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Opinião da Ne: 'Jogos Cruéis (D.I. Kim Stone #2)' de Angela Marsons

 

Curioso estar a escrever esta opinião antes de escrever a do primeiro livro, mas o que lá vai lá vai e por isso prefiro adiantar já esta. Esta autora foi uma descoberta com a minha parceira das leituras conjuntas, a Bruna, e temos lido estes livros sempre juntas.

Não sendo fã de policiais ou thrillers esta foi uma forma de ler mais deste género e como sempre me acontece, custa me a pegar mas acabo sempre por gostar. Principalmente de policiais. Acho sempre tudo muito 'caído de paraquedas' e sem grande lógica, mas aqui a autora vai colocando algumas pistas demasiado subtis para nós repararmos nelas - por isso, claro que não fazia a mínima de quem era o culpado de um dos crimes.

Aqui está o que eu gostei neste livro. No primeiro a autora apenas tinha um com várias pessoas. Aqui temos vários crimes com uma pessoa. Mas neste crimes também sabemos logo quem foi o culpado e num deles até temos POV, o que me afectou um pouco porque ela é mesmo sociopata, mas temos também um culpado que só vamos saber quem é no final. Portanto temos toda uma heterogeneidade de crimes com que nos entreter. No meio disso tudo a autora vai nos dando uma pequena formação de patologias psiquiátricas e até de motas - adoro!

Como sempre o passado de Kim está presente e no terceiro livro teremos um final para este seu sofrimento.

Gostei muito do psiquiatra amigo dela e como sempre dos seus colegas de trabalho. No final achei que eles foram excluídos, mas Kim é a heroína e safa-se bem sozinha.

Como romântica que sou estou sempre à espera que ela encontre alguém e Angela Marsons dá-nos ali uma migalha de vez em quando, mas nunca o bolo. De qualquer forma tenho noção que isto é um policial e não um romance.

Ainda este ano espero ler o terceiro e último desta trilogia. Espero também ler mais deste género.

Quanto mais negro é o coração, mais perigoso é o jogo...

Kim Stone tem a seu cargo uma missão complicada: investigar a morte de um violador. À primeira vista, não é um caso complicado, pois tudo aponta para a vítima da violação. Mas, para a incansável detetive, há algo que não bate certo.
A sua intuição rapidamente prova estar certa. As mortes sucedem-se. Por detrás de todas elas, um só motivo: vingança. Kim tem pela frente um adversário admirável. Alguém que está a realizar fantasias letais e que parece conhecer intimamente as fraquezas da detetive. E que não planeia parar.
Kim percebe que se deixou enredar num perigoso jogo do rato e do gato. E que terá de descer ao inferno para solucionar este caso. E desta vez… é pessoal.

Opinião da Ne: "Jogos Cruéis (D.I. Kim Stone #2)" de Angela Marsons

 

Curioso estar a escrever esta opinião antes de escrever a do primeiro livro, mas o que lá vai lá vai e por isso prefiro adiantar já esta. Esta autora foi uma descoberta com a minha parceira das leituras conjuntas, a Bruna, e temos lido estes livros sempre juntas.

Não sendo fã de policiais ou thrillers esta foi uma forma de ler mais deste género e como sempre me acontece, custa me a pegar mas acabo sempre por gostar. Principalmente de policiais. Acho sempre tudo muito "caído de paraquedas" e sem grande lógica, mas aqui a autora vai colocando algumas pistas demasiado subtis para nós repararmos nelas - por isso, claro que não fazia a mínima de quem era o culpado de um dos crimes.

Aqui está o que eu gostei neste livro. No primeiro a autora apenas tinha um com várias pessoas. Aqui temos vários crimes com uma pessoa. Mas neste crimes também sabemos logo quem foi o culpado e num deles até temos POV, o que me afectou um pouco porque ela é mesmo sociopata, mas temos também um culpado que só vamos saber quem é no final. Portanto temos toda uma heterogeneidade de crimes com que nos entreter. No meio disso tudo a autora vai nos dando uma pequena formação de patologias psiquiátricas e até de motas - adoro!

