores da trilogia Já Te Disse Que Te Amo? têm estado à espera... a história de Tyler!
Tyler Bruce é o miúdo rebelde que só faz disparates e que os leitores de Já Te Disse Que Te Amo? conhecem e adoram. Agora, vão poder ler a sua história, nas suas próprias palavras.
Não Fales Nisso é contado da perspetiva de Tyler, como miúdo de 12 anos que é física e psicologicamente maltratado pelo pai, e também enquanto rebelde de 17 anos que se apaixona perdidamente por Eden.

Alternando entre estes dois horizontes temporais de passado e presente, vamos finalmente ficar a conhecer a verdadeira história por detrás da enigmática fachada de Tyler. Revelando os seus pensamentos mais íntimos sobre o pai, a mãe, Tiffani e Eden, este é o Tyler que nunca tínhamos visto. Mas o mais importante é que ficamos a saber porque é que se tornou na pessoa furiosa e autodestrutiva que conhecemos pela primeira vez em Já Te Disse Que Te Amo?

Extremamente comovente e profundamente viciante, Não Fales Nisso dá voz a uma das personagens mais adoradas da trilogia de Estelle Maskame

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