Como sempre o passado de Kim está presente e no terceiro livro teremos um final para este seu sofrimento.

Gostei muito do psiquiatra amigo dela e como sempre dos seus colegas de trabalho. No final achei que eles foram excluídos, mas Kim é a heroína e safa-se bem sozinha.

Como romântica que sou estou sempre à espera que ela encontre alguém e Angela Marsons dá-nos ali uma migalha de vez em quando, mas nunca o bolo. De qualquer forma tenho noção que isto é um policial e não um romance.

Ainda este ano espero ler o terceiro e último desta trilogia. Espero também ler mais deste género.

Quanto mais negro é o coração, mais perigoso é o jogo...

Kim Stone tem a seu cargo uma missão complicada: investigar a morte de um violador. À primeira vista, não é um caso complicado, pois tudo aponta para a vítima da violação. Mas, para a incansável detetive, há algo que não bate certo.
A sua intuição rapidamente prova estar certa. As mortes sucedem-se. Por detrás de todas elas, um só motivo: vingança. Kim tem pela frente um adversário admirável. Alguém que está a realizar fantasias letais e que parece conhecer intimamente as fraquezas da detetive. E que não planeia parar.
Kim percebe que se deixou enredar num perigoso jogo do rato e do gato. E que terá de descer ao inferno para solucionar este caso. E desta vez… é pessoal.

A Sair do Forno: 'A Educação Sexual de BB' de BB Easton



A sair dia 24 de Março.
Após anos a tentar apimentar a minha vida sexual, desisti e comecei a escrever sobre as minhas fantasias e desejos num diário. Estava preparada para aceitar que o meu marido (o meu marido lindo de morrer pura e simplesmente não era o tipo intenso e arrebatado que eu tinha imaginado. E o que pensei foi: se eu não podia ter o tipo de paixão avassaladora que queria na vida real, então porque não canalizar a minha energia para a escrita? Era uma boa ideia, não era? Ninguém tinha de saber. Afinal, é para isso que existem os diários. Para guardar segredos. Agora, adivinhem só o que aconteceu... O meu marido encontrou o diário. E leu-o. E isto ainda fica melhor... Ele não só mostrou estar à altura da situação, como... subiu a parada! Foi mais forte do que eu, comecei imediatamente a testar os limites dele. E cada entrada do diário passou a ser pensada de forma a influenciar o seu comportamento. Correu tudo maravilhosamente bem... ou quase tudo. Como é que eu ia adivinhar que a maior surpresa da minha vida estava ainda por acontecer?

A Sair do Forno: "A Educação Sexual de BB" de BB Easton



A sair dia 24 de Março.
Após anos a tentar apimentar a minha vida sexual, desisti e comecei a escrever sobre as minhas fantasias e desejos num diário. Estava preparada para aceitar que o meu marido (o meu marido lindo de morrer pura e simplesmente não era o tipo intenso e arrebatado que eu tinha imaginado. E o que pensei foi: se eu não podia ter o tipo de paixão avassaladora que queria na vida real, então porque não canalizar a minha energia para a escrita? Era uma boa ideia, não era? Ninguém tinha de saber. Afinal, é para isso que existem os diários. Para guardar segredos. Agora, adivinhem só o que aconteceu... O meu marido encontrou o diário. E leu-o. E isto ainda fica melhor... Ele não só mostrou estar à altura da situação, como... subiu a parada! Foi mais forte do que eu, comecei imediatamente a testar os limites dele. E cada entrada do diário passou a ser pensada de forma a influenciar o seu comportamento. Correu tudo maravilhosamente bem... ou quase tudo. Como é que eu ia adivinhar que a maior surpresa da minha vida estava ainda por acontecer?

A Sair do Forno: 'A Soma de Todos os Beijos' de Julia Quinn




Sai dia 30 de Julho o terceiro volume do quarteto Smythe-Smith..

Ele acha-a enervante…
Se há coisa que Hugh Prentice não suporta é uma mulher teatral. Ele é um génio da matemática, um homem sério e pouco dado a dramatismos. Lady Sarah Pleinsworth representa tudo aquilo que ele detesta. Claro, ela até pode ter os seus encantos, mas depois do duelo que o deixou marcado para sempre, Hugh já desistiu de procurar o amor.
Ela acha que ele é doido varrido…
Sarah nunca perdoará Hugh pelo mal que causou à família dela. E mais, não quer ter NADA a ver com esse homem. E não, não é por causa do ferimento na perna, longe disso… é que ele é simplesmente de-tes-tá-vel! Mas quando ambos se veem forçados a passar uma semana juntos, depressa percebem que as primeiras impressões não são de fiar. E quando o primeiro beijo dá lugar ao segundo e ao terceiro, o brilhante matemático acaba por lhes perder a conta… e a jovem, por uma vez na vida, fica sem fala.

A Sair do Forno: "A Soma de Todos os Beijos" de Julia Quinn




Sai dia 30 de Julho o terceiro volume do quarteto Smythe-Smith..

Ele acha-a enervante…
Se há coisa que Hugh Prentice não suporta é uma mulher teatral. Ele é um génio da matemática, um homem sério e pouco dado a dramatismos. Lady Sarah Pleinsworth representa tudo aquilo que ele detesta. Claro, ela até pode ter os seus encantos, mas depois do duelo que o deixou marcado para sempre, Hugh já desistiu de procurar o amor.
Ela acha que ele é doido varrido…
Sarah nunca perdoará Hugh pelo mal que causou à família dela. E mais, não quer ter NADA a ver com esse homem. E não, não é por causa do ferimento na perna, longe disso… é que ele é simplesmente de-tes-tá-vel! Mas quando ambos se veem forçados a passar uma semana juntos, depressa percebem que as primeiras impressões não são de fiar. E quando o primeiro beijo dá lugar ao segundo e ao terceiro, o brilhante matemático acaba por lhes perder a conta… e a jovem, por uma vez na vida, fica sem fala.

Opinião Contemporânea: 'Uma Luz em Nova Iorque' de Liv Morris


Pela sinopse tudo prometia um romance funcionária-patrão, mas afinal foi só para nos enganar, porque já depois do meio do livro ainda ela não tinha sido contratada por ele. Por isso desistam dessa ideia, mas não desistam da leitura.
A história romântica alternativa que encontramos não deixa de ser pior, mas aproxima-se mais do género de livro Paixão Proibida de Penelope Douglas. E mais não digo se não já tendo para spoilers.
O nome dela é muito original mas nada relacionado às suas origens. 
Um livro que me fez lembrar o filme Sweet Home Alabama (penso que já não é o primeiro este ano), mas só pela terra natal, não pela história.
Liv Morris tende um pouco para a repetição da descrição de beleza e inocência da protagonista, o que não abona a seu favor, mas também não é feito de maneira a fazer-nos desistir ou revirar os olhos. Podia tirar um pouco na quantidade, já que percebemos logo cedo a 'perfeição' de Tessa e o atractivo que é para os homens.
Gostei bastante da primeira parte do livro, mas a segunda parte tornou-se muito lamechas, com discursos demasiado amorosos tipo dedicatórias tirando ali um pouco a credibilidade ou realismo do romance. Além disso, o cliché de Barclay ser rico e conseguir tudo dessa forma acaba por cansar um pouco, até porque começa a parecer que ela gosta que lhe comprem tudo e não paga nada. Tudo demasiado fácil e só a parte do blogue é que prova o valor dela. Esta parte foi talvez a minha preferida, até porque quem gosta de ler e tem um blogue literário se vai rever nesta personagem e invejar a sua sorte.
A 'revelação' foi feita finalmente, quase no final e feita de forma um pouco diferente do que estava à espera, mas não de forma negativa.
Uma Luz em Nova Iorque é um livro perfeito para um dia de descanso, em que se lê muito bem e de forma muito satisfatória.
Tessa Holly acaba de aterrar em Nova Iorque. No coração, traz o sonho de viver na cidade que nunca dorme. Na bagagem, carrega o CV, que tenciona distribuir até conseguir o emprego que mais deseja: trabalhar numa editora. Não está nos seus planos apaixonar-se e ou ceder a tentações... menos próprias. Mas uma troca de olhares com um sensual desconhecido fá-la vacilar. Felizmente, o momento é interrompido... pela bela acompanhante dele. Tessa, porém, não o esquece. E não podia adivinhar que voltaria a encontrá-lo. E ele é: Autoritário. Encantador. Lindo de morrer... e o seu novo patrão! Pois Barclay Hammond é o CEO de uma prestigiada editora e o solteirão mais cobiçado de Nova Iorque. A atracção entre ambos é electrizante. Mas há um GRANDE problema. As regras da editora proíbem relacionamentos íntimos. E Tessa não está disposta a abdicar do seu sonho. Conseguirá ela conquistar um lugar entre as mil luzes de Nova Iorque? Ou deitará tudo a perder num momento de derradeiro abandono?

Opinião Contemporânea: "Uma Luz em Nova Iorque" de Liv Morris


Pela sinopse tudo prometia um romance funcionária-patrão, mas afinal foi só para nos enganar, porque já depois do meio do livro ainda ela não tinha sido contratada por ele. Por isso desistam dessa ideia, mas não desistam da leitura.
A história romântica alternativa que encontramos não deixa de ser pior, mas aproxima-se mais do género de livro Paixão Proibida de Penelope Douglas. E mais não digo se não já tendo para spoilers.
O nome dela é muito original mas nada relacionado às suas origens. 
Um livro que me fez lembrar o filme Sweet Home Alabama (penso que já não é o primeiro este ano), mas só pela terra natal, não pela história.
Liv Morris tende um pouco para a repetição da descrição de beleza e inocência da protagonista, o que não abona a seu favor, mas também não é feito de maneira a fazer-nos desistir ou revirar os olhos. Podia tirar um pouco na quantidade, já que percebemos logo cedo a "perfeição" de Tessa e o atractivo que é para os homens.
Gostei bastante da primeira parte do livro, mas a segunda parte tornou-se muito lamechas, com discursos demasiado amorosos tipo dedicatórias tirando ali um pouco a credibilidade ou realismo do romance. Além disso, o cliché de Barclay ser rico e conseguir tudo dessa forma acaba por cansar um pouco, até porque começa a parecer que ela gosta que lhe comprem tudo e não paga nada. Tudo demasiado fácil e só a parte do blogue é que prova o valor dela. Esta parte foi talvez a minha preferida, até porque quem gosta de ler e tem um blogue literário se vai rever nesta personagem e invejar a sua sorte.
A "revelação" foi feita finalmente, quase no final e feita de forma um pouco diferente do que estava à espera, mas não de forma negativa.
Uma Luz em Nova Iorque é um livro perfeito para um dia de descanso, em que se lê muito bem e de forma muito satisfatória.
Tessa Holly acaba de aterrar em Nova Iorque. No coração, traz o sonho de viver na cidade que nunca dorme. Na bagagem, carrega o CV, que tenciona distribuir até conseguir o emprego que mais deseja: trabalhar numa editora. Não está nos seus planos apaixonar-se e ou ceder a tentações... menos próprias. Mas uma troca de olhares com um sensual desconhecido fá-la vacilar. Felizmente, o momento é interrompido... pela bela acompanhante dele. Tessa, porém, não o esquece. E não podia adivinhar que voltaria a encontrá-lo. E ele é: Autoritário. Encantador. Lindo de morrer... e o seu novo patrão! Pois Barclay Hammond é o CEO de uma prestigiada editora e o solteirão mais cobiçado de Nova Iorque. A atracção entre ambos é electrizante. Mas há um GRANDE problema. As regras da editora proíbem relacionamentos íntimos. E Tessa não está disposta a abdicar do seu sonho. Conseguirá ela conquistar um lugar entre as mil luzes de Nova Iorque? Ou deitará tudo a perder num momento de derradeiro abandono?

Opinião Contemporânea: 'Paixão Proibida' de Penelope Douglas



Paixão Proibida foi a minha única leitura do mês anterior, Maio, e ainda por cima não foi daquelas leituras memoráveis. Não ando em boa onda de leituras, nem de vontade destas, mas a maior culpa foi ter lido só metade da sinopse. Desta forma quando cheguei ao segundo capítulo percebi logo a história toda e depois continuei, não pela história em si e sim porque queria conhecer a escritora.
É um livro de leitura muito fácil, mas como se adivinha logo tudo ao inicio não tem grandes surpresas. 
Mesmo assim acabei por lhe dar 4 estrelas em 5, mais pelo final, que, também óbvio, foi fofo e serviu todo o processo.
Também gostei da história em si, mesmo com clichés, por ser tão actual e mostrar o julgamento e desconfiança social. Claro que hoje em dia nem todos são assim tão perfeitos assim, mas acaba por retratar algo que cada vez é mais fácil de ver e aceitar. E ainda bem.
A minha personagem preferida foi a de Pike. No meio de tudo, sendo o mais adulto, é o que se nota ter mais senso e consciência da atitude correcta a tomar. Jordan também é correcta, mas acaba por ter muitas atitudes infantis, mesmo que justificadas (ou não) pela sua idade. Ou não, pois a autora quis passar a imagem de jovem madura, que por causa da sua vida (mais pela família e namorado) teve que crescer rápido e começar a trabalhar e a governar-se cedo. Mas acaba por ter muitas inseguranças e no fundo, recapitulando, acabou por andar sempre 'à boleia', não tendo pulso para o namorado.
Gostei da irmã, apesar da má influência, e da patroa, que foi a boa influência. Aqui fez-me lembrar o filme do Coyote Bar (2000).
Detestei o namorado, pelas razões óbvias. Gostei ainda menos quando a autora ainda o tentou tornar vítima, depois de tudo o que ele fez! Foi para dar um pouco mais de drama, mas a mim não me convenceu.
As cenas da piscina e outras em que Penelope Douglas a descreveu quase como uma barbie autêntica também foram um pouco contra o que gosto numa protagonista feminina. Demasiado perfeita fisicamente, demasiado excitada, quando temos Pike, que apesar de também passar essa imagem de perfeição física, acaba por ser mais humilde e simples, prevalecendo sempre o interior.
Por fim, queria falar da capa. Na original temos esta imagem apenas visível por detrás do titulo, mas gosto muito mais desta por estar muito mais exposta e ter tudo a ver com cenas na história.

Ele acolheu-me quando eu estava desamparada.
Preocupa-se comigo. Pensa em mim. Ouve o que tenho para dizer. Protege-me. Sinto o seu olhar quando estamos à mesa, e o meu coração dispara quando o ouço chegar ao final do dia.
Tenho de pôr um fim a isto. Simplesmente não pode acontecer.
Em tempos, a minha irmã disse-me que não há homens decentes - e os poucos que existem estão comprometidos. Mas não é Pike Lawson que está comprometido… sou EU.
Pike:
Jordan veio viver cá para casa e, no início, tudo correu muito bem.
À medida que o tempo passa, porém, a situação complica-se. Tenho de parar de pensar nela. Não lhe posso tocar… nem devia querer fazê-lo. Mas quanto mais tempo passo com ela, mais ela se entranha em mim.
Não podemos ceder a esta tentação. Ela tem dezanove anos e eu trinta e oito. E sou PAI do namorado dela…

Opinião Contemporânea: "Paixão Proibida" de Penelope Douglas



Paixão Proibida foi a minha única leitura do mês anterior, Maio, e ainda por cima não foi daquelas leituras memoráveis. Não ando em boa onda de leituras, nem de vontade destas, mas a maior culpa foi ter lido só metade da sinopse. Desta forma quando cheguei ao segundo capítulo percebi logo a história toda e depois continuei, não pela história em si e sim porque queria conhecer a escritora.
É um livro de leitura muito fácil, mas como se adivinha logo tudo ao inicio não tem grandes surpresas. 
Mesmo assim acabei por lhe dar 4 estrelas em 5, mais pelo final, que, também óbvio, foi fofo e serviu todo o processo.
Também gostei da história em si, mesmo com clichés, por ser tão actual e mostrar o julgamento e desconfiança social. Claro que hoje em dia nem todos são assim tão perfeitos assim, mas acaba por retratar algo que cada vez é mais fácil de ver e aceitar. E ainda bem.
A minha personagem preferida foi a de Pike. No meio de tudo, sendo o mais adulto, é o que se nota ter mais senso e consciência da atitude correcta a tomar. Jordan também é correcta, mas acaba por ter muitas atitudes infantis, mesmo que justificadas (ou não) pela sua idade. Ou não, pois a autora quis passar a imagem de jovem madura, que por causa da sua vida (mais pela família e namorado) teve que crescer rápido e começar a trabalhar e a governar-se cedo. Mas acaba por ter muitas inseguranças e no fundo, recapitulando, acabou por andar sempre "à boleia", não tendo pulso para o namorado.
Gostei da irmã, apesar da má influência, e da patroa, que foi a boa influência. Aqui fez-me lembrar o filme do Coyote Bar (2000).
Detestei o namorado, pelas razões óbvias. Gostei ainda menos quando a autora ainda o tentou tornar vítima, depois de tudo o que ele fez! Foi para dar um pouco mais de drama, mas a mim não me convenceu.
As cenas da piscina e outras em que Penelope Douglas a descreveu quase como uma barbie autêntica também foram um pouco contra o que gosto numa protagonista feminina. Demasiado perfeita fisicamente, demasiado excitada, quando temos Pike, que apesar de também passar essa imagem de perfeição física, acaba por ser mais humilde e simples, prevalecendo sempre o interior.
Por fim, queria falar da capa. Na original temos esta imagem apenas visível por detrás do titulo, mas gosto muito mais desta por estar muito mais exposta e ter tudo a ver com cenas na história.

Ele acolheu-me quando eu estava desamparada.
Preocupa-se comigo. Pensa em mim. Ouve o que tenho para dizer. Protege-me. Sinto o seu olhar quando estamos à mesa, e o meu coração dispara quando o ouço chegar ao final do dia.
Tenho de pôr um fim a isto. Simplesmente não pode acontecer.
Em tempos, a minha irmã disse-me que não há homens decentes - e os poucos que existem estão comprometidos. Mas não é Pike Lawson que está comprometido… sou EU.
Pike:
Jordan veio viver cá para casa e, no início, tudo correu muito bem.
À medida que o tempo passa, porém, a situação complica-se. Tenho de parar de pensar nela. Não lhe posso tocar… nem devia querer fazê-lo. Mas quanto mais tempo passo com ela, mais ela se entranha em mim.
Não podemos ceder a esta tentação. Ela tem dezanove anos e eu trinta e oito. E sou PAI do namorado dela…

Opinião Contemporâneo: "A Banana Dele" de Penelope Bloom


Falemos então d'A Banana Dele!
O que eu mais gosto deste livro é mesmo o título, porque sem maldade podemos brincar imenso com ele e com o fruto nele representado! Penelope Bloom apresenta-nos esta saga com capas e títulos bastante apelativos que fazem qualquer uma virar a cara para confirmar que leu bem.
A história em si não é nada que já não tenhamos lido e já li romances do género com muito mais picardia entre chefe e funcionária, basta pegar num de Vi Keeland para nos rirmos mais e melhor. Mas aqui, Bloom inclui temáticas como patologias psiquiátricas que pela sinopse ou pela capa/título não temos noção nem vamos estar à espera. 
Bruce é então um personagem bastante completo que parece uma coisa, mas depois tira-se-lhe a casca e encontramos o oposto. Adorei-o! Para mim, deu 10 a 0 a Natacha, que com a sua personalidade trágica, do tipo "ups escorreguei na casca da banana que acabei de comer ao meu chefe", não me cativou assim tanto. Até porque esta última queixa-se imenso da sua vida, inclui muito mais drama, mas comparada com a vida de Bruce ela tem é que estar calada.
Além disso, achei a personalidade de Natacha demasiado exagerada, como se aquelas suas respostas que tanto surpreendem o protagonista, fossem assim tiradas tão boas e originais. Mas a meu ver não o são, o que torna tudo um pouco falso ao género teatral.
Encontramos também algumas incongruências na história, principalmente a Caitlyn, tal como algumas cenas a nível do seu trabalho.
O confronto entre eles também já se esperava e foi bastante óbvio; e o final também parece algo rebuscado e remendado.
De qualquer forma, é um livro de entretenimento, com uma classificação de 3,5 estrelas, mas que mesmo assim nos deixa curiosas para os próximos volumes. Veremos é se o próximo (A Cereja Dela) nos mantém este interesse o suficiente para experimentarmos A Guloseima Dele e O Pacote Dele. A autora também tem outro fora desta série que é O Segredo Dela (estou a traduzir seguindo a linha deste) com uma capa do género.


O meu novo chefe adora impor regras.
E há uma que ninguém se atreve a quebrar: nunca tocar na banana dele.
A sério.
O tipo é viciado em bananas.
E eu, claro, fui logo tocar na dele.
Pior, pu-la na boca. Mastiguei... e até engoli.
E foi nesse momento que ele apareceu.
E, acreditem em mim, foi mau. Muito mau!
Mas deixem-me começar pelo início...

Antes de tocar na banana de um bilionário, eu tinha acabado de conseguir o meu primeiro trabalho a sério como jornalista. Nada das tretas do costume. Nada de entrevistas a lixeiros sobre as suas rotas preferidas, ou artigos sobre a importância de apanhar caca de cão nos jardins. Já dei para esse peditório.
Esta era a minha grande oportunidade. Podia provar ao mundo que não era uma trapalhona. A missão: infiltrar-me na Galleon Enterprises para investigar as suspeitas de corrupção.
Já estão a ouvir a banda sonora do James Bond a tocar, não estão?
Eu ia ser um sucesso. Só tinha de conseguir o lugar de estagiária e não dar cabo da entrevista com Bruce Chamberson.
Agora avancem até ao momento imediatamente antes da entrevista. Sim, eu sou aquela ali de banana na mão. Uma banana com o nome dele escrito a marcador preto. É aí que ele entra e me apanha em flagrante de fruta na mão. Pouco depois, contrata-me.
Pois, eu sei. Também a mim me pareceu estranho...

4* 

Pilha Cerebral: "Janeiro incompleto"

Em Janeiro já começo melhor em número do que os meses anteriores. Faltando aqui O Homem do Mês, dos cinco já li 3, o que é muito bom. Brevemente vou pegar nos da Estelle Maskame e aumentar a percentagem de pilha lida.

Doce Re-Aquecido: "O Caçador de Sonhos" de Laura Kinsale






Com o lançamento do livro O Príncipe da Meia-Noite, a ASA decidiu renovar o local ao seu mais velho de 2 anos. Por aqui fomos apanhadas de surpresa, já que a data de lançamento da primeira capa continua a ser a mesma da segunda e por isso é que este doce fica só a re-aquecer e não a sair do forno.

Pilha Cerebral: "Último Mês fraquinho"


Sendo Dezembro um mês de muitas, mas boas despesas (adoro dar prendas!), deve ter sido por isso que a pilha ficou tão baixinha, ainda mais que a do mês anterior.
Tal como Novembro aqui temos ainda alguma variedade, tanto nos temas, como nas grossuras.
Ainda não li nenhum até à data, mas brevemente quero ler pelo menos um deles.

Pilha Cerebral: "Mês em cheio"


Setembro foi um mês em cheio, talvez por Agosto ser o mês do aniversário e ter gasto os vales-prenda.
Na imagem podemos ver a pilha dividida em duas, os não lidos (à esquerda) e os lidos (à direita). Apesar destes ainda faltam dois: Uma Coisa Absolutamente Incrível de Hank Green (que foi para a Mafi) e Muito Mais que Amigos de Erin Lyon (que também já tem novo dono).
Portanto, de 18 li 7, o que não é bom pela percentagem mas não é mau porque 7 ainda é um bom número de livros livros em poucos meses pós-compra.

A Sair do Forno: "A Banana Dele" de Penelope Bloom

Sai dia 12 de Fevereiro. Quem quer conhecer a banana dele?

O meu novo chefe adora impor regras.  
E há uma que ninguém se atreve a quebrar: nunca tocar na banana dele. 
A sério. 
O tipo é viciado em bananas. 
E eu, claro, fui logo tocar na dele.  
Pior, pu-la na boca. Mastiguei... e até engoli.  
E foi nesse momento que ele apareceu.  
E, acreditem em mim, foi mau. Muito mau! 
Mas deixem-me começar pelo início...

Antes de tocar na banana de um bilionário, eu tinha acabado de conseguir o meu primeiro trabalho a sério como jornalista. Nada das tretas do costume. Nada de entrevistas a lixeiros sobre as suas rotas preferidas, ou artigos sobre a importância de apanhar caca de cão nos jardins. Já dei para esse peditório.
Esta era a minha grande oportunidade. Podia provar ao mundo que não era uma trapalhona. A missão: infiltrar-me na Galleon Enterprises para investigar as suspeitas de corrupção.
Já estão a ouvir a banda sonora do James Bond a tocar, não estão?
Eu ia ser um sucesso. Só tinha de conseguir o lugar de estagiária e não dar cabo da entrevista com Bruce Chamberson.
Agora avancem até ao momento imediatamente antes da entrevista. Sim, eu sou aquela ali de banana na mão. Uma banana com o nome dele escrito a marcador preto. É aí que ele entra e me apanha em flagrante de fruta na mão. Pouco depois, contrata-me.
Pois, eu sei. Também a mim me pareceu estranho...

Doce do Momento: "Uma Mulher entre Homens" de Opal Carew



Primeira leitura do Na Fila de Outubro (verão o resto brevemente).
Abi esteve apaixonada por Del durante anos mas nunca teve a coragem de o confessar. E um dia conheceu o seu melhor amigo, Liam… e casou com ele!
Mas quando o casamento de Abi e Liam termina, ela decide vencer os seus medos e reaproximar-se de Del, que nunca deixou de a desejar.
Na véspera do casamento do irmão, enquanto todos dormem numa pousada rural, Abi põe em prática o seu plano: entrar no quarto de Del e seduzi-lo a coberto da noite. Sob os lençóis, porém, está… Liam.
Liam nunca deixou de amar Abi, e tenciona fazer tudo o que estiver ao seu alcance para a manter na sua cama... mesmo que isso signifique partilhá-la com Del.

Chegou à Despensa: "Promessa de Veludo" de Jude Deveraux


Este primeiro volume da saga Quarteto de Veludo chegou finalmente cá a casa. Adoro a capa, adoro a sinopse. Eu e esta autora estamos num impasse e acho que este livro vai ajudar a desempatar.

Chegou à Despensa: "A Princesa de Gelo" de Camilla Läckberg


Terceiro e último livro de bolso. Agora um thriller de uma escritora que nunca li mas que já tenho um ebook.
Mais um para a colecção!

Chegou à Despensa: "Os Homens Que Odeiam As Mulheres" de Stieg Larsson


O livro número dois da promoção para ganhar esta toalha fantástica foi este romance já adaptado em filme e que ouço/leio falar tão bem que pronto... teve que ser. Comprado!

